Provérbios 23

Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs ACF

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ACF Almeida Corrigida Fiel
1 Quando você se assentar para comer com um governador, leve bem em conta quem está diante de você.
1 Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para o que é posto diante de ti,
2 Encoste uma faca na sua própria garganta, se você é glutão.
2 E se és homem de grande apetite, põe uma faca à tua garganta.
3 Não cobice os pratos deliciosos que ele serve, porque essa comida é enganadora. — 7 —
3 Não cobices as suas iguarias porque são comidas enganosas.
4 Não se fatigue para ficar rico; não aplique nisso a sua inteligência.
4 Não te fatigues para enriqueceres; e não apliques nisso a tua sabedoria.
5 Você quer pôr os seus olhos naquilo que não é nada? Porque certamente a riqueza criará asas, como a águia que voa pelos céus. — 8 —
5 Porventura fixarás os teus olhos naquilo que não é nada? porque certamente criará asas e voará ao céu como a águia.
6 Não coma o pão do invejoso, nem cobice os seus pratos deliciosos.
6 Não comas o pão daquele que tem o olhar maligno, nem cobices as suas iguarias gostosas.
7 Porque, como imagina em sua alma, assim ele é. Ele diz: “Coma e beba!”, mas não está sendo sincero.
7 Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele. Come e bebe, te disse ele; porém o seu coração não está contigo.
8 Você vomitará o bocado que comeu e terá desperdiçado as palavras amáveis que falou. — 9 —
8 Vomitarás o bocado que comeste, e perderás as tuas suaves palavras.
9 Não fale com um tolo, porque ele desprezará a sabedoria das suas palavras. — 10 —
9 Não fales ao ouvido do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
10 Não remova os marcos antigos, nem entre nos campos dos órfãos,
10 Não removas os limites antigos nem entres nos campos dos órfãos,
11 porque o Redentor deles é forte e defenderá a causa deles contra você. — 11 —
11 Porque o seu redentor é poderoso; e pleiteará a causa deles contra ti.
12 Aplique o seu coração ao ensino e os seus ouvidos às palavras do conhecimento. — 12 —
12 Aplica o teu coração à instrução e os teus ouvidos às palavras do conhecimento.
13 Não deixe a criança sem disciplina, porque, se você a castigar com a vara, ela não morrerá.
13 Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá.
14 Você a castigará com a vara e livrará a alma dela do inferno. — 13 —
14 Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno.
15 Meu filho, se o seu coração for sábio, também o meu coração se alegrará;
15 Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio.
16 o meu íntimo exultará, quando os seus lábios falarem coisas retas. — 14 —
16 E exultarão os meus rins, quando os teus lábios falarem coisas retas.
17 Não tenha inveja dos pecadores; pelo contrário, persevere no temor do todo tempo.
17 O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no temor do Senhor todo dia.
18 Porque certamente haverá um futuro, e a sua esperança não será frustrada. — 15 —
18 Porque certamente acabará bem; não será malograda a tua esperança.
19 Escute, meu filho, e seja sábio; guie o seu coração no caminho reto.
19 Ouve tu, filho meu, e sê sábio, e dirige no caminho o teu coração.
20 Não se junte com os beberrões nem com os comilões,
20 Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.
21 porque os beberrões e os comilões acabam na pobreza, e a sonolência os levará a vestir trapos. — 16 —
21 Porque o beberrão e o comilão acabarão na pobreza; e a sonolência os faz vestir-se de trapos.
22 Escute o seu pai, que o gerou, e não despreze a sua mãe, quando ela envelhecer.
22 Ouve teu pai, que te gerou, e não desprezes tua mãe, quando vier a envelhecer.
23 Compre a verdade e não a venda; compre a sabedoria, a instrução e o entendimento.
23 Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24 O pai de um justo fica muito feliz, e quem gerar um filho sábio terá nele a sua alegria.
24 Grandemente se regozijará o pai do justo, e o que gerar um sábio, se alegrará nele.
25 Dê essa alegria ao seu pai e à sua mãe, e que se encha de felicidade aquela que o deu à luz. — 17 —
25 Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te gerou.
26 Meu filho, preste bem atenção no que eu digo, e que os seus olhos se agradem dos meus caminhos.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos.
27 Pois uma prostituta é como uma cova profunda, e a mulher estranha é como um poço estreito.
27 Porque cova profunda é a prostituta, e poço estreito a estranha.
28 Como assaltante, ela fica à espreita e multiplica entre os homens os infiéis. — 18 —
28 Pois ela, como um salteador, se põe à espreita, e multiplica entre os homens os iníquos.
29 Para quem são os ais? Para quem são os pesares? Para quem são as rixas? Para quem são as queixas? Para quem são os ferimentos sem motivo? E para quem são os olhos vermelhos?
29 Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos?
30 Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
30 Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando vinho misturado.
31 Não olhe para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e desce suavemente.
31 Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
32 Pois no fim morderá como a cobra e picará como a víbora.
32 No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá.
33 Os seus olhos verão coisas esquisitas, e o seu coração o levará a dizer coisas perversas.
33 Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.
34 Você será como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro do navio.
34 E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro.
35 Você dirá: “Fui espancado, mas não doeu; bateram em mim, mas eu não senti nada! Quando vou despertar? Então voltarei a beber.”
35 E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? aí então beberei outra vez.

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