Marcos 4

Selections from Luke, Mark, Acts, Genesis, Ruth, and Romans (JAO) vs BKJ

Sair da comparação
1 — ausente —
1 E ele começou outra vez a ensinar à beira do mar; e havia se juntado a ele uma grande multidão, de modo que ele entrou num barco sobre o mar, e assentou-se; e toda a multidão estava em terra junto ao mar.
2 — ausente —
2 E ele ensinava-lhes muitas coisas por parábolas, e lhes dizia na sua doutrina:
3 — ausente —
3 Ouvi: Eis que saiu um semeador a semear;
4 — ausente —
4 e aconteceu que, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e vieram as aves do céu e comeram-na.
5 — ausente —
5 E caiu uma parte em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou, porque não havia terra profunda;
6 — ausente —
6 mas, saindo o sol, foi queimada; e por não ter raiz, secou.
7 — ausente —
7 E outra parte caiu entre espinhos, cresceram, sufocaram-na, e não deu fruto.
8 — ausente —
8 E outra caiu em boa terra, e produziu fruto que cresceram e aumentaram; e produziu uns trinta, e uns sessenta e alguns cem.
9 — ausente —
9 E ele disse-lhes: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
10 — ausente —
10 E, estando ele só, os que estavam junto dele com os doze perguntavam-lhe acerca da parábola.
11 — ausente —
11 E ele disse-lhes: A vós é concedido conhecer o mistério do reino de Deus; mas aos de fora todas estas coisas são apresentadas por parábolas;
12 — ausente —
12 para que vendo, eles possam ver, e não percebam; e, ouvindo, eles possam ouvir, e não entendam; para que a qualquer momento, eles não se convertam, e seus pecados sejam perdoados.
13 — ausente —
13 E ele disse-lhes: Não entendeis esta parábola? Como, pois, entendereis todas as parábolas?
14 — ausente —
14 O semeador semeia a palavra;
15 — ausente —
15 estes são os que estão à beira do caminho, em quem a palavra é semeada; mas ouvindo-a, imediatamente vem Satanás e tira a palavra que foi semeada nos seus corações.
16 — ausente —
16 E da mesma forma são os semeados em lugares pedregosos; os quais, ouvindo a palavra, imediatamente a recebem com alegria;
17 — ausente —
17 mas não têm raiz em si mesmos, e então duraram por algum tempo; depois, sobrevindo aflição ou perseguição por causa da palavra, imediatamente se escandalizaram.
18 — ausente —
18 E os que foram semeados entre os espinhos, esses ouvem a palavra;
19 — ausente —
19 e os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições das demais coisas, sufocam a palavra, e ela se torna infrutífera.
20 — ausente —
20 Mas os que foram semeados em boa terra, os que ouvem a palavra e a recebem, e produzem fruto, alguns trinta vezes, alguns sessenta, e outros cem.
21 — ausente —
21 E ele lhes disse: Vem uma candeia para ser colocada sob um alqueire, ou debaixo da cama? E não para ser colocada sobre um castiçal?
22 — ausente —
22 Porquanto não há nada escondido que não seja manifesto; nem coisa alguma mantida em segredo, que não se torne pública.
23 — ausente —
23 Se algum homem tem ouvidos para ouvir, ouça.
24 — ausente —
24 E disse-lhes: Fiquem atentos ao que ouvis. Com a medida com que medis isso vos será medido, e a vós que ouvis ainda mais será acrescentado.
25 — ausente —
25 Porque aquele que tem, a ele será dado; e aquele que não tem, dele será tomado até aquilo que tem.
26 — ausente —
26 E ele disse: Assim é o reino de Deus, como se um homem lançasse semente à terra;
27 — ausente —
27 e vai dormir e se levanta noite e de dia, e a semente brota e cresce, e ele nem sabe como.
28 — ausente —
28 Porque a terra por si mesma produz fruto, primeiro a folha, depois a espiga, e por último o grão na espiga.
29 — ausente —
29 Mas quando o fruto está maduro, imediatamente ele mete a foice, porque é chegada a colheita.
30 — ausente —
30 E ele disse: A que assemelharemos o reino de Deus? Ou com que comparação o compararemos?
31 — ausente —
31 É como um grão de mostarda, que, quando se semeia na terra, é a menor de todas as sementes que há na terra;
32 — ausente —
32 mas, tendo sido semeado, cresce, e torna-se a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de tal maneira que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra.
33 — ausente —
33 E com muitas parábolas como estas, lhes falava a palavra, conforme podiam ouvi-la.
34 — ausente —
34 Mas sem parábolas ele não lhes falava; e quando eles estavam a sós, explicava todas as coisas a seus discípulos.
35 Nambanda kanda-nba a-kamba aya; ka-wukanyi alunga liyi-jawinawu liyiku, “Bawuji ngambala akarrakarilu...i!”
35 E, naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes: Passemos para o outro lado.
36 Kala-ka muwardala akarriya wurdula; Kalala-nda nalarrku li-wulu bajingulaji ngalalu kalu-lhuwarri, andarrku a-muwarda a-kularrkularr kalu-wajanga aluwa.
36 E, despedindo a multidão, levaram-no consigo, assim como estava, no barco; e havia também com ele outros pequenos barcos.
37 Ka-warrma alunga barra walkurra lhambiji wumbiji rarra; karrandu-rama wu-rumungku a-muwarda nanda-winkan alunga; kulu ka-ngarlarlama karakarra kariya wabuda wurdulu; wurluburlu ka-arri wabuda wurdula muwardala;
37 E se levantou grande tempestade de vento, e as ondas batiam no barco, de modo que já se enchia.
38 ngaliwa: Jijaj walkurr ka-arri ngulakari ramangka arndaarnda na-wulaya marrajkala; kalu-yarrungka; kalu-wukanyi yiku, “Wirdi, wulambalu jambala-yinanthani! Waraba kinyamba-yngkalayngkarrinjima nganunga janu-yinanthani?”
38 E ele estava na parte de trás do barco, dormindo sobre uma almofada; e eles o acordaram, dizendo-lhe: Mestre, não te preocupa que pereçamos?
39 Ka-walanyma barra; ka-wukanyi ki-lhambijiyu marda ka-wukanyi ki-wabudawu, “Bawuji biya! Nyamba-wamaya!” Kulu wabuda kiwa-bi barra, lhambiji ka-nyiburri, nyibu
39 E ele, levantando-se, repreendeu o vento e disse ao mar: Paz, aquieta-te. E o vento cessou, e houve grande calmaria.
40 barra ka-arri na-wurdu; kulu ka-wukanyi alunga, “Ngalhiyu jirru-wardankayi, ngalhiyu? Nungka waraba barra kirra-kanma wuka wunyathawu, nungka kirru-ngajbirri? Katha karna-murdirri yirrunga?”
40 E ele disse-lhes: Por que sois temerosos? Ainda não tendes fé?
41 Kulu kalu-ruwama yiku wakulamba, kulu alulumba kalinyamba-yalbanga, “Ngani baji jina mirningiya, ngani? Namba ja-wukanyinji ki-wabudawu marda ki-lhambijiyu kulu jiwa-binji yiku; jila-yngkarrinji arrkulamantharra.” Bawuji barra.
41 E eles temeram muito, e diziam uns aos outros: Que espécie de homem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?

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