Jeremias 52
Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs BKJ
1 Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando se tornou rei de Judá; e reinou onze anos em Jerusalém. A sua mãe se chamava Hamutal, filha de outro Jeremias, que vivia na cidade de Libna.
1 Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar, e ele reinou onze anos em Jerusalém. E o nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna.
2 O rei Zedequias pecou contra Deus, o Senhor , fazendo o que era errado, como o rei Jeoaquim também havia feito.
2 E ele fez aquilo que era mau aos olhos do SENHOR, conforme tudo que Jeoiaquim tinha feito.
3 O Senhor ficou muito irado com o povo de Judá e de Jerusalém e por isso fez com que fossem levados como prisioneiros. Zedequias se revoltou contra o rei da Babilônia.
3 Porquanto, por causa da ira do SENHOR, isto aconteceu em Jerusalém e em Judá, até ele os ter expelido de sua presença, e Zedequias rebelou-se contra o rei de Babilônia.
4 No ano nono do reinado de Zedequias em Judá, no dia dez do décimo mês, o rei Nabucodonosor, da Babilônia, veio com todo o seu exército e atacou Jerusalém. Eles acamparam fora da cidade e construíram torres em volta para cercá-la.
4 E, aconteceu que, no nono ano de seu reinado, no décimo mês, no décimo dia do mês, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio, ele e todo seu exército, contra Jerusalém, e acamparam-se contra ela, e edificaram fortificações contra ela ao redor.
5 A cidade ficou cercada até o ano onze do reinado de Zedequias.
5 Então a cidade foi sitiada até o décimo primeiro ano do rei Zedequias.
6 No dia nove do quarto mês daquele mesmo ano, a fome apertou na cidade; o povo não tinha nada para comer.
6 E no quarto mês, no nono dia do mês, a fome era intensa na cidade, que não havia pão para o povo da terra.
7 Quando os babilônios abriram brechas nas muralhas, todos os soldados judeus tentaram fugir durante a noite, embora a cidade estivesse cercada. Foram pelo caminho do jardim real, atravessaram o portão que liga as duas muralhas e fugiram na direção do vale do Jordão.
7 Então a cidade foi quebrada, e todos os homens de guerra fugiram, e saíram da cidade à noite pelo caminho do portão entre os dois muros, que estava próximo ao jardim do rei (agora os caldeus estavam próximos a cidade, por todo o lado) e eles foram pelo caminho da planície.
8 Mas o exército dos babilônios perseguiu o rei Zedequias e o prendeu na planície de Jericó. E todos os seus soldados o abandonaram.
8 Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e alcançaram Zedequias nas planícies de Jericó. E todo o seu exército foi disperso dele.
9 Zedequias foi levado como prisioneiro ao rei Nabucodonosor, que estava na cidade de Ribla, na região de Hamate. Ali Nabucodonosor o condenou.
9 Então eles capturaram o rei, e o levaram até o rei de Babilônia, a Ribla, na terra de Hamate, onde ele emitiu sentença sobre ele.
10 Em Ribla, o rei da Babilônia mandou matar os filhos de Zedequias na presença do pai. Também mandou matar as autoridades de Judá.
10 E o rei de Babilônia matou os filhos de Zedequias perante os seus olhos. Ele também matou todos os príncipes de Judá, em Ribla.
11 Depois, mandou furar os olhos de Zedequias e o prendeu com correntes de bronze a fim de levá-lo para a Babilônia. E Zedequias ficou na prisão em Babilônia até o dia da sua morte.
11 Então ele arrancou os olhos de Zedequias. E o rei de Babilônia o amarrou em correntes, e o levou para Babilônia, e o colocou na prisão até o dia da sua morte.
12 No ano décimo nono do reinado de Nabucodonosor, da Babilônia, no dia dez do quinto mês, Nebuzaradã, conselheiro do rei e comandante-geral do seu exército, entrou em Jerusalém.
12 Ora, no quinto mês, no décimo dia do mês, que foi o décimo nono ano de Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nebuzaradã, capitão da guarda, que serviu o rei de Babilônia, veio até Jerusalém.
13 Ele incendiou o Templo, o palácio do rei e as casas de todas as pessoas importantes de Jerusalém.
13 E queimou a casa do SENHOR, e a casa do rei, e todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes homens ele as incendiou.
14 Os seus soldados derrubaram as muralhas da cidade.
14 E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda, demoliram todos os muros de Jerusalém em redor.
15 E Nebuzaradã levou como prisioneiros para a Babilônia os que haviam sido deixados na cidade, os que haviam fugido para o lado dele e o resto dos operários especializados.
15 Então, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou cativos alguns pobres dentre o povo, e o restante do povo que permaneceu na cidade, e aqueles que desertaram, que desertaram para o rei de Babilônia, e o restante da multidão.
16 Mas deixou em Judá algumas das pessoas mais pobres e as pôs para trabalhar nas plantações de uvas e nos campos.
16 Porém, Nebuzaradã, o capitão da guarda, deixou alguns dos pobres da terra para vinhateiros e agricultores.
17 Os babilônios quebraram as colunas de bronze e as carretas que estavam ao lado do Templo e também o grande tanque de bronze. Então levaram todo o bronze para a Babilônia.
17 Também as colunas de bronze que estavam na casa do SENHOR, e as bases, e o mar de bronze que estava na casa do SENHOR, os caldeus quebraram, e levaram todo o bronze para Babilônia.
18 Levaram as pás e as vasilhas usadas para carregar as cinzas do altar e as tesouras de cortar pavios de lamparinas. Levaram as tigelas onde era recolhido o sangue dos sacrifícios , as vasilhas de queimar incenso e todos os objetos de bronze usados no culto.
18 Os caldeirões também, e as pás, e os apagadores de velas, e as bacias, e as colheres e todos os vasos de bronze com que eles ministravam, eles tomaram.
19 Levaram todas as peças feitas de ouro ou de prata: as vasilhas pequenas, os pratos de carregar brasas, as tigelas em que era recolhido o sangue dos sacrifícios, as vasilhas para cinza, os candeeiros, as vasilhas de incenso e os vasos usados nas ofertas de bebidas.
19 E o capitão da guarda tomou as bacias, e os braseiros, e as tigelas, e os caldeirões, e os castiçais, e as colheres, e as taças; aquilo que era de ouro, em ouro, e aquilo que era de prata, em prata.
20 Não foi possível calcular o peso dos objetos de bronze que o rei Salomão havia feito para o Templo, isto é, as duas colunas, as carretas, o grande tanque e os doze bois que o sustentavam. As duas colunas eram iguais: cada uma tinha oito metros de altura por cinco metros e trinta e cinco centímetros de circunferência. Eram ocas, e a grossura do metal era de dez centímetros. No alto de cada coluna havia um remate de bronze, que media dois metros e vinte de altura. Em toda a volta do remate havia um enfeite rendilhado e com romãs. Tudo isso também era de bronze.
20 As duas colunas, um mar, e doze bois de bronze que estavam sob as bases, os quais o rei Salomão tinha feito na casa do SENHOR; o bronze de todos estes vasos era de peso incalculável.
21 — ausente —
21 E, com relação às colunas, a altura de uma coluna era dezoito cúbitos. E uma tira de doze cúbitos a circundava. E a espessura desta era quatro dedos, esta era oca.
22 — ausente —
22 E um capitel de bronze estava sobre ela, e a altura de um capitel era cinco cúbitos, com rede e romãs sobre os capitéis ao redor, tudo de bronze. Semelhante a esta era a segunda coluna, e as romãs.
23 No enfeite rendilhado de cada coluna havia cem romãs, sendo que noventa e seis delas podiam ser vistas do chão.
23 E havia noventa e seis romãs sobre um lado, e todas as romãs sobre a rede eram cem em todas as direções ao redor.
24 Nebuzaradã, o comandante-geral, também levou como prisioneiros Seraías, o Grande Sacerdote , e Sofonias, o segundo sacerdote, e os três outros oficiais de importância no Templo.
24 E o capitão da guarda levou Seraías, o sumo sacerdote, e Sofonias, o segundo sacerdote, e os três guardiães da porta.
25 Da cidade, ele levou o oficial que tinha sido o comandante das tropas, sete conselheiros do rei que ainda estavam lá, o oficial encarregado de alistar homens para o exército e mais sessenta homens importantes.
25 Ele tomou também da cidade um eunuco, que tinha a responsabilidade sobre os homens de guerra, e sete daqueles homens que eram próximos à pessoa do rei, que foram encontrados na cidade, e o escriba mais importante do exército, que convocava o povo da terra, e sessenta homens do povo da terra, que foram encontrados no meio da cidade.
26 Nebuzaradã os levou ao rei da Babilônia, que estava na cidade de Ribla,
26 Então Nebuzaradã, o capitão da guarda, os tomou e os trouxe ao rei de Babilônia, a Ribla.
27 na terra de Hamate. Ali o rei mandou surrá-los e depois matá-los. Assim o povo de Judá foi levado como prisioneiro para fora da sua terra.
27 E o rei de Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate. Desta forma Judá foi levado cativo da sua própria terra.
28 Este é o número de prisioneiros que Nabucodonosor levou: no sétimo ano do seu reinado, levou três mil e vinte e três;
28 Este é o povo a quem Nabucodonosor levou cativo: no sétimo ano três mil e vinte três judeus.
29 no décimo oitavo ano, oitocentos e trinta e dois, de Jerusalém.
29 No décimo oitavo ano de Nabucodonosor ele levou cativos de Jerusalém oitocentas e trinta e duas pessoas.
30 No vigésimo terceiro ano, Nebuzaradã levou setecentos e quarenta e cinco. Ao todo, foram levadas quatro mil e seiscentas pessoas.
30 No vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou cativos dos judeus setecentas e quarenta e cinco pessoas. Todas as pessoas foram quatro mil e seiscentas.
31 No ano em que se tornou rei da Babilônia, Evil-Merodaque foi bondoso com o rei Joaquim, de Judá, e o libertou da prisão. Isto aconteceu trinta e sete anos, onze meses e vinte e cinco dias depois que Joaquim havia sido levado como prisioneiro.
31 E, isto aconteceu no trigésimo sétimo ano do cativeiro de Jeoiaquim, rei de Judá, no duodécimo mês, no vigésimo quinto dia do mês, que Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no primeiro ano de seu reinado, levantou a cabeça de Jeoiaquim, rei de Judá, e o trouxe para fora da prisão.
32 Evil-Merodaque tratou Joaquim com bondade e lhe deu uma posição mais alta do que a dos outros reis que eram prisioneiros com ele em Babilônia.
32 E falou-lhe bondosamente, e colocou seu trono acima do trono dos reis que estavam com ele em Babilônia.
33 Assim deixaram que Joaquim tirasse as suas roupas de prisioneiro, e vestisse as suas próprias roupas, e comesse junto com o rei pelo resto da sua vida.
33 E mudou suas vestes de prisão. E este comeu continuamente pão perante ele todos os dias de sua vida.
34 E todos os dias, enquanto viveu, recebeu do rei uma pensão para o seu sustento.
34 E para a sua alimentação, foi-lhe dada alimentação contínua pelo rei de Babilônia, cada dia uma porção até o dia de sua morte, todos os dias de sua vida.
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