Salmos 102
Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs ACF
1 Ouve, Senhor , a minha súplica, e cheguem a ti os meus clamores.
1 SENHOR, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor.
2 Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, responde-me depressa.
2 Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia, inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa.
3 Porque os meus dias desaparecem como fumaça, e os meus ossos queimam como se estivessem no fogo.
3 Porque os meus dias se consomem como a fumaça, e os meus ossos ardem como lenha.
4 Cortado como a erva, secou-se o meu coração; até me esqueço de comer o meu pão.
4 O meu coração está ferido e seco como a erva, por isso me esqueço de comer o meu pão.
5 Os meus ossos já se apegam à pele, por causa do meu dolorido gemer.
5 Por causa da voz do meu gemido os meus ossos se apegam à minha pele.
6 Sou como o pelicano no deserto, como a coruja das ruínas.
6 Sou semelhante ao pelicano no deserto; sou como um mocho nas solidões.
7 Não durmo e sou como o passarinho solitário nos telhados.
7 Vigio, sou como o pardal solitário no telhado.
8 Os meus inimigos me insultam a toda hora; furiosos contra mim, praguejam com o meu próprio nome.
8 Os meus inimigos me afrontam todo o dia; os que se enfurecem contra mim têm jurado contra mim.
9 Por pão tenho comido cinza e as lágrimas se misturam com a minha bebida,
9 Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lágrimas a minha bebida,
10 por causa da tua indignação e da tua ira, porque me elevaste e depois me abateste.
10 Por causa da tua ira e da tua indignação, pois tu me levantaste e me arremessaste.
11 Como a sombra que declina, assim são os meus dias, e eu vou secando como a relva.
11 Os meus dias são como a sombra que declina, e como a erva me vou secando.
12 Tu, porém, Senhor , permaneces para sempre, e a memória do teu nome, de geração em geração.
12 Mas tu, Senhor, permanecerás para sempre, a tua memória de geração em geração.
13 Tu te levantarás e terás piedade de Sião; é tempo de te compadeceres dela, e já chegou a sua hora.
13 Tu te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de te compadeceres dela, o tempo determinado, já chegou.
14 Porque os teus servos amam até as pedras de Sião e se compadecem do seu pó.
14 Porque os teus servos têm prazer nas suas pedras, e se compadecem do seu pó.
15 Todas as nações temerão o nome do e todos os reis da terra temerão a sua glória,
15 Então os gentios temerão o nome do Senhor, e todos os reis da terra a tua glória.
16 quando o Senhor reconstruir Sião e se manifestar na sua glória,
16 Quando o Senhor edificar a Sião, aparecerá na sua glória.
17 quando atender à oração do desamparado e não desprezar as suas preces.
17 Ele atenderá à oração do desamparado, e não desprezará a sua oração.
18 Isto ficará registrado para as gerações futuras, e um povo, que há de ser criado, louvará o
18 Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se criar louvará ao Senhor.
19 “O Senhor , do alto do seu santuário, desde os céus, olhou para a terra,
19 Pois olhou desde o alto do seu santuário, desde os céus o Senhor contemplou a terra,
20 a fim de ouvir o gemido dos cativos e libertar os condenados à morte.”
20 Para ouvir o gemido dos presos, para soltar os sentenciados à morte;
21 Em Sião será anunciado o nome do e o seu louvor, em Jerusalém,
21 Para anunciarem o nome do Senhor em Sião, e o seu louvor em Jerusalém,
22 quando se reunirem os povos e os reinos, para servirem o
22 Quando os povos se ajuntarem, e os reinos, para servirem ao Senhor.
23 Ele me abateu a força no caminho e abreviou os meus dias.
23 Abateu a minha força no caminho; abreviou os meus dias.
24 Eu disse: Deus meu, não me leves na metade de minha vida; tu, cujos anos se estendem por todas as gerações.
24 Dizia eu: Meu Deus, não me leves no meio dos meus dias, os teus anos são por todas as gerações.
25 Em tempos remotos, lançaste os fundamentos da terra; e os céus são obra das tuas mãos.
25 Desde a antiguidade fundaste a terra, e os céus são obra das tuas mãos.
26 Eles perecerão, mas tu permaneces; todos eles envelhecerão como veste, como roupa os mudarás, e serão mudados.
26 Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás, e ficarão mudados.
27 Tu, porém, és sempre o mesmo, e os teus anos jamais terão fim.
27 Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim.
28 Os filhos dos teus servos habitarão seguros, e diante de ti se estabelecerá a sua descendência.
28 Os filhos dos teus servos continuarão, e a sua semente ficará firmada perante ti.
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