Salmos 59
Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs ACF
1 Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me fora do alcance dos meus adversários.
1 Livra-me, meu Deus, dos meus inimigos, defende-me daqueles que se levantam contra mim.
2 Livra-me dos que praticam a iniquidade e salva-me dos homens sanguinários.
2 Livra-me dos que praticam a iniqüidade, e salva-me dos homens sanguinários.
3 Pois eis que armam ciladas à minha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem que eu tenha cometido qualquer transgressão ou pecado, ó
3 Pois eis que põem ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, não por transgressão minha ou por pecado meu, ó Senhor.
4 Sem culpa minha, eles se apressam para me atacar; desperta, vem ao meu encontro e vê.
4 Eles correm, e se preparam, sem culpa minha; desperta para me ajudares, e olha.
5 Tu, Senhor , Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e castiga todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade.
5 Tu, pois, ó Senhor, Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta para visitares todos os gentios; não tenhas misericórdia de nenhum dos pérfidos que praticam a iniqüidade. (Selá.)
6 Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
6 Voltam à tarde; dão ganidos como cães, e rodeiam a cidade.
7 Proferem ameaças; em seus lábios há espadas. Pois dizem: “Quem vai ouvir?”
7 Eis que eles dão gritos com as suas bocas; espadas estão nos seus lábios, porque, dizem eles: Quem ouve?
8 Mas tu, Senhor , vais rir deles; zombarás de todas as nações.
8 Mas tu, Senhor, te rirás deles; zombarás de todos os gentios;
9 Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é meu alto refúgio.
9 Por causa da sua força eu te aguardarei; pois Deus é a minha alta defesa.
10 Meu Deus virá ao meu encontro com a sua misericórdia, Deus me fará ver a derrota dos meus inimigos.
10 O Deus da minha misericórdia virá ao meu encontro; Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos.
11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso.
11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; espalha-os pelo teu poder, e abate-os, ó Senhor, nosso escudo.
12 Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados e pelas maldições e mentiras que proferem.
12 Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios, fiquem presos na sua soberba, e pelas maldições e pelas mentiras que falam.
13 Consome-os com indignação, consome-os, para que deixem de existir e se saiba que Deus reina em Jacó, até os confins da terra.
13 Consome-os na tua indignação, consome-os, para que não existam, e para que saibam que Deus reina em Jacó até aos fins da terra. (Selá.)
14 Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
14 E tornem a vir à tarde, e dêem ganidos como cães, e cerquem a cidade.
15 Vagueiam à procura de comida e, se não se fartam, então rosnam.
15 Vagueiem para cima e para baixo por mantimento, e passem a noite sem se saciarem.
16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia, pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.
16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; porquanto tu foste o meu alto refúgio, e proteção no dia da minha angústia.
17 A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.
17 A ti, ó fortaleza minha, cantarei salmos; porque Deus é a minha defesa e o Deus da minha misericórdia.
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