1 Samuel 14
Nova Almeida Atualizada (NAA, 2017) vs BKJ
1 Um dia, Jônatas, filho de Saul, disse ao seu jovem escudeiro: — Venha, vamos até a guarnição dos filisteus, que está do outro lado. Porém ele não contou isso a seu pai.
1 Ora, sucedeu que, num dia, Jônatas, o filho de Saul, disse ao jovem que carregava a sua armadura: Vem e atravessemos até a guarnição dos filisteus que está no outro lado. Porém, ele não contou ao seu pai.
2 Saul se encontrava na extremidade de Gibeá, debaixo da romãzeira em Migrom. E o povo que estava com ele eram cerca de seiscentos homens.
2 E Saul esperou na parte extrema de Gibeá, debaixo de uma romãzeira que está em Migrom; e o povo que estava com ele era cerca de seiscentos homens;
3 Aías, filho de Aitube, irmão de Icabô, filho de Fineias, filho de Eli, sacerdote do Senhor em Siló, trazia a estola sacerdotal. O povo não sabia que Jônatas tinha ido.
3 e Aías, o filho de Aitube, o irmão de Icabô, o filho de Fineias, o filho de Eli, o sacerdote do SENHOR em Siló, que vestia um éfode. E o povo não sabia que Jônatas havia partido.
4 Entre os desfiladeiros pelos quais Jônatas procurava passar à guarnição dos filisteus, havia um penhasco íngreme de um lado, e outro penhasco íngreme do outro lado. Um se chamava Bozez; o outro, Sené.
4 E entre as passagens, pelas quais Jônatas procurava atravessar em direção à guarnição dos filisteus, havia uma rocha pontiaguda em um lado, e uma rocha pontiaguda no outro lado; e o nome de uma era Bozez, e o nome da outra era Sené.
5 Um deles se erguia ao norte, diante de Micmás; o outro, ao sul, diante de Geba.
5 A testeira de uma estava situada em direção ao norte, defronte a Micmás, e a outra em direção ao sul, defronte a Gibeá.
6 Jônatas disse ao seu escudeiro: — Venha, vamos até a guarnição desses incircuncisos. Talvez o
6 E Jônatas disse ao jovem que carregava sua armadura: Vem e atravessemos até a guarnição destes incircuncisos; pode ser que o SENHOR opere por nós; pois não há impedimento para o SENHOR salvar por meio de muitos ou por meio de poucos.
7 Então o escudeiro disse: — Faça tudo o que estiver em seu coração. Eu estou com você e farei o que você decidir.
7 E o escudeiro lhe disse: Faz tudo o que está no teu coração; volve-te, eis que estou contigo de acordo com o teu coração.
8 Jônatas respondeu: — Então vamos atravessar na direção daqueles homens e deixar que eles nos vejam.
8 Então Jônatas disse: Eis que atravessaremos até estes homens, e nos revelaremos a eles.
9 Se nos disserem assim: “Fiquem parados até que cheguemos perto de vocês”, então ficaremos onde estamos e não subiremos a eles.
9 Se eles nos disserem: Esperai até que venhamos a vós, então ficaremos em nosso lugar, e não subiremos a eles.
10 Porém se disserem: “Subam até aqui”, então subiremos, pois o Senhor os entregou em nossas mãos. Isto nos servirá de sinal.
10 Porém, se eles nos disserem: Subi até nós; então subiremos; pois o SENHOR no-los entregou na nossa mão; e isto será um sinal para nós.
11 Quando os dois se deixaram ver pela guarnição dos filisteus, estes disseram: — Eis que os hebreus estão saindo dos buracos onde estavam escondidos.
11 E ambos se revelaram para a guarnição dos filisteus; e os filisteus disseram: Eis que os hebreus saem das covas onde haviam se escondido.
12 Os homens da guarnição disseram a Jônatas e ao seu escudeiro: — Subam até aqui e nós daremos uma lição em vocês. Então Jônatas disse ao escudeiro: — Venha atrás de mim, porque o
12 E os homens da guarnição responderam a Jônatas e ao seu escudeiro, e disseram: Subi até nós, e mostraremos a vós uma coisa. E Jônatas disse ao seu escudeiro: Sobe atrás de mim; pois o SENHOR os entregou na mão de Israel.
13 Então Jônatas subiu engatinhando, e o seu escudeiro foi atrás. Os filisteus caíram diante de Jônatas, e o seu escudeiro os matava atrás dele.
13 E Jônatas subiu sobre as suas mãos e sobre os seus pés, e atrás dele o seu escudeiro; e eles caíram diante de Jônatas; e o seu escudeiro os matava atrás dele.
14 Neste primeiro ataque, Jônatas e o seu escudeiro mataram perto de vinte homens, numa pequena área de terra.
14 E aquele primeiro massacre que Jônatas e o seu escudeiro promoveram, foi de cerca de vinte homens, dentro de aproximadamente meio acre de terra, que uma junta de bois poderia arar.
15 Houve grande espanto no arraial, no campo e entre todo o povo. Também a guarnição e os saqueadores tremeram, e até a terra tremeu. Foi um terror causado por Deus.
15 E houve um tremor no exército, no campo, e no meio do povo todo; a guarnição e os espoliadores, eles também tremiam, e a terra tremeu; assim, foi um tremor grandiosíssimo.
16 Em Gibeá de Benjamim, as sentinelas de Saul olharam e eis que a multidão dos filisteus se dispersava, correndo uns para cá, outros para lá.
16 E os atalaias de Saul em Gibeá de Benjamim observavam; e eis que a multidão se dissolveu, e eles prosseguiram derrubando uns aos outros.
17 Então Saul disse ao povo que estava com ele: — Contem os soldados e vejam quem é que saiu do acampamento. Contaram, e eis que nem Jônatas nem o seu escudeiro estavam ali.
17 Então disse Saul ao povo que estava com ele: Contai agora, e vede quem deserdou de nós. E quando eles acabaram a contagem, eis que Jônatas e o seu escudeiro não estavam lá.
18 Saul disse a Aías: — Traga aqui a arca de Deus. Isso porque, naquele dia, ela estava com os filhos de Israel.
18 E Saul disse a Aías: Traz aqui a arca de Deus. Pois a arca de Deus estava, naqueles dias, com os filhos de Israel.
19 Enquanto Saul falava ao sacerdote, o alvoroço que havia no arraial dos filisteus aumentava cada vez mais. Então Saul disse ao sacerdote: — Desista de trazer a arca.
19 E sucedeu que, enquanto Saul falava com o sacerdote, o barulho que havia no exército dos filisteus prosseguiu e aumentou; e Saul disse ao sacerdote: Retira a tua mão.
20 Saul e todo o povo que estava com ele se reuniram e foram à batalha. E eis que a espada de um era contra o outro, e houve grande tumulto.
20 E Saul e todo o povo que com ele estava se reuniram, e eles vieram à batalha; e eis que a espada de cada homem estava contra o seu companheiro, e houve uma grande confusão.
21 Também os hebreus que anteriormente haviam estado com os filisteus e que tinham ido com eles ao arraial, também estes se juntaram com os israelitas que estavam com Saul e Jônatas.
21 Ademais, os hebreus que estavam com os filisteus antes daquele momento, os quais subiram com eles ao acampamento desde os campos ao redor, eles retornaram para estar com os israelitas que estavam com Saul e Jônatas.
22 Quando todos os homens de Israel que estavam escondidos na região montanhosa de Efraim ouviram que os filisteus estavam fugindo, também eles entraram na batalha e os perseguiram.
22 De modo semelhante, todos os homens de Israel, os quais haviam se escondido no monte Efraim quando ouviram que os filisteus fugiram, até eles também os perseguiram com afinco na batalha.
23 Assim o Senhor livrou Israel naquele dia. E a batalha passou além de Bete-Áven.
23 Assim, o SENHOR salvou Israel naquele dia; e a batalha atravessou até Bete-Áven.
24 Naquele dia os homens de Israel estavam angustiados, porque Saul havia levado o povo a fazer um juramento, dizendo: — Maldito o homem que comer algo antes de anoitecer, antes de eu me vingar dos meus inimigos. Por isso todo o povo se absteve de comer naquele dia.
24 E os homens de Israel ficaram angustiados naquele dia; pois Saul havia conjurado o povo, dizendo: Maldito seja o homem que comer qualquer alimento até a tarde, para que eu possa ser vingado dos meus inimigos. Assim, ninguém do povo provou qualquer alimento.
25 Todo o povo chegou a um bosque onde havia mel no chão.
25 E todos aqueles da terra chegaram a um bosque; e no chão havia mel.
26 Quando o povo entrou no bosque, eis que o mel estava escorrendo. Mas ninguém provou do mel, porque o povo estava com medo do juramento.
26 E quando o povo chegou ao bosque, eis que o mel pingava; mas nenhum homem levou sua mão à boca; pois o povo temia o juramento.
27 Jônatas, porém, não sabia que o pai havia levado o povo a fazer aquele juramento. Por isso, estendeu a ponta da vara que tinha na mão, e a molhou no favo de mel. Quando comeu, os seus olhos voltaram a brilhar.
27 Jônatas, porém, não ouviu quando o seu pai impôs sobre o povo o juramento; por isso estendeu a ponta da vara que estava na sua mão, e a enfiou em um favo de mel, e levou sua mão à boca; e os seus olhos foram aclarados.
28 Então alguém do meio do povo disse: — O seu pai levou o povo a jurar solenemente, dizendo: “Maldito o homem que comer algo no dia de hoje.” Por isso o povo está exausto.
28 Então, respondeu um do povo, e disse: O teu pai impôs severamente ao povo um juramento, dizendo: Maldito seja o homem que comer qualquer alimento neste dia. E o povo ficou debilitado.
29 Então Jônatas disse: — Meu pai trouxe desastre sobre a terra. Vejam como os meus olhos brilham por ter eu provado um pouco deste mel.
29 Então disse Jônatas: O meu pai perturbou a terra; vê, rogo-te, como os meus olhos foram alumiados porque provei um pouco deste mel.
30 Teria sido muito melhor se hoje o povo tivesse comido livremente do que encontrou entre os despojos de seus inimigos. A derrota dos filisteus teria sido bem maior!
30 Quanto mais, se o povo, quiçá, tivesse comido hoje livremente do despojo dos seus inimigos os quais encontraram? Pois, não teria havido um massacre muito maior entre os filisteus?
31 Naquele dia derrotaram os filisteus, desde Micmás até Aijalom. O povo estava muito exausto.
31 E eles feriram os filisteus naquele dia desde Micmás até Aijalom; e o povo estava muito debilitado.
32 Então, lançando-se sobre o despojo, pegaram ovelhas, bois e bezerros, e os mataram no chão, e comeram a carne com sangue.
32 E o povo voou sobre o despojo, e tomou as ovelhas, e bois, e novilhos, e os mataram no chão; e o povo os comeu com o sangue.
33 Foram contar isto a Saul, dizendo: — Eis que o povo está pecando contra o Saul gritou: — Traidores! Rolem para aqui uma grande pedra.
33 Então, eles disseram a Saul: Eis que o povo peca contra o SENHOR, ao comer com o sangue. E ele disse: Vós tendes transgredido; rolai uma grande pedra até mim neste dia.
34 E Saul disse mais: — Espalhem-se entre o povo e digam a eles que cada um me traga o seu boi, a sua ovelha, e que os matem aqui, e então comam. E que não pequem contra o Então todo o povo trouxe, de noite, cada um o seu boi e o matou ali.
34 E Saul disse: Dispersai-vos no meio do povo, e dizei a eles: Trazei-me aqui cada homem o seu boi, e cada homem a sua ovelha, e matai-os aqui, e comei; e não pequeis contra o SENHOR ao comer com o sangue. E todo o povo trouxe, cada homem, o seu boi consigo naquela noite, e ali os mataram.
35 E Saul edificou um altar ao Senhor . Foi o primeiro altar que lhe edificou.
35 E Saul edificou um altar para o SENHOR; este foi o primeiro altar que ele edificou ao SENHOR.
36 Então Saul disse: — Vamos descer esta noite no encalço dos filisteus. Vamos saqueá-los até o raiar do dia, e não deixemos que fique nem sequer um deles. Eles responderam: — Faça como achar melhor.
36 E Saul disse: Desçamos atrás dos filisteus à noite, e os espoliemos até a luz matinal, e não deixemos deles um só homem. E eles disseram: Faze tudo o que te parecer bem. Então, disse o sacerdote: Acheguemo-nos para cá, para mais perto de Deus.
37 Mas o sacerdote disse: — Vamos primeiro nos aproximar de Deus. Então Saul consultou a Deus, dizendo: — Devo descer no encalço dos filisteus? Tu os entregarás nas mãos de Israel? Porém naquele dia Deus não lhe respondeu.
37 E Saul pediu conselho a Deus: Devo descer atrás dos filisteus? Irás tu entregá-los na mão de Israel? Mas ele não lhe respondeu naquele dia.
38 Então Saul disse: — Venham cá, todos os chefes do povo, e informem-se e descubram qual é o pecado que foi cometido hoje.
38 E Saul disse: Achegai-vos aqui perto, todos os chefes do povo; e saibais e vede no que foi este pecado neste dia.
39 Porque tão certo como vive o Senhor , que salva Israel, ainda que o meu filho Jônatas seja o culpado, certamente morrerá. Porém ninguém de todo o povo lhe respondeu.
39 Pois, como vive o SENHOR, que salva Israel, mesmo que esteja em Jônatas, meu filho, ele certamente morrerá. Porém não houve um homem sequer do meio de todo o povo que lhe respondesse.
40 Então Saul disse a todo o Israel: — Fiquem vocês de um lado, e eu e o meu filho Jônatas ficaremos do outro. E o povo disse a Saul: — Faça como achar melhor.
40 Então, ele disse a todo o Israel: Estejais vós em um lado, e eu e Jônatas, meu filho, estaremos no outro lado. E o povo disse a Saul: Faz o que parecer bem aos teus olhos.
41 Então Saul falou ao Senhor , Deus de Israel: — Mostra a verdade. Então Jônatas e Saul foram indicados por sorteio, e o povo saiu livre.
41 Por isso Saul disse ao SENHOR Deus de Israel: Dê a sorte perfeita. E Saul e Jônatas foram apanhados; mas o povo escapou.
42 Então Saul disse: — Lancem a sorte entre mim e Jônatas, meu filho. E Jônatas foi indicado.
42 E Saul disse: Lançai sorte entre mim e Jônatas, o meu filho. E Jônatas foi apanhado.
43 Então Saul disse a Jônatas: — Diga-me o que foi que você fez. E Jônatas respondeu: — Eu apenas provei um pouco de mel com a ponta da vara que tinha na mão. Eis-me aqui; estou pronto para morrer.
43 Então Saul disse a Jônatas: Conta-me o que fizeste. E Jônatas lhe contou, e disse: Tudo o que fiz foi provar um pouco de mel com a ponta da vara que estava na minha mão, e eis que devo morrer.
44 Então Saul disse: — Que Deus me castigue se você não for morto, Jônatas.
44 E Saul respondeu: Deus assim o faça e ainda mais; pois tu certamente morrerás, Jônatas.
45 Porém o povo disse a Saul: — Como é que Jônatas pode ser morto, ele que efetuou tamanha salvação em Israel? Nada disso! Tão certo como vive o Assim o povo salvou Jônatas, para que não morresse.
45 E o povo disse a Saul: Morrerá Jônatas, o que trouxe esta grande salvação em Israel? Deus nos livre; como vive o SENHOR, nenhum cabelo da sua cabeça cairá ao chão; pois ele trabalhou com Deus neste dia. Assim, o povo resgatou Jônatas, para que não morresse.
46 E Saul deixou de perseguir os filisteus, e estes voltaram para a sua terra.
46 Então, Saul subiu da perseguição aos filisteus; e os filisteus foram para o seu próprio lugar.
47 Quando assumiu o reinado de Israel, Saul lutou contra todos os seus inimigos ao redor: contra Moabe, os filhos de Amom e Edom; contra os reis de Zobá e os filisteus; e, para onde quer que se voltava, era vitorioso.
47 Assim, Saul assumiu o reinado de Israel, e lutou contra todos os seus inimigos de todos os lados: contra Moabe, e contra os filhos de Amom, e contra Edom, e contra os reis de Zobá, e contra os filisteus; e para onde quer que ele se voltava, ele os atormentava.
48 Lutou com coragem, derrotando os amalequitas e libertando Israel das mãos dos que o saqueavam.
48 E ele reuniu um exército, e feriu os amalequitas, e livrou Israel das mãos daqueles que os espoliavam.
49 Os filhos de Saul eram Jônatas, Isvi e Malquisua. Os nomes de suas duas filhas eram Merabe, a mais velha, e Mical, a mais nova.
49 Ora, os filhos de Saul eram Jônatas, e Isvi, e Malquisua; e os nomes das suas duas filhas eram estes; o nome da primogênita, Merabe, e o nome da mais nova, Mical.
50 A mulher de Saul se chamava Ainoã, filha de Aimaás. O nome do general do seu exército era Abner, filho de Ner, tio de Saul.
50 E o nome da esposa de Saul era Ainoã, a filha de Aimaás; e o nome do capitão do seu exército era Abner, o filho de Ner, o tio de Saul.
51 Quis era pai de Saul; e Ner, pai de Abner, era filho de Abiel.
51 E Quis era o pai de Saul; e Ner, o pai de Abner, era o filho de Abiel.
52 Durante todo o reinado de Saul, houve forte guerra contra os filisteus. Por isso, sempre que via um homem forte e valente, Saul o agregava a si.
52 E houve guerra intensa contra os filisteus todos os dias de Saul; e quando Saul via qualquer homem forte, ou qualquer homem valente, ele o tomava para si.
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