Isaías 33

Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Ai de você, inimigo destruidor que nunca foi destruído! Ai de você, traidor que nunca foi traído! Quando você acabar de destruir, será destruído; quando acabar de trair, será traído.
1 Ai de você, destruidor que nunca foi destruído! Ai de você, traidor que nunca foi traído! Quando você acabar de destruir, será destruído; quando acabar de trair, será traído.
2 Ó Senhor Deus, tem compaixão de nós, pois esperamos que nos ajudes. Sê o nosso protetor todos os dias, sê o nosso Salvador em tempos de dificuldades.
2 Senhor , tem misericórdia de nós! Em ti temos esperado. Sê tu o nosso braço manhã após manhã e a nossa salvação no tempo da angústia.
3 Os povos fogem quando ouvem o estrondo da tua voz. Quando ages, as nações se espalham,
3 Ao ruído do tumulto, os povos fogem; quando tu te ergues, as nações se dispersam.
4 e os inimigos delas, como uma nuvem de gafanhotos, levam embora tudo o que elas têm.
4 Então o despojo que vocês ajuntaram será recolhido como se devorado por uma nuvem de gafanhotos; como os gafanhotos saltam, assim os homens saltarão sobre ele.
5 O Senhor é majestoso, pois mora nas alturas; ele encherá
5 O Senhor é sublime, pois habita nas alturas; encheu Sião de retidão e de justiça.
6 e fará com que o seu povo viva em segurança, dando-lhe salvação completa, sabedoria e conhecimento. O
6 Ó Sião, no seu tempo haverá estabilidade, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento. O temor do será o seu tesouro.
7 Os soldados valentes estão se lamentando nas ruas, e os embaixadores que procuravam fazer a paz choram amargamente.
7 Eis que os heróis pranteiam nas ruas, e os mensageiros de paz estão chorando amargamente.
8 As estradas estão vazias, ninguém viaja por elas. Os os tratados são desfeitos; ninguém é respeitado.
8 As estradas estão desoladas, ninguém passa por elas. Rompem-se as alianças, as cidades são desprezadas, não há respeito pelas pessoas.
9 As terras do país vão se gastando e se desfazendo; as florestas dos montes Líbanos estão secas, o vale de Sarom virou um deserto, e na região de Basã e no monte Carmelo as árvores perderam as suas folhas.
9 A terra geme e desfalece; o Líbano se envergonha e murcha; Sarom se torna como um deserto, Basã e Carmelo são despidos de suas folhas.
10 O Senhor diz aos povos: “Agora, eu vou agir; vou mostrar o meu poder e a minha grandeza.
10 “Agora me levantarei”, diz o “agora me erguerei; agora serei exaltado.
11 O que vocês inventam vale menos do que a palha; o que vocês planejam é tão sem valor como o lixo. O meu sopro, como um fogo, os destruirá.
11 Vocês conceberam palha e darão à luz restolho; o sopro que sai da boca de vocês é um fogo que os há de devorar.
12 Vocês vão virar cinzas; queimarão como espinhos jogados no fogo.
12 Os povos serão queimados como se queima a cal; como espinhos cortados, serão jogados no fogo.
13 Vocês todos, os que estão longe e os que estão perto, escutem o que eu fiz e reconheçam o meu poder!”
13 Vocês que estão longe, escutem o que eu fiz; e vocês que estão perto, reconheçam o meu poder.”
14 Em Sião, os pecadores tremem de medo; cheios de pavor, eles perguntam: “Quem poderá viver perto desse fogo devorador, perto dessas chamas que não param de queimar?”
14 Em Sião, os pecadores estão atemorizados; o tremor se apodera dos ímpios. Eles perguntam: “Quem de nós habitará com o fogo devorador? Quem de nós habitará com chamas eternas?”
15 Somente poderá fazer isso quem age corretamente e sempre diz a verdade; que não fica rico à custa dos fracos, nem aceita dinheiro para torcer a justiça; que não se junta com os que planejam crimes de morte, nem concorda com os planos dos maus.
15 Aquele que anda em justiça e fala o que é reto; que despreza o ganho de opressão; que, com um gesto de mãos, recusa aceitar suborno; que tapa os ouvidos, para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos, para não ver o mal.
16 Quem age assim viverá seguro, e em fortalezas feitas de pedras ele encontrará refúgio; ele sempre terá comida, e nunca lhe faltará água para beber.
16 Este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, e água nunca lhe faltará.
17 Mais uma vez vocês verão um rei com toda a sua glória , governando um país imenso.
17 Os olhos de vocês verão o rei na sua formosura, verão a terra que se estende até longe.
18 Vocês pensarão no medo que sentiram no passado e perguntarão: “Onde estão aqueles que nos forçavam a pagar tributos, aqueles que cobravam os impostos? Onde estão os que controlavam as nossas fortalezas?”
18 O seu coração se lembrará dos terrores, dizendo: “Onde está o escrivão? Onde está aquele que recolheu o tributo? E onde está aquele que contou as torres?”
19 Vocês nunca mais verão aquele povo orgulhoso, aquela gente que fala uma língua estranha, uma língua difícil que ninguém entende.
19 Você já não verá aquele povo atrevido, povo de fala obscura, de uma língua estranha, que não se pode entender.
20 Vejam Sião , a cidade onde fazemos as nossas festas! Jerusalém será uma cidade segura, será como uma barraca que não pode ser mudada de lugar; nenhuma das suas estacas será arrancada, e nenhuma das suas cordas será arrebentada.
20 Olhe para Sião, a cidade das nossas festas. Os seus olhos verão Jerusalém, habitação tranquila, tenda que não será removida, cujas estacas nunca serão arrancadas, nem rebentada nenhuma de suas cordas.
21 Ali estará conosco o Senhor , o nosso glorioso Deus. Jerusalém será um lugar de grandes rios e ribeirões, mas neles não navegarão os barcos dos inimigos nem os seus grandes navios a vela. o mastro não fica firme, e as velas não podem ser estendidas. Assim pegaremos todas as riquezas do inimigo; serão tantas, que até os aleijados conseguirão pegar a sua parte. Pois o é ele quem nos governa; o é ele quem vai nos salvar.
21 Mas o Senhor ali nos será grandioso, fará as vezes de largos rios e canais. Nenhum barco a remo passará por eles, navio grande por eles não navegará.
22 — ausente —
22 Porque o Senhor é o nosso juiz, o o ele nos salvará.
23 — ausente —
23 Agora as suas cordas estão frouxas; não permitem firmar o mastro, nem estender a vela. Então se repartirá a presa de muitos despojos; até os coxos participarão dela.
24 Nenhum morador de Jerusalém ficará doente, e os pecados de todos serão perdoados.
24 Nenhum morador de Jerusalém dirá: “Estou doente”; o povo que habita nela terá o seu pecado perdoado.

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