Cânticos 7

Luther 1545 (LUTH1545) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Kehre wieder, kehre wieder, o Sulamith! Kehre wieder, kehre wieder, daß wir dich schauen! Was sehet ihr an Sulamith? Den Reigen zu Mahanaim.
1 Que formosos são os teus passos dados de sandálias, ó filha do príncipe! Os meneios dos teus quadris são como colares trabalhados por mãos de artista.
2 Wie schön ist dein Gang in den Schuhen, du Fürstentochter! Deine Lenden stehen gleich aneinander wie zwo Spangen, die des Meisters Hand gemacht hat.
2 O teu umbigo é taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre é monte de trigo, cercado de lírios.
3 Dein Nabel ist wie ein runder Becher, dem nimmer Getränk mangelt. Dein Bauch ist wie ein Weizenhaufen, umsteckt mit Rosen.
3 Os teus dois seios, como duas crias, gêmeas de uma gazela.
4 Deine zwo Brüste sind wie zwei junge Rehzwillinge.
4 O teu pescoço, como torre de marfim; os teus olhos são as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco.
5 Dein Hals ist wie ein elfenbeinerner Turm. Deine Augen sind wie die Teiche zu Hesbon, am Tor Bathrabbim. Deine Nase ist wie der Turm auf Libanon, der gegen Damaskus siehet.
5 A tua cabeça é como o monte Carmelo, a tua cabeleira, como a púrpura; um rei está preso nas tuas tranças.
6 Dein Haupt stehet auf dir wie Karmel. Das Haar auf deinem Haupt ist wie der Purpur des Königs in Falten gebunden.
6 Quão formosa e quão aprazível és, ó amor em delícias!
7 Wie schön und wie lieblich bist du, du Liebe in Wollüsten!
7 Esse teu porte é semelhante à palmeira, e os teus seios, a seus cachos.
8 Deine Länge ist gleich einem Palmbaum und deine Brüste den Weintrauben.
8 Dizia eu: subirei à palmeira, pegarei em seus ramos. Sejam os teus seios como os cachos da vide, e o aroma da tua respiração, como o das maçãs.
9 Ich sprach: Ich muß auf den Palmbaum steigen und seine Zweige ergreifen. Laß deine Brüste sein wie Trauben am Weinstock und deiner Nase Geruch wie Äpfel
9 Os teus beijos são como o bom vinho, Esposa vinho que se escoa suavemente para o meu amado, deslizando entre seus lábios e dentes.
10 und deine Kehle wie guter Wein, der meinem Freunde glatt eingehe und rede von fernigem.
10 Eu sou do meu amado, e ele tem saudades de mim.
11 Mein Freund ist mein und er hält sich auch zu mir.
11 Vem, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.
12 Komm, mein Freund, laß uns aufs Feld hinausgehen und auf den Dörfern bleiben,
12 Levantemo-nos cedo de manhã para ir às vinhas; vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras; dar-te-ei ali o meu amor.
13 daß wir frühe aufstehen zu den Weinbergen, daß wir sehen, ob der Weinstock blühe und Augen gewonnen habe, ob die Granatapfelbäume ausgeschlagen sind; da will ich dir meine Brüste geben.
13 As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há toda sorte de excelentes frutos, novos e velhos; eu tos reservei, ó meu amado.
14 Die Lilien geben den Geruch, und vor unserer Tür sind allerlei edle Früchte. Mein Freund, ich habe dir beide, heurige und fernige, behalten.
14 — ausente —

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