Gênesis 27

Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs NVT

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NVT Nova Versão Transformadora
1 Isaque já estava bem velho e havia ficado cego. Um dia ele chamou Esaú, o seu filho mais velho, e disse: — Meu filho! — Estou aqui, pai — respondeu ele.
1 Certo dia, quando Isaque era velho e estava ficando cego, chamou Esaú, seu filho mais velho: “Meu filho!”. Esaú respondeu: “Aqui estou!”.
2 O pai lhe disse: — Você está vendo que estou velho e um dia desses vou morrer.
2 Isaque disse: “Estou velho e não sei quando vou morrer.
3 Pegue o seu arco e as suas flechas, vá até o campo e cace um animal.
3 Pegue suas armas, o arco e as flechas, e vá ao campo caçar um animal para mim.
4 Prepare uma comida saborosa, como eu gosto, e traga aqui para mim. Depois de comer, eu lhe darei a minha bênção, antes de morrer.
4 Depois, prepare meu prato favorito e traga-o aqui para eu comer. Então pronunciarei a bênção que pertence a você, meu filho mais velho, antes de eu morrer”.
5 Acontece que Rebeca escutou o que Isaque disse a Esaú. Por isso, quando ele saiu para caçar,
5 Rebeca, porém, ouviu o que Isaque tinha dito a seu filho Esaú. Quando Esaú saiu para caçar,
6 ela disse a Jacó: — Escutei agora mesmo uma conversa do seu pai com o seu irmão Esaú. O seu pai disse assim:
6 ela disse a seu filho Jacó: “Ouvi seu pai dizer a Esaú:
7 “Vá caçar um animal e prepare uma comida saborosa para mim. Depois de comer, eu lhe darei a minha bênção na presença de Deus, o Senhor , antes de morrer.”
7 ‘Traga-me uma carne de caça e prepare-me uma refeição saborosa. Então abençoarei você na presença do S enhor antes de eu morrer’.
8 Agora, meu filho — continuou Rebeca — escute bem e faça o que eu vou dizer.
8 Agora, meu filho, preste atenção e faça exatamente o que lhe direi.
9 Vá ao lugar onde estão os nossos animais e traga dois cabritos dos melhores. Eu vou preparar uma comida saborosa, como o seu pai gosta,
9 Vá ao rebanho e traga-me dois dos melhores cabritos. Eu os usarei para preparar o prato favorito de seu pai.
10 e você vai levá-la para ele comer. Depois o seu pai vai abençoar você, antes que ele morra.
10 Depois, leve a comida para seu pai, para que ele a coma e o abençoe antes de morrer”.
11 Aí Jacó disse à mãe: — O meu irmão é muito peludo, e eu não.
11 Jacó respondeu a Rebeca: “Mas meu irmão Esaú é peludo, enquanto eu tenho pele lisa.
12 Se o meu pai me apalpar e descobrir que sou eu, ele vai saber que eu estou tentando enganá-lo. Então ele vai me amaldiçoar em vez de me abençoar.
12 E se meu pai me tocar? Perceberá que estou tentando enganá-lo e, em vez de me abençoar, me amaldiçoará!”.
13 Mas a mãe respondeu: — Nesse caso, que a maldição caia sobre mim, meu filho. Faça exatamente o que eu disse: vá e traga os cabritos para mim.
13 Sua mãe, porém, respondeu: “Que caia sobre mim essa maldição, meu filho! Apenas faça o que lhe digo. Vá e traga-me os cabritos”.
14 Jacó foi, pegou os cabritos e os levou à mãe, e ela preparou uma comida saborosa, como Isaque gostava.
14 Jacó foi e trouxe os cabritos para sua mãe. Rebeca os usou para preparar uma refeição saborosa, do jeito que Isaque gostava.
15 Depois ela pegou a melhor roupa de Esaú, que estava guardada em casa, e com ela vestiu Jacó.
15 Em seguida, pegou as roupas prediletas de Esaú que estavam na casa dela e as entregou a Jacó, seu filho mais novo.
16 Com a pele dos cabritos ela cobriu as mãos e o pescoço de Jacó, que não tinha pelos.
16 Com a pele dos cabritos, cobriu-lhe os braços e a parte lisa do pescoço.
17 Depois entregou a Jacó a comida gostosa e o pão que ela havia feito.
17 Depois, entregou-lhe a refeição saborosa, acompanhada do pão que havia acabado de assar.
18 Então Jacó foi até onde o pai estava e disse: — Pai! — Aqui estou — respondeu ele. — Quem é você, meu filho?
18 Jacó levou a comida para o pai e disse: “Meu pai?”. “Sim, meu filho”, respondeu Isaque. “Quem é você, Esaú ou Jacó?”
19 — Eu sou Esaú, o seu filho mais velho — disse Jacó. — Já fiz o que o senhor mandou. Levante-se, por favor; sente-se, coma da carne do animal que cacei e depois me abençoe.
19 Jacó disse: “Sou Esaú, seu filho mais velho. Fiz o que o senhor mandou. Aqui está a carne de caça. Sente-se e coma, para que me dê sua bênção”.
20 Aí Isaque perguntou: — Mas como foi que você achou a caça tão depressa, meu filho? Jacó respondeu: — O
20 Isaque perguntou: “Como encontrou a caça tão depressa, meu filho?”. Jacó respondeu: “O S
21 Então Isaque disse a Jacó: — Chegue mais perto para que eu possa apalpar você. Assim vou saber se você é Esaú mesmo ou não.
21 Então Isaque disse a Jacó: “Chegue mais perto, para que eu possa tocá-lo e ter certeza de que você é mesmo Esaú”.
22 Jacó chegou perto de Isaque, e ele o apalpou e disse: — A sua voz é a voz de Jacó, mas as mãos parecem as mãos de Esaú.
22 Jacó se aproximou do pai, e Isaque o tocou e disse: “A voz é de Jacó, mas as mãos são de Esaú”.
23 Assim, Isaque não reconheceu que era Jacó, pois as suas mãos estavam peludas como as de Esaú, e por isso ele o abençoou.
23 Não o reconheceu, porém, pois as mãos de Jacó estavam peludas, como as de Esaú. Assim, Isaque se preparou para abençoar Jacó.
24 Mas, antes de abençoá-lo, perguntou mais uma vez: — Você é mesmo o meu filho Esaú? — Sou, sim — respondeu Jacó.
24 “Mas você é mesmo meu filho Esaú?”, perguntou ele. “Sim, eu sou”, respondeu Jacó.
25 Então o pai disse: — Traga a carne da caça para que eu coma. Depois eu o abençoarei. Jacó serviu a comida ao seu pai e também trouxe vinho. Isaque comeu, e bebeu,
25 Então Isaque disse: “Agora, meu filho, traga-me a carne de caça. Depois que comer, eu lhe darei a minha bênção”. Jacó trouxe a comida para o pai, e Isaque comeu. Também bebeu o vinho que Jacó lhe serviu.
26 e depois disse: — Venha cá, meu filho, e me dê um beijo.
26 Por fim, Isaque disse a Jacó: “Aproxime-se, por favor, e dê-me um beijo, meu filho”.
27 Jacó chegou perto e beijou o pai. Quando sentiu o cheiro da roupa que Jacó estava usando, Isaque o abençoou e disse assim: “Ah! O cheiro do meu filho é como o cheiro de um campo que o
27 Jacó se aproximou e o beijou. Quando Isaque sentiu o cheiro das roupas, finalmente abençoou o filho. Disse: “Ah! O cheiro de meu filho é como o cheiro do campo que o S enhor abençoou!
28 Meu filho, que Deus lhe dê o orvalho do céu; que os seus campos produzam boas colheitas e fartura de trigo e vinho.
28 “Do orvalho do céu e da riqueza da terra, Deus lhe conceda fartas colheitas de cereais e vinho novo de sobra.
29 Que nações sejam dominadas por você, e que você seja respeitado pelos povos. Que você mande nos seus parentes, e que os descendentes da sua mãe o tratem com respeito. Malditos sejam aqueles que o amaldiçoarem, e que sejam abençoados os que o abençoarem!”
29 Que muitas nações o sirvam e se curvem à sua frente. Que você seja senhor de seus irmãos e os filhos de sua mãe se curvem à sua frente. Todos que o amaldiçoarem serão amaldiçoados, e todos que o abençoarem serão abençoados”.
30 Isaque acabou de dar a bênção, e Jacó ia saindo, quando Esaú chegou, vindo da caçada.
30 Assim que Isaque terminou de abençoar Jacó, e logo depois de Jacó ter saído da presença de seu pai, Esaú voltou da caçada.
31 Ele também fez uma comida gostosa e levou para o pai. Aí disse: — Levante-se, por favor, coma da caça que eu matei e depois me abençoe.
31 Preparou uma refeição saborosa, levou-a para seu pai e disse: “Sente-se, meu pai, e coma da minha caça, para me abençoar”.
32 Então Isaque perguntou: — Quem é você? — Eu sou Esaú, o seu filho mais velho.
32 Isaque lhe perguntou: “Quem é você?”. Ele respondeu: “Sou Esaú, seu filho mais velho”.
33 Isaque ficou agitado e começou a tremer muito. E disse: — Então quem foi que caçou um animal e trouxe para mim? Eu comi antes que você chegasse e dei àquele homem a minha bênção. Ele é quem será abençoado.
33 Isaque começou a tremer incontrolavelmente e disse: “Então quem me serviu a carne de caça? Acabei de comê-la, pouco antes de você chegar, e abençoei quem a trouxe. Essa bênção deve permanecer!”.
34 Quando Esaú ouviu isso, deu um grito cheio de amargura e disse: — Meu pai, dê a sua bênção para mim também!
34 Quando Esaú ouviu as palavras do pai, soltou um forte grito amargurado e suplicou: “Ah, meu pai, e eu? Abençoe-me também!”.
35 Porém Isaque respondeu: — O seu irmão veio, me enganou e ficou com a bênção que era sua.
35 Mas Isaque disse: “Seu irmão esteve aqui e me enganou. Levou embora a bênção que pertencia a você!”.
36 Esaú disse: — Esta é a segunda vez que ele me engana. Foi com razão que puseram nele o nome de Jacó . Primeiro ele me tirou os direitos de filho mais velho e agora tirou a bênção que era minha. Pai, será que o senhor não guardou nenhuma bênção para mim?
36 Esaú exclamou: “Não é de admirar que ele se chame Jacó, pois é a segunda vez que me engana. Primeiro, tomou meus direitos de filho mais velho e, agora, roubou minha bênção. O senhor não guardou uma bênção sequer para mim?”.
37 Isaque respondeu: — Eu já dei a Jacó autoridade sobre você e fiz com que todos os parentes de Jacó sejam escravos dele. Também disse que ele terá muito trigo e muito vinho. Agora não posso fazer nada por você, meu filho.
37 Isaque disse a Esaú: “Fiz de Jacó o seu senhor e declarei que todos os irmãos dele o servirão. Garanti a ele fartura de cereais e vinho. O que me resta para dar a você, meu filho?”.
38 Porém Esaú insistiu: — Será que o senhor tem só uma bênção? Abençoe também a mim, meu pai. E começou a chorar alto.
38 Esaú suplicou: “Por acaso o senhor tem apenas uma bênção? Ah, meu pai, abençoe-me também!”. Então Esaú chorou em alta voz.
39 Então Isaque disse: “Você viverá longe de terras boas e longe do orvalho que cai do céu.
39 Por fim, seu pai, Isaque, lhe disse: “Você viverá longe das riquezas da terra e longe do orvalho do alto céu.
40 Você viverá pela sua espada e será empregado do seu irmão. Porém, quando você se revoltar, se livrará dele.”
40 Viverá por sua espada e servirá a seu irmão. Quando, porém, conseguir se libertar, sacudirá do pescoço esse jugo”.
41 Esaú ficou com ódio de Jacó porque o seu pai tinha dado a ele a bênção. Então pensou assim: “O meu pai vai morrer logo. Quando acabarem os dias de luto, vou matar o meu irmão.”
41 Daquele momento em diante, Esaú passou a odiar Jacó porque seu pai o havia abençoado. Começou a tramar: “Em breve meu pai morrerá. Então, matarei meu irmão Jacó”.
42 Rebeca ficou sabendo do plano de Esaú e mandou chamar Jacó. Ela disse: — Escute aqui! O seu irmão Esaú está planejando se vingar de você; ele quer matá-lo.
42 Quando Rebeca soube das intenções de Esaú, mandou chamar Jacó e lhe disse: “Ouça, Esaú se consola com planos para matar você.
43 Por isso, meu filho, preste atenção. Vá agora mesmo para a casa de Labão, o meu irmão, que mora em Harã.
43 Portanto, preste atenção, meu filho. Apronte-se e fuja para a casa de meu irmão Labão, em Harã.
44 Fique algum tempo lá com ele, até que passe o ódio do seu irmão,
44 Fique lá até que diminua a fúria de seu irmão.
45 e ele esqueça aquilo que você lhe fez. Nessa ocasião eu mandarei alguém para trazer você de volta. Não quero perder os meus dois filhos num dia só!
45 Quando ele se acalmar e se esquecer do que você lhe fez, mandarei buscá-lo. Por que eu perderia meus dois filhos no mesmo dia?”.
46 Depois Rebeca foi falar com Isaque e disse: — Estou aborrecida da vida por causa dessas mulheres heteias com quem Esaú casou. Se Jacó também casar com uma dessas heteias, será melhor que eu morra.
46 Depois, Rebeca disse a Isaque: “Estou cansada dessas mulheres hititas que vivem aqui! Prefiro morrer a ver Jacó se casar com uma delas!”.

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