Jeremias 51

Godɨn Eghaghanim: Akar Gavgavir Dɨkɨrɨzir Ghurim ko Igiam (MSY2020) vs VC

Sair da comparação
VC Versão Católica
1 Ikiavɨra Itir God kamaghɨn mɨkeme:
1 Eis o que declara o Senhor: vou levantar contra Babilônia e sua população de Lebcamai um vento de destruição.
2 Kɨ gumazitaba ameghtɨ me izɨ amɨnim raiziabar mɨsevibagh ivarazɨ da ghuezɨ moghɨn Babilonia giveragham.
2 Vou enviar a Babilônia cesteiros que a irão joeirar, e que lhe deixarão vazia a terra, porque, no dia da desgraça, de todos os lados cairão sobre ela.
3 Ia Babilonɨn apaniba, kɨ kamaghɨn ia mɨgei,
3 Que o arqueiro não retese seu arco contra o arqueiro nem se pavoneie em sua couraça. Não lhe poupeis a mocidade; exterminai todo o seu exército.
4 Ia uan barir afuzibar Babilonia gasɨtɨ,
4 Caiam eles, feridos de morte, na terra dos caldeus, e transpassados nas ruas de Babilônia!
5 Israelia ko Judaba faragha uan nguazimɨn itir dughiamɨn,
5 Porque Israel e Judá não enviuvaram do seu Deus, o Senhor dos exércitos, se bem que sejam terras cheias de crimes contra o Santo de Israel.
6 Ia Israelia ko Judaba, ia arɨmangegh deraghvɨra ikiam.
6 Fugi para longe do recinto de Babilônia; que cada um salve a vida e não pereça nos seus crimes, pois chegado é o tempo da vingança do Senhor que lhe vai dar o que mereceu.
7 Ikiavɨra Itir God fomɨra nguazir kamɨn kantriba, ivezir kuram isɨ bar adar anɨngasa,
7 Era Babilônia na mão do Senhor qual taça de ouro que embriagava toda a terra; bebiam as nações o seu vinho e enlouqueciam.
8 Eghtɨ Babilon uabɨ zuamɨra irɨgh ikuvigham.
8 Caiu, porém, de repente, Babilônia: está esmagada. Chorai sobre ela! Ide à procura de um bálsamo para a sua ferida; talvez venha a curar-se.
9 Eghtɨ Israelia ko Judaba an aven ikɨ kamaghɨn mɨkɨmam,
9 Tentamos curar Babilônia, mas em vão. Deixai-a! Vamos cada qual para sua terra. Atingem o céu as suas faltas, sobem tão alto quanto as nuvens.
10 Ikiavɨra Itir God Babilon gasɨghasɨki,
10 Pôs o Senhor em evidência a justiça de nossa causa. Vinde, a fim de que narremos em Sião a obra do Senhor, nosso Deus!
11 Ia Babilonɨn apaniba, ia mɨdorozim bagh mangɨsɨ
11 Aguçai vossas flechas! Colocai vossos escudos! Excitou o Senhor o espírito dos reis da Média, terra que deseja destruir Babilônia. É a vingança do Senhor, a vingança do seu templo.
12 Ia apaniba, ia nir avɨzir ababanim ghufeghtɨ,
12 Levantai bandeira sobre os muros de Babilônia! Reforçai a guarda! Colocai sentinelas! Armai emboscadas! Porque o Senhor executa o plano que concebeu, a ameaça que proferiu contra os babilônicos.
13 O Babilon, nɨ dɨpar avɨriba ko bizir aghuir bar avɨriba nɨn nguibamɨn iti.
13 Tu que te assentas sobre as grandes águas, e que possuis imensos tesouros, chegou teu fim. Acabaram-se as tuas rapinas.
14 Ikiavɨra Itir Godɨn Gavgaviba Bar Itim, a guizbangɨra uan ziamɨn pɨn arɨgha mɨkeme.
14 Jurou-o o Senhor dos exércitos, por si mesmo: Encher-te-ei de homens tão numerosos como gafanhotos, que lançarão gritos triunfantes sobre ti.
15 Ikiavɨra Itir God uan gavgavimɨn nguazir kamɨn ingari.
15 Criou ele a terra por seu poderio; firmou o mundo com a sua sabedoria, e em sua inteligência estendeu os céus.
16 A tiarim akarigha mɨgeima, overiam bar pamtemɨn tɨngazi.
16 Ao som de sua voz acumularam-se as águas nos céus; dos confins da terra faz subirem as nuvens, resolve em chuvas os relâmpagos, e de seus reservatórios tira os ventos.
17 Ezɨ gumazamiziba, me bar onganigha bizitam gɨfozir puvatɨ.
17 Atônitos ficam, então, os homens. Envergonha-se o artífice da estátua que modelou, porque os ídolos que fundiu não passam de mentiras, e não possuem vida.
18 Kar me dɨbovir akabav kɨmasa pura ingarigha arɨghizir bizir kɨniba.
18 São apenas vãos simulacros, que se desvanecerão no dia do castigo,
19 Ezɨ Ikiavɨra Itir God, a Jekopɨn ovavir boribar God, a uabɨ biziba bar dar ingari.
19 O mesmo não acontecerá àquele que é a herança de Jacó, pois ele criou tudo, e Israel é a tribo do seu patrimônio. Seu nome é Javé dos exércitos.
20 Ikiavɨra Itir God kamaghɨn mɨgei:
20 És para mim um martelo, uma arma de guerra. Por teu intermédio esmago nações, aniquilo reinos
21 Kɨ nɨ inigha mɨdorozir hoziaba, ko gumazir hoziabagh apiaziba amɨsaragharɨki.
21 e destruo o cavalo e o cavaleiro, o carro e o cocheiro
22 Kɨ nɨ inigha, bar gumaziba ko amiziba amɨsaragharɨki.
22 por meio de ti despedaço homens e mulheres, velhos e crianças e quebranto o jovem e a jovem.
23 Kɨ nɨ inigha sipsipba ko me geghuva men garir gumaziba sara mɨsaragharɨki.
23 Por tuas mãos exterminarei pastores e rebanhos, lavradores e suas juntas, governantes e magistrados.
24 “Egha kɨ Ikiavɨra Itir God, kɨ mɨkeme,
24 Mas, à Babilônia e aos caldeus retribuirei, ante vossos olhos, todo o mal que fizeram a Sião - oráculo do Senhor.
25 “Babilon, nɨ oragh. Nɨn gavgavim bar ekevegha mati mɨghsɨar ekiam,
25 É contra ti que me lanço, monte destruidor - oráculo do Senhor -, tu que destróis toda a terra; contra ti vou estender a mão, para precipitar-te do alto dos rochedos, e fazer de ti montanha em chamas.
26 Eghtɨ gumazitam dɨpenimɨn mɨkebamɨn asɨsɨ, nɨn aven dagɨatam inighan kogham.
26 De teus escombros não se poderá tirar pedra de ângulo, nem pedra de alicerce, porque te hás de transformar em eterna ruína - oráculo do Senhor.
27 Ia kantrin avɨribar tongɨn akaba amang,
27 Por toda a terra erguei o estandarte, tocai a trombeta entre as nações. E contra ela uni os povos em guerra santa, mobilizai os reinos de Ararat, de Meni e Ascenez! Contra ela nomeai escribas recrutadores, e lançai os cavalos, quais gafanhotos eriçados.
28 Egh uaghan Midian atriviba ko, gumazir dapaniba ko, gumazamizir Midian gavman gativagha an gariba, ia men diagh.
28 Recrutai contra ela os povos em guerra santa, os reis da Média, seus governadores e oficiais, e todas as terras de seu domínio.
29 Ikiavɨra Itir God Babilon gasɨghasɨghasa mɨkemegha gɨfa,
29 Treme a terra e se turba, porque se cumpre a ameaça do Senhor, contra Babilônia, de reduzir a terra de Babilônia a um lugar ermo e de horror.
30 Babilonɨn mɨdorozir gumaziba mɨdorozim ategh, mɨdorozir dɨpenir gavgavimɨn aven ikiam.
30 Deixaram de lutar os guerreiros de Babilônia, abrigando-se nas fortalezas. Quebrou-se-lhes o vigor, mais pareciam mulheres. Incendiaram-se as casas: quebram-se os ferrolhos.
31 Gumazir akaba inigha izir avɨriba, ivemar mangɨ ivɨvɨgh Babilonɨn atrivim mɨkɨmam,
31 Surgem correio sobre correio, mensageiros sobre mensageiros, anunciando ao rei de Babilônia que toda a cidade se acha cercada,
32 Apaniba dɨpabagh iregh vongɨn mangamin tuaviba inigh,
32 que estão fechadas as passagens e os fortins em fogo, e consternados os guerreiros.
33 Ikiavɨra Itir Godɨn Gavgaviba Bar Itim, Israelian God, a kamaghɨn mɨkeme:
33 Porque eis o que falou o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Assemelha-se a filha de Babilônia à eira do tempo do apisoamento, ainda por um pouco, e para ela logo virá o tempo da colheita.
34 — ausente —
34 Tragou-me, partiu-me Nabucodonosor, rei de Babilônia, deixou-me qual vaso vazio. Engoliu-me, como o faria um dragão, enchendo o ventre do que de melhor eu possuía, e expulsou-me.
35 — ausente —
35 Recaia sobre Babilônia a nossa carne dilacerada!, dizem os habitantes de Sião; E sobre a Caldéia o meu sangue derramado!, diz Jerusalém.
36 Ezɨ Ikiavɨra Itir God kamaghɨn mɨgei:
36 Eis por que, assim falou o Senhor: Vou tomar tua causa em minhas mãos, e hei de vingar-te. Porei teu mar a seco e estancarei suas nascentes.
37 Kɨ Babilon gasɨghasightɨ, an dagɨar pozibara ikiam.
37 Tornar-se-á Babilônia um amontoado de pedras, covil de chacais, objeto de horror, lugar ermo, que será escarnecido.
38 Eghtɨ Babilonia laionbar mɨn tiariba akar dɨmdɨar kuram damuam.
38 Rugem seus homens em multidão como leões, e rosnam como leõezinhos.
39 Ezɨ kɨ Ikiavɨra Itir God, kɨ guizbangɨra mɨgei:
39 Quando estiverem sequiosos, dar-lhes-ei de beber, e os embriagarei a fim de que se deleitem, adormecendo-os num sono eterno, do qual não mais despertem - oráculo do Senhor.
40 Mati gumaziba sipsipɨn nguziba ko, sipsipɨn apuriba ko, memen apuribagh ami moghɨn,
40 Fá-los-ei, como carneiros, descer ao matadouro, quais cordeiros e cabritos.
41 Ikiavɨra Itir God kamaghɨn mɨkeme:
41 Como foi tomada Sesac, e vencida a glória de toda a terra? Como se tornou Babilônia objeto de horror, no meio das nações?
42 Apaniba Babilonia avaragham,
42 Subiu o mar contra Babilônia, e ela foi coberta pela multidão de suas ondas.
43 An nguibar ekiaba bar ikuvigham.
43 Tornaram-se desertos seus arredores, terra árida e desolada, onde ninguém mais há de morar, e nenhum ser humano habitar.
44 Kɨ mɨzazim Bel gasegham, a Babilonɨn asem.
44 Castigarei Bel em Babilônia tirando-lhe da boca o que havia comido. E dela não se acercarão mais as nações. Eis que se desmorona a muralha de Babilônia!
45 “Ia nan gumazamiziba, ia Babilon ategh aregh.
45 Sai de lá, povo meu! Salve cada um a própria vida, ante a cólera ardente do Senhor!
46 Ia tintinibar akar nguazir kamɨn otiviba baragh,
46 Não se desfaleça o vosso coração. Não tenhais medo das notícias que se farão ouvir na terra. Durante um ano um rumor far-se-á ouvir e outro rumor no ano seguinte: Violências na terra, tirano contra tirano.
47 Kɨ dughiar mam amɨsefe, egh dughiar kamɨn,
47 Eis por que virão dias em que me lançarei contra os ídolos de Babilônia: será, então, coberta de vergonha a terra inteira, em cujo meio cairão os homens feridos de morte.
48 Kɨ Ikiavɨra Itir God, kɨ ghaze,
48 O céu, a terra e tudo quanto encerram lançarão sobre Babilônia exclamações de alegria - oráculo do Senhor - porque contra ela se lançaram os devastadores vindos do norte.
49 Babilonɨn arazir kamra,
49 Ó mortos de Israel, necessário é que caia Babilônia por sua vez, assim como, por causa dela, caíram todos os mortos da terra.
50 Eghtɨ ia Israelia, Babilonia ia gasɨghasɨghizir puvatɨzir darasi, ia zuamɨra Babilon ategh arɨ mangegh.
50 Escapai da espada; parti, não vos detenhais. Na terra longínqua, não vos esqueçais do Senhor, e seja Jerusalém o sonho de vossos corações.
51 Egha datɨrɨghɨn ia kamaghɨn mɨgei:
51 Estamos confundidos; ouvimos a injúria, e a vergonha cobriu-nos os rostos, porque estrangeiros penetraram no santuário do templo.
52 Ikiavɨra Itir God kamaghɨn mɨkeme:
52 Eis por que virão dias - oráculo do Senhor - em que me lançarei contra os ídolos de Babilônia e em que, na terra inteira, gemerão aqueles que são massacrados.
53 Eghtɨ Babilon ti overiamɨn ghuanabogh, egh mɨsoghamin danganir gavgavimɨn ingarightɨ,
53 Ainda que Babilônia atingisse os céus e sua alta fortaleza se tornasse inacessível, os devastadores, sob minhas ordens, não deixarão de alcançá-la - oráculo do Senhor.
54 Ararer ekiam Babilonɨn otogham.
54 Eleva-se de Babilônia um clamor, e da Caldéia irrompe um tumulto de grande desastre.
55 Eghtɨ apanir avɨriba izɨ Babilonia mɨsogh, nɨgɨnir ekiam damuam,
55 É o Senhor quem devasta Babilônia, fazendo-lhe calar o ruído das vozes. Bramem como torrentes de água as suas ondas e ressoam os seus gritos,
56 Gumazir bizibagh asɨghasɨziba, me izɨ Babilon mɨsogh me dɨkabɨragham.
56 porquanto contra Babilônia se arrojou o devastador. Foram presos os guerreiros e quebrados os seus arcos, porque o Senhor, que é o Deus das contas, não deixará de lhes dar a paga.
57 Atrivir kam, an ziam, Ikiavɨra Itir Godɨn Gavgaviba Bar Itim, kamaghɨn mɨkeme:
57 Embriagarei seus chefes e seus sábios, seus governantes, oficiais e guerreiros que dormirão um sono eterno e jamais despertarão! - Oráculo do rei, cujo nome é Javé dos exércitos.
58 Kɨ Ikiavɨra Itir Godɨn Gavgaviba Bar Itim, kɨ ghaze:
58 Eis o que diz o Senhor dos exércitos: as muralhas imensas de Babilônia serão inteiramente arrasadas, e suas portas, altas como são, incendiadas. Assim, de nada valeram os sofrimentos dos povos, e em proveito do fogo esgotaram-se as nações.
59 Ezɨ namba 4ɨn azenimɨn Sedekaia Judan atrivimɨn itir dughiamɨn, Jeremaia akar mam Babilonɨn anemada. Ezɨ dughiar kamɨn, Atrivim Sedekaia Babilonɨn mangasava amima, Seraia a ko mangasa. Seraia a Nerian otarim, egha Masean igiavotarim. An atrivimɨn ingangarir gumazim. Jeremaia akar kam isa a ganɨngi.
59 Eis a ordem dada pelo profeta Jeremias a Saraías, filho de Néria, filho de Maasias, ao ir a Babilônia com Sedecias, rei de Judá, no quarto ano de seu reinado. Era Saraías o camareiro-mor.
60 Jeremaia bizir kurar bar Babilonɨn otivamiba bagha akam akɨnafarimɨn an osiri, kar akar Ikiavɨra Itir God a ganɨngiziba.
60 Havia Jeremias escrito num livro todas as calamidades que haveriam de atingir Babilônia e todas as predições sobre ela.
61 Ezɨ Jeremaia kamaghɨn Seraia mɨgei, “Nɨ mangɨ Babilonɨn otoghamin dughiam, nɨ akar kaba bar adar ponegh.
61 E disse, então, a Saraías: Quando chegares a Babilônia, procurarás um meio de ler todas essas palavras.
62 Egh nɨ kamaghɨn God ko mɨkɨm, ‘O Ikiavɨra Itir God, nɨ nguibar kam gasɨghasɨghasa mɨkemegha gɨfa, eghtɨ gumazitam ko asɨzitam an ikian kogham. Eghtɨ dughiabar zurara danganir kam pura ikiam.’
62 Assim, dirás: Senhor, fostes vós que declarastes a destruição desta cidade, que se tornaria inabitável para homens e animais, transformando-se em solidão eterna.
63 Seraia, nɨ akɨnafarir kam dɨponegh God ko mɨkemegh, dagɨatam akɨnafarir kamɨn a righɨva anekunightɨ, a Yufretisɨn Fanemɨn magɨrɨgh.
63 E quando terminares a leitura do que nele se acha escrito, tu o ligarás a uma pedra e o lançarás ao Eufrates,
64 Egh nɨ kamaghɨn Ikiavɨra Itir Godɨn akam akun, ‘Kɨ Ikiavɨra Itir God, kɨ bar Babilon gasɨghasigham. Babilon akɨnafarir kamɨn mɨn magɨram, egh uam otoghan kogham.’ ”
64 Dizendo: assim será mergulhada Babilônia, sem que jamais se possa erguer da calamidade que lançarei contra ela. {E cairão extenuados.} Fim dos oráculos de Jeremias.

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