Isaías 5

BUKU BAEPOLE (KYC) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Nambana mona retenge dokona suu pyaa.
1 Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha em um outeiro fértil.
2 Baame kana dupwa nyuo kakondao yuu ape ape pyao pingi.
2 E a cercou, e a limpou das pedras, e a plantou de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre e também construiu nela um lagar; e esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas.
3 Dokona lao Juta Jerusaleme palenge wambu nakamame namba mende pii napusa pilyape panda girapo ee baame pilyape lao soo kandapala lalapape.
3 Agora, pois, ó moradores de Jerusalém e homens de Judá, julgai, vos peço, entre mim e a minha vinha.
4 Nambame piruli mende kaeyapala namba isa pupunusa pilyape? Dopa pyuo isa paa naronde ramo doko akipamo keyange lyera lao kandaro karapunu kata dokona kau pingi aiyange doko yapo lyilyape?
4 Que mais se podia fazer à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? E como, esperando eu que desse uvas boas, veio a produzir uvas bravas?
5 Nambame piru doko dapa pyuo pirunu kandalapale. Doko kame maronge dupwa lalyuo asu pinyi nembapala kame angi suwa menape kame piro karena lao piyu dupwa lalyinyi nembo mena rakaiye wii saape kame lalyuo nyuo pirunupa nao mena gulungalu lao karenale.
5 Agora, pois, vos farei saber o que eu hei de fazer à minha vinha: tirarei a sua sebe, para que sirva de pasto; derribarei a sua parede, para que seja pisada;
6 Ranome ando girapo anamasi minyinya laro lao dokopa pyakepanyi nembo yuu kapu kyuo pii naro. Dopa pingi kandale doko suu pyao nepereke ikyaikyape pulyinya lao piru. Namba kopa dokome apu kata mai nana lao lamairu.
6 e a tornarei em deserto; não será podada, nem cavada; mas crescerão nela sarças e espinheiros; e às nuvens darei ordem que não derramem chuva sobre ela.
7 Isaraele wambu dupwa Kamongo Porai Wakasana isa girapo ee mendeke ingyuo serenge.
7 Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das suas delícias; e esperou que exercessem juízo, e eis aqui opressão; justiça, e eis aqui clamor.
8 — ausente —
8 Ai dos que ajuntam casa a casa, reúnem herdade a herdade, até que não haja mais lugar, e fiquem como únicos moradores no meio da terra!
9 — ausente —
9 A meus ouvidos disse o Senhor dos Exércitos: Em verdade que muitas casas ficarão desertas, e até as grandes e excelentes, sem moradores.
10 — ausente —
10 E dez jeiras de vinha não darão mais do que um bato; e um ômer de semente não dará mais do que um efa.
11 — ausente —
11 Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice! E se demoram até à noite, até que o vinho os esquenta!
12 — ausente —
12 Harpas, e alaúdes, e tamboris e pífanos, e vinho há nos seus banquetes; e não olham para a obra do Senhor , nem consideram as obras das suas mãos.
13 — ausente —
13 Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede.
14 — ausente —
14 Por isso, a sepultura aumentou o seu apetite e abriu a boca desmesuradamente; e a glória deles, e a sua multidão, e a sua pompa, e os que entre eles folgavam a ela desceram.
15 — ausente —
15 Então, o plebeu se abaterá, e o nobre se humilhará; e os olhos dos altivos se humilharão.
16 — ausente —
16 Mas o Senhor dos Exércitos será exaltado em juízo, e Deus, o Santo, será santificado em justiça.
17 — ausente —
17 Então, os cordeiros se pascerão como em pastios seus; e os lugares pisados pelos gordos servirão de alimento a forasteiros.
18 — ausente —
18 Ai dos que puxam pela iniquidade com cordas de vaidade e pelo pecado, como se fosse com cordas de carros!
19 — ausente —
19 E dizem: Apresse-se e acabe a sua obra, para que a vejamos; e aproxime-se e venha o conselho do Santo de Israel, para que o conheçamos.
20 — ausente —
20 Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal! Que fazem da escuridade luz, e da luz, escuridade, e fazem do amargo doce, e do doce, amargo!
21 — ausente —
21 Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes diante de si mesmos!
22 — ausente —
22 Ai dos que são poderosos para beber vinho e homens forçosos para misturar bebida forte!
23 — ausente —
23 Ai dos que justificam o ímpio por presentes e ao justo negam justiça!
24 — ausente —
24 Pelo que, como a língua de fogo consome a estopa, e a palha se desfaz pela chama, assim será a sua raiz, como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos e desprezaram a palavra do Santo de Israel.
25 — ausente —
25 Pelo que se acendeu a ira do Senhor contra o seu povo, e estendeu a mão contra ele e o feriu; e as montanhas tremeram, e os seus cadáveres eram como monturo no meio das ruas; com tudo isto não tornou atrás a sua ira, mas ainda está alçada a sua mão.
26 — ausente —
26 E ele arvorará o estandarte ante as nações de longe e lhes assobiará desde a extremidade da terra; e eis que virão apressadamente.
27 — ausente —
27 Não haverá entre elas cansado, nem claudicante; ninguém tosquenejará, nem dormirá; não se lhe desatará o cinto dos seus lombos, nem se lhe quebrará a correia dos seus sapatos.
28 — ausente —
28 As suas flechas serão agudas, e todos os seus arcos, retesados; as unhas dos seus cavalos dir-se-iam de pederneira, e as rodas dos seus carros, um redemoinho.
29 — ausente —
29 O seu rugido será como o do leão; rugirão como filhos de leão; sim, rugirão, e arrebatarão a presa, e a levarão, e não haverá quem a livre.
30 — ausente —
30 E bramarão contra eles, naquele dia, como o bramido do mar; e, se alguém olhar para a terra, eis que só verá trevas e ânsia, e a luz se escurecerá em suas assolações.

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