Salmos 17

Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs ACF

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ACF Almeida Corrigida Fiel
1 Ouve, Senhor , a causa justa, atende o meu clamor! Dá ouvidos à minha oração, pois ela não procede de lábios enganosos.
1 Ouve, SENHOR, a justiça; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não é feita com lábios enganosos.
2 Venha da tua presença o julgamento a meu respeito; os teus olhos veem com equidade.
2 Saia a minha sentença de diante do teu rosto; atendam os teus olhos à razão.
3 Sondas o meu coração, de noite me visitas, provas-me no fogo e não encontras em mim nenhuma iniquidade; a minha boca não transgride.
3 Provaste o meu coração; visitaste-me de noite; examinaste-me, e nada achaste; propus que a minha boca não transgredirá.
4 Quanto às obras humanas, pela palavra dos teus lábios eu tenho me guardado dos caminhos do violento.
4 Quanto ao trato dos homens, pela palavra dos teus lábios me guardei das veredas do destruidor.
5 Os meus passos se acostumaram às tuas veredas, os meus pés não resvalaram.
5 Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.
6 Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina os ouvidos para mim e ouve as minhas palavras.
6 Eu te invoquei, ó Deus, pois me queres ouvir; inclina para mim os teus ouvidos, e escuta as minhas palavras.
7 Mostra as maravilhas da tua bondade, ó Salvador daqueles que à tua direita se refugiam dos seus adversários.
7 Faze maravilhosas as tuas beneficências, ó tu que livras aqueles que em ti confiam dos que se levantam contra a tua destra.
8 Guarda-me como a menina dos olhos; esconde-me à sombra das tuas asas.
8 Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,
9 Protege-me dos perversos que me oprimem, dos inimigos que me assediam de morte.
9 Dos ímpios que me oprimem, dos meus inimigos mortais que me andam cercando.
10 Insensíveis, eles cerram o coração e falam com lábios insolentes;
10 Na sua gordura se encerram, com a boca falam soberbamente.
11 andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos derrubar.
11 Têm-nos cercado agora nossos passos; e baixaram os seus olhos para a terra;
12 Parecem-se com o leão, ávido por sua presa, ou o leãozinho, que espreita de emboscada.
12 Parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa, e com o leãozinho que se põe em esconderijos.
13 Levanta-te, Senhor ! Enfrenta-os e arrasa-os! Com a tua espada livra a minha alma do ímpio.
13 Levanta-te, Senhor, detém-no, derriba-o, livra a minha alma do ímpio, com a tua espada;
14 Com a tua mão, Senhor , livra-me dos homens deste mundo, cuja porção é desta vida e cujo ventre tu enches com os teus tesouros; os quais se fartam de filhos e o que lhes sobra deixam aos seus pequeninos.
14 Dos homens com a tua mão, Senhor, dos homens do mundo, cuja porção está nesta vida, e cujo ventre enches do teu tesouro oculto. Estão fartos de filhos e dão os seus sobejos às suas crianças.
15 Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, me satisfarei com a tua semelhança.
15 Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; eu me satisfarei da tua semelhança quando acordar.

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