Gênesis 38
Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs NVT
1 Por esse tempo Judá se separou dos seus irmãos e foi morar na casa de um homem chamado Hira, que era da cidade de Adulã.
1 Por essa época, Judá saiu de casa e se mudou para Adulão, onde foi morar na casa de um homem chamado Hira.
2 Ali Judá ficou conhecendo a filha de um cananeu chamado Sua. Judá casou com ela,
2 Ali, Judá viu uma mulher cananita, filha de Suá, e se casou com ela. Teve relações com a mulher,
3 e ela lhe deu um filho, a quem ele chamou de Er.
3 e ela engravidou e deu à luz um filho, que ele chamou de Er.
4 Ela ficou grávida outra vez e teve outro filho, a quem ela deu o nome de Onã.
4 Ela engravidou novamente e deu à luz outro filho, que chamou de Onã.
5 Depois ela teve mais um filho, em quem ela pôs o nome de Selá. Judá estava em Quezibe quando esse menino nasceu.
5 Quando estavam morando em Quezibe, ela deu à luz o terceiro filho e o chamou de Selá.
6 Judá casou Er, o seu filho mais velho, com uma mulher chamada Tamar.
6 No devido tempo, Judá arranjou o casamento de Er, seu filho mais velho, com uma moça chamada Tamar.
7 O Senhor Deus não gostava da vida perversa que Er levava e por isso o matou.
7 Mas Er era um homem perverso aos olhos do S enhor , por isso o S enhor lhe tirou a vida.
8 Então Judá disse a Onã: — Vá e tenha relações com a viúva do seu irmão. Assim, você cumprirá o seu dever de cunhado para que o seu irmão tenha descendentes por meio de você .
8 Então Judá disse a Onã, irmão de Er: “Case-se com Tamar, como é exigido para com a viúva do irmão. Você deve gerar um herdeiro para seu irmão”.
9 Ora, Onã sabia que o filho que nascesse não seria considerado como seu. Por isso, cada vez que tinha relações com a viúva do seu irmão, ele deixava que o esperma caísse no chão para que o seu irmão não tivesse descendentes por meio dele.
9 Onã, porém, não estava disposto a ter um filho que não seria seu herdeiro. Por isso, cada vez que tinha relações com a mulher de seu irmão, derramava o sêmen no chão. Desse modo, evitava que Tamar tivesse um filho que pertenceria ao irmão dele.
10 O Senhor ficou desgostoso com o que Onã estava fazendo e o matou também.
10 O S enhor , porém, considerou maldade a sua atitude e, por isso, também tirou a vida de Onã.
11 Então Judá disse a Tamar, a sua nora: — Volte para a casa do seu pai e continue viúva até que o meu filho Selá fique adulto. Ele disse isso porque tinha medo que Selá fosse morto, como havia acontecido com os seus irmãos. Assim, Tamar foi morar na casa do pai dela.
11 Então Judá disse à sua nora Tamar: “Volte para a casa de seus pais e permaneça viúva até que meu filho Selá tenha idade suficiente para se casar com você”. (Na verdade, Judá disse isso apenas porque temia que Selá também morresse, como seus dois irmãos.) Assim, Tamar voltou para a casa do pai.
12 Passado algum tempo, a mulher de Judá morreu. Quando acabou o luto, Judá foi até Timnate, onde estavam cortando a lã das suas ovelhas. E o seu amigo Hira, de Adulã, foi com ele.
12 Alguns anos depois, a mulher de Judá morreu. Quando terminou o período de luto, Judá e seu amigo Hira, o adulamita, subiram a Timna para supervisionar a tosquia das ovelhas de Judá.
13 Alguém contou a Tamar que o seu sogro ia a Timnate a fim de cortar a lã das suas ovelhas.
13 Alguém disse a Tamar: “Seu sogro está subindo a Timna para tosquiar as ovelhas”.
14 Então ela trocou de roupa, deixando de lado as suas roupas de viúva, cobriu o rosto com um véu e se disfarçou. Em seguida foi e se sentou perto da entrada da cidade de Enaim, que fica no caminho para Timnate. Ela fez isso porque sabia muito bem que Selá já era homem feito, mas Judá não havia mandado que ele casasse com ela.
14 Tamar sabia que Selá já era adulto, mas nenhuma providência havia sido tomada para que ela se casasse com ele. Por isso, trocou suas roupas de viúva e, para disfarçar-se, cobriu-se com um véu. Depois, foi sentar-se junto à entrada da vila de Enaim, no caminho para Timna.
15 Quando Judá a viu, pensou que era uma prostituta, pois ela estava com o rosto coberto.
15 Judá a viu e pensou que fosse uma prostituta, pois ela estava com o rosto coberto.
16 Ele foi falar com ela na beira do caminho, sem saber que era a sua nora. Ele disse: — Você quer ir para a cama comigo? Ela perguntou: — Quanto é que você me paga?
16 Ele parou à beira da estrada e, sem saber que era sua própria nora, disse: “Quero me deitar com você”. “Quanto você me pagará para deitar-se comigo?”, perguntou Tamar.
17 Ele respondeu: — Eu lhe mando um cabrito do meu rebanho. — Está bem — disse ela. — Mas deixe alguma coisa comigo como garantia de que você vai mandar o cabrito.
17 “Eu lhe mandarei um cabrito do meu rebanho”, prometeu Judá. “Mas o que me dá como garantia de que mandará o cabrito?”, perguntou ela.
18 Judá perguntou: — O que você quer que eu deixe? Ela respondeu: — O seu Então Judá entregou os objetos. Ele teve relações com ela, e ela ficou grávida.
18 “Que tipo de garantia você quer?”, replicou ele. Ela disse: “Deixe comigo seu selo pessoal, junto com o cordão dele e o cajado que você está segurando”. Judá entregou os objetos. Depois, teve relações com Tamar, e ela engravidou.
19 Tamar voltou para casa, tirou o véu e vestiu as suas roupas de viúva.
19 Em seguida, Tamar voltou para casa, tirou o véu e tornou a vestir as roupas de viúva, como de costume.
20 Mais tarde Judá mandou o seu amigo Hira levar o cabrito e trazer de volta os objetos que havia deixado com ela, mas Hira não a encontrou.
20 Mais tarde, Judá pediu que seu amigo Hira, o adulamita, levasse o cabrito para a mulher e pegasse de volta as coisas que ele havia deixado como garantia. Hira, porém, não conseguiu encontrá-la.
21 Ele perguntou aos homens de Enaim se sabiam onde estava a prostituta que costumava ficar na beira da estrada. — Aqui não esteve nenhuma prostituta — foi a resposta deles.
21 Perguntou aos homens que moravam lá: “Onde posso encontrar a prostituta do templo que estava sentada junto à entrada de Enaim?”. “Aqui nunca houve uma prostituta do templo”, responderam eles.
22 Hira voltou e disse a Judá: — Não encontrei a mulher. E os homens do lugar disseram que ali nunca havia estado nenhuma prostituta.
22 Então Hira voltou para onde Judá estava e lhe disse: “Não consegui encontrá-la em lugar algum, e os homens da vila disseram que lá nunca houve uma prostituta do templo”.
23 Então Judá disse: — Pois ela que fique com as minhas coisas. Assim, ninguém vai zombar de nós. Eu mandei o cabrito, mas você não encontrou a mulher.
23 “Que ela fique com as minhas coisas”, disse Judá. “Mandei o cabrito como tínhamos combinado, mas você não a encontrou. Se voltássemos para procurá-la, o povo da vila zombaria de nós.”
24 Passados uns três meses, foram dizer a Judá: — A sua nora agiu como prostituta e agora está grávida. Aí Judá disse: — Tragam essa mulher para fora a fim de ser queimada!
24 Uns três meses depois, disseram a Judá: “Sua nora, Tamar, se comportou como prostituta e, por isso, está grávida”. Judá ordenou: “Tragam-na para fora e queimem-na!”.
25 Quando a estavam tirando da sua casa, ela mandou dizer ao seu sogro: “Quem me engravidou foi o dono destas coisas. Examine e veja de quem são o sinete com o cordão e o bastão.”
25 Quando a estavam tirando de casa para matá-la, ela enviou a seguinte mensagem a seu sogro: “Estou grávida do homem que é dono destes objetos. Olhe com atenção. De quem são este selo, este cordão e este cajado?”.
26 Judá reconheceu as coisas e disse: — Ela tem mais razão do que eu; pois prometi casá-la com o meu filho Selá, mas não cumpri a promessa. E nunca mais teve relações com ela.
26 Judá os reconheceu de imediato e disse: “Ela é mais justa que eu, pois não tomei as providências para que ela se casasse com meu filho Selá”. E Judá nunca mais teve relações com Tamar.
27 Na hora de Tamar dar à luz, descobriram que ia ter gêmeos.
27 Quando chegou a época de Tamar dar à luz, descobriu que teria gêmeos.
28 Quando ela estava no trabalho de parto, um dos gêmeos pôs uma das mãos para fora. A parteira pegou uma fita vermelha e amarrou na mão dele. E disse: — Este saiu primeiro.
28 Durante o trabalho de parto, um dos bebês pôs a mão para fora. A parteira segurou a mão do bebê, amarrou um fio vermelho no pulso e anunciou: “Este saiu primeiro”.
29 Mas ele puxou a mão, e o irmão gêmeo nasceu primeiro. Então a parteira disse: — Como você abriu caminho! E puseram nele o nome de Peres .
29 O bebê, porém, recolheu a mão, e seu irmão saiu. Então a parteira disse: “Como você conseguiu sair primeiro?”. Por isso, ele recebeu o nome de Perez.
30 Depois nasceu o outro, o que estava com a fita vermelha amarrada na mão, e ele recebeu o nome de Zera .
30 Logo depois, o bebê com o fio vermelho no pulso nasceu e recebeu o nome de Zerá.
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