Neemias 2

Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs BKJ

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1 No mês de nisã, no vigésimo ano do reinado de Artaxerxes, uma vez posto o vinho diante dele, eu o peguei e ofereci ao rei. Ora, nunca antes eu tinha estado triste diante dele.
1 E sucedeu no mês de nisã, no vigésimo ano do rei Artaxerxes, que o vinho estava diante dele; e eu apanhei o vinho, e o dei ao rei. Ora, eu nunca tinha estado triste na sua presença.
2 Então o rei me disse: — Por que o seu rosto está triste, se você não está doente? Isso tem de ser tristeza do coração! Então fiquei com muito medo
2 Porquanto, o rei me disse: Por que o teu semblante está triste, visto que não estás enfermo? Isto não é nada mais que tristeza de coração. Então eu fiquei muitíssimo temeroso,
3 e lhe respondi: — Que o rei viva para sempre! Como não estaria triste o meu rosto, se a cidade onde estão sepultados os meus pais está em ruínas e os seus portões foram queimados?
3 e disse ao rei: Que o rei viva para sempre; por que o meu semblante não estaria triste, quando a cidade, o lugar dos sepulcros dos meus pais, jaz em ruínas, e os seus portões estão consumidos pelo fogo?
4 O rei me disse: — O que você me pede agora? Então orei ao Deus dos céus
4 Então, o rei me disse: Que me pedes tu? Assim, orei ao Deus do céu.
5 e disse ao rei: — Se for do agrado do rei, e se este seu servo encontrou favor em sua presença, peço que o rei me envie a Judá, à cidade onde estão os túmulos dos meus pais, para que eu a reconstrua.
5 E eu disse ao rei: Se for do agrado do rei, e se o teu servo tem achado graça a tua vista, que tu me envies a Judá, à cidade dos sepulcros dos meus pais, para que eu possa edificá-la.
6 Então o rei, que tinha a rainha sentada ao seu lado, me perguntou: — Quanto vai durar a sua ausência? Quando você voltará? Marquei certo prazo, e o rei se deu por satisfeito e me deixou ir.
6 E o rei disse-me (estando a rainha também assentada junto a ele): Pois quanto tempo durará a viagem? E quando tu retornarás? Assim, aprouve ao rei me enviar; e eu lhe apontei um tempo.
7 Eu ainda disse ao rei: — Se for do agrado do rei, que ele me dê cartas para os governadores da região do outro lado do Eufrates, para que me permitam passar e entrar em Judá.
7 Além disso, eu disse ao rei: Se for do agrado do rei, que me sejam dadas cartas aos governadores dalém do rio, para que eles me permitam passar até que eu entre em Judá;
8 E também uma carta para Asafe, guarda das florestas do rei, para que me dê madeira para as vigas dos portões da cidadela do templo, para as muralhas da cidade e para a casa em que deverei me alojar. E o rei me deu o que eu pedi, porque a mão bondosa do meu Deus estava sobre mim.
8 e uma carta para Asafe, o guarda da floresta do rei, para que ele me dê madeira para fazer vigas para os portões do palácio que pertenciam à casa, e para a muralha da cidade, e para a casa na qual entrarei. E o rei me concedeu, segundo a boa mão do meu Deus sobre mim.
9 Então fui aos governadores da região do outro lado do Eufrates e lhes entreguei as cartas do rei. Ora, o rei tinha enviado comigo oficiais do exército e cavaleiros.
9 Então, cheguei até os governadores dalém do rio, e dei-lhes as cartas do rei. Ora, o rei tinha enviado comigo capitães do exército e cavaleiros.
10 Mas Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita, ficaram sabendo disto e não lhes agradou nem um pouco que alguém estivesse interessado no bem dos filhos de Israel.
10 Quando Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita, ouviu isto, afligiu-os muitíssimo que ali havia chegado um homem para buscar o bem-estar dos filhos de Israel.
11 Então cheguei a Jerusalém. Depois de esperar três dias,
11 Assim, eu vim até Jerusalém, e ali fiquei três dias.
12 me levantei à noite, junto com uns poucos homens que estavam comigo. Não declarei a ninguém o que o meu Deus havia posto no meu coração para eu fazer em Jerusalém. Não havia comigo animal algum, a não ser o que eu montava.
12 E eu me levantei à noite, eu e alguns poucos homens comigo; não contei a homem algum o que o meu Deus havia posto no meu coração para fazer em Jerusalém; nem havia qualquer animal comigo, salvo aquele que eu montava.
13 De noite, saí pelo Portão do Vale, em direção à Fonte do Dragão e ao Portão do Monturo, e inspecionei as muralhas de Jerusalém, que estavam em ruínas e cujos portões tinham sido destruídos pelo fogo.
13 E eu saí à noite junto ao portão do vale, a saber, diante do poço do dragão, até a porta do esterco, e vi as muralhas de Jerusalém, as quais estavam demolidas, e os seus portões estavam consumidos pelo fogo.
14 Passei ao Portão da Fonte e ao Tanque do Rei, mas não havia lugar por onde o animal que eu montava pudesse passar.
14 Então, segui adiante até o portão da fonte, e à piscina do rei; mas não havia lugar para o animal que estava debaixo de mim passar.
15 Subi à noite pelo vale, sempre inspecionando as muralhas. Voltei, entrei pelo Portão do Vale e fui para casa.
15 Então, eu subi à noite pelo ribeiro, e vi a muralha, e voltei, e entrei pelo portão do vale, e assim retornei.
16 Os magistrados não sabiam aonde eu tinha ido nem o que tinha feito, pois até ali eu não havia declarado coisa alguma, nem aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos nobres, nem aos magistrados, nem aos demais que iriam fazer a obra.
16 E os governantes não souberam aonde eu fui, nem o que fiz; tampouco eu tinha dito aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos nobres, nem aos governantes, nem aos mais que faziam a obra.
17 Então eu lhes disse: — Vocês estão vendo a miséria em que nós estamos: Jerusalém em ruínas e os seus portões destruídos pelo fogo. Venham, vamos reconstruir as muralhas de Jerusalém, para nos livrarmos desta vergonha.
17 Então eu lhes disse: Vós vedes a angústia na qual estamos, como Jerusalém está assolada, e os seus portões estão queimados pelo fogo; vinde, e edifiquemos a muralha de Jerusalém, para que não sejamos mais um opróbrio.
18 E lhes declarei como a mão bondosa do meu Deus havia estado sobre mim e também as palavras que o rei me havia falado. Então disseram: — Vamos nos preparar e começar a reconstrução! Então se prepararam para fazer esta boa obra.
18 Então eu lhes contei como a mão do meu Deus foi boa sobre mim; bem como as palavras que o rei me tinha falado. E eles disseram: Levantemo-nos e edifiquemos. Assim, eles fortaleceram as suas mãos para esta boa obra.
19 Porém, quando Sambalate, o horonita, Tobias, o servo amonita, e um árabe chamado Gesém souberam disso, zombaram de nós e nos desprezaram, dizendo: — O que é isso que vocês estão fazendo? Querem se rebelar contra o rei?
19 Mas quando ouviu isto Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo, amonita, e Gesém, o árabe, riram de nós por escárnio, e nos desprezaram, e disseram: Que coisa é esta que fazeis? Quereis rebelar-vos contra o rei?
20 Então lhes respondi: — O Deus dos céus é quem fará com que sejamos bem-sucedidos. Nós, seus servos, vamos nos preparar e começar a reconstrução. Mas vocês não têm parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém.
20 Então, lhes respondi e disse: O Deus do céu, ele nos fará prosperar; por isso nós, os seus servos, levantaremos e edificaremos; mas vós não tendes parte alguma, nem direito, nem memorial em Jerusalém.

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