Provérbios 26

Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Como a neve no verão e como a chuva no tempo da colheita, assim a honra não fica bem a um tolo.
1 Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.
2 Como o pássaro que foge e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem motivo não se cumpre.
2 Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos.
4 Não responda ao insensato segundo a sua tolice, para que você não se torne semelhante a ele.
4 Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele.
5 Responda ao insensato segundo a sua tolice, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.
5 Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.
6 Como cortar os pés e sofrer dano, assim é mandar mensagens por meio de um tolo.
6 Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.
7 As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos tolos.
7 As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.
8 Como amarrar a pedra na funda, assim é dar honra a um tolo.
8 Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato.
9 Como o espinho que entra na mão de um bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
9 Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.
10 Como um flecheiro que fere a todos, assim é o que contrata os tolos e os primeiros que passam.
10 Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.
11 Como o cão que volta ao seu próprio vômito, assim é o insensato que repete a sua tolice.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera a sua estultícia.
12 Você viu alguém que é sábio aos seus próprios olhos? Há mais esperança para um tolo do que para ele.
12 Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele.
13 O preguiçoso diz: “Um leão está no caminho! Um leão está no meio da rua!”
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 A porta gira nas dobradiças; o preguiçoso se vira na cama.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito.
15 O preguiçoso põe a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.
15 O preguiçoso mete a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.
16 O preguiçoso é mais sábio aos seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.
17 Quem se mete na discussão dos outros é como aquele que pega pelas orelhas um cão que vai passando.
17 Quem se mete em questão alheia é como aquele que toma pelas orelhas um cão que passa.
18 Como o louco que lança fogo, flechas e morte,
18 Como o louco que lança fogo, flechas e morte,
19 assim é aquele que engana o seu próximo e diz: “Fiz isso por brincadeira.”
19 assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo difamador, cessa a discórdia.
20 Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda.
21 O que o carvão é para as brasas e a lenha é para o fogo, o briguento é para acender uma discussão.
21 Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 As palavras do difamador são comida fina, que desce para o mais interior do ventre.
22 As palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre.
23 Como vaso de barro coberto de prata, assim são os lábios amorosos e o coração mau.
23 Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno.
24 Quem odeia dissimula com os lábios, mas no seu íntimo esconde a falsidade;
24 Aquele que aborrece dissimula com os lábios, mas no íntimo encobre o engano;
25 quando ele vier com palavras suaves, não acredite nele, porque tem sete abominações em seu coração.
25 quando te falar suavemente, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Ainda que o seu ódio se encubra com falsidade, a sua maldade será exposta aos olhos de todos.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá publicamente.
27 Quem abre uma cova acaba caindo nela; e a pedra rolará sobre quem a pôs em movimento.
27 Quem abre uma cova nela cairá; e a pedra rolará sobre quem a revolve.
28 A língua falsa odeia aqueles a quem engana, e a boca lisonjeira é causa de ruína.
28 A língua falsa aborrece a quem feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína.

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