Isaías 24
Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs ARIB
1 Eis que o Senhor vai devastar e desolar a terra, vai transtornar a sua superfície e dispersar os seus moradores.
1 Eis que o Senhor esvazia a terra e a desola, transtorna a sua superfície e dispersa os seus moradores.
2 O mesmo vai acontecer com todos: com o povo e com o sacerdote; com o servo e com o seu senhor; com a serva e com a sua dona; com o comprador e com o vendedor; com o que empresta e com o que toma emprestado; com o credor e com o devedor.
2 E o que suceder ao povo, sucederá ao sacerdote; ao servo, como ao seu senhor; à serva, como à sua senhora; ao comprador, como ao vendedor; ao que empresta, como ao que toma emprestado; ao que recebe usura, como ao que paga usura.
3 A terra será completamente devastada e totalmente saqueada, porque o é quem proferiu esta palavra.
3 De todo se esvaziará a terra, e de todo será saqueada, porque o Senhor pronunciou esta palavra.
4 A terra pranteia e murcha; o mundo enfraquece e murcha; enfraquecem os mais nobres do povo da terra.
4 A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra.
5 A terra está contaminada por causa dos seus moradores, porque transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna.
5 Na verdade a terra está contaminada debaixo dos seus habitantes; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram o pacto eterno.
6 Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela se tornam culpados. Por isso, os moradores da terra serão queimados, e poucas pessoas restarão.
6 Por isso a maldição devora a terra, e os que habitam nela sofrem por serem culpados; por isso são queimados os seus habitantes, e poucos homens restam.
7 O vinho pranteia, a videira murcha, e gemem todos os que estavam de coração alegre.
7 Pranteia o mosto, enfraquece a vide, e suspiram todos os que eram alegres de coração.
8 Cessou o som alegre dos tamborins, acabou o ruído dos que exultam, cessou o som alegre da harpa.
8 Cessa o folguedo dos tamboris, acaba a algazarra dos jubilantes, cessa a alegria da harpa.
9 Já não se bebe vinho entre canções; a bebida forte é amarga para os que a bebem.
9 Já não bebem vinho ao som das canções; a bebida forte é amarga para os que a bebem.
10 A cidade caótica está demolida; todas as casas estão fechadas, e ninguém consegue entrar.
10 Demolida está a cidade desordeira; todas as casas estão fechadas, de modo que ninguém pode entrar.
11 Gritam por vinho nas ruas; todo o riso desapareceu; a alegria foi banida da terra.
11 Há lastimoso clamor nas ruas por falta do vinho; toda a alegria se escureceu, já se foi o prazer da terra.
12 Na cidade, só restou a desolação, e o portão está em pedaços.
12 Na cidade só resta a desolação, e a porta está reduzida a ruínas.
13 O que acontecerá na terra, no meio dos povos, é como o sacudir da oliveira no tempo da colheita e o rebuscar das parreiras depois de acabada a vindima.
13 Pois será no meio da terra, entre os povos, como a sacudidura da oliveira, e como os rabiscos, quando está acabada a vindima.
14 Eles levantam a voz e cantam com alegria; por causa da glória do exultam desde o mar.
14 Estes alçarão a sua voz, bradando de alegria; por causa da majestade do Senhor clamarão desde o mar.
15 Por isso, no Oriente deem glória ao e, nas terras do mar, glorifiquem o nome do o Deus de Israel.
15 Por isso glorificai ao Senhor no Oriente, e na região litorânea do mar ao nome do Senhor Deus de Israel.
16 Dos confins da terra ouvimos cantar: “Glória ao Justo!” Mas eu digo: “Estou definhando! Estou definhando! Ai de mim! Os traidores estão traindo; sim, os traidores só tramam traições.”
16 Dos confins da terra ouvimos cantar: Glória ao Justo. Mas eu digo: Emagreço, emagreço, ai de mim! os pérfidos tratam perfidamente; sim, os pérfidos tratam muito perfidamente.
17 Terror, buracos e armadilhas esperam por vocês, moradores da terra.
17 O pavor, e a cova, e o laço vêm sobre ti, ó morador da terra.
18 Aquele que fugir da voz do terror cairá no buraco, e, se sair do buraco, será apanhado na armadilha. Porque as represas do alto se abrem, e tremem os fundamentos da terra.
18 Aquele que fugir da voz do pavor cairá na cova, e o que subir da cova o laço o prenderá; porque as janelas do alto se abriram, e os fundamentos da terra tremem.
19 A terra será totalmente quebrada, a terra ficará completamente despedaçada, a terra será violentamente sacudida.
19 A terra está de todo quebrantada, a terra está de todo fendida, a terra está de todo abalada.
20 A terra vai cambalear como um bêbado e balançar como uma cabana; a sua transgressão pesa sobre ela, ela cairá e nunca mais se levantará.
20 A terra cambaleia como o ébrio, e balanceia como a rede de dormir; e a sua transgressão se torna pesada sobre ela, e ela cai, e nunca mais se levantará.
21 Naquele dia, o Senhor castigará, nas alturas, os exércitos celestiais, e, na terra, castigará os reis da terra.
21 Naquele dia o Senhor castigará os exércitos do alto nas alturas, e os reis da terra sobre a terra.
22 Serão ajuntados como presos em masmorra e encerrados num cárcere; e, depois de muitos dias, serão castigados.
22 E serão ajuntados como presos numa cova, e serão encerrados num cárcere; e serão punidos depois de muitos dias.
23 A lua ficará corada de vergonha e o sol se envergonhará quando o reinar no monte Sião e em Jerusalém; e diante dos seus anciãos haverá glória.
23 Então a lua se confundirá, e o sol se envergonhará, pois o Senhor dos exércitos reinará no monte Sião e em Jerusalém; e perante os seus anciãos manifestará a sua glória.
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