Jó 24
Riveduta (IRV_1990) vs NVI
1 Perché non sono dallOnnipotente fissati dei tempi in cui renda la giustizia? Perché quelli che lo conoscono non veggono quei giorni?
1 "Por que o Todo-poderoso não marca as datas para julgamento? Por que aqueles que o conhecem não chegam a vê-las?
2 Gli empi spostano i termini, rapiscono greggi e li menano a pascere;
2 Há os que mudam os marcos dos limites e apascentam rebanhos que eles roubaram.
3 portano via lasino dellorfano, prendono in pegno il bove della vedova;
3 Levam o jumento que pertence ao órfão e tomam o boi da viúva como penhor.
4 mandano via dalla strada i bisognosi, i poveri del paese si nascondo tutti insieme.
4 Forçam os necessitados a saírem do caminho e os pobres da terra a esconder-se.
5 Eccoli, che come onàgri del deserto escono al lor lavoro in cerca di cibo; solo il deserto dà pane a lor figliuoli.
5 Como jumentos selvagens no deserto, os pobres vão em busca de comida; da terra deserta a obtêm para os seus filhos.
6 Raccolgono nei campi la loro pastura, raspollano nella vigna dellempio;
6 Juntam forragem nos campos e respigam nas vinhas dos ímpios.
7 passan la notte ignudi, senza vestito, senza una coperta che li ripari dal freddo.
7 Pela falta de roupas, passam a noite nus; não têm com que cobrir-se no frio.
8 Bagnati dagli acquazzoni di montagna, per mancanza di rifugio, si stringono alle rocce.
8 Encharcados pelas chuvas das montanhas, abraçam-se às rochas por falta de abrigo.
9 Ce nè di quelli che strappano dalla mammella lorfano, che prendono pegni da poveri!
9 A criança órfã é arrancada do seio de sua mãe; o recém-nascido do pobre é tomado para pagar uma dívida.
10 E questi se ne vanno, ignudi, senza vestiti; hanno fame, e portano i covoni.
10 Por falta de roupas, andam nus; carregam os feixes, mas continuam famintos.
11 Fanno lolio nel recinto dellempio; calcan luva nel tino e patiscon la sete.
11 Espremem azeitonas dentro dos seus muros; pisam uvas nos lagares, mas assim mesmo sofrem sede.
12 Sale dalle città il gemito de morenti; lanima de feriti implora aiuto, e Dio non si cura di codeste infamie!
12 Sobem da cidade os gemidos dos que estão para morrer, e as almas dos feridos clamam por socorro. Mas Deus não vê mal nisso.
13 Ve ne son di quelli che si ribellano alla luce, non ne conoscono le vie, non ne battono i sentieri.
13 "Há os que se revoltam contra a luz, não conhecem os caminhos dela e não permanecem em suas veredas.
14 Lassassino si leva sul far del giorno, e ammazza il meschino e il povero; la notte fa il ladro.
14 De manhã o assassino se levanta e mata os pobres e os necessitados; de noite age como ladrão.
15 Locchio delladultero spia il crepuscolo, dicendo: "Nessuno mi vedrà!" e si copre dun velo la faccia.
15 Os olhos do adúltero ficam à espera do crepúsculo; ‘Nenhum olho me verá’, pensa ele; e mantém oculto o rosto.
16 I ladri, di notte, sfondano le case; di giorno, si tengono rinchiusi; non conoscono la luce.
16 No escuro os homens invadem casas, mas de dia se enclausuram; não querem saber da luz.
17 Il mattino è per essi come ombra di morte; appena lo scorgono provano i terrori del buio.
17 Para eles a manhã é tremenda escuridão; eles são amigos dos pavores das trevas.
18 Voi dite: "Lempio è una festuca sulla faccia dellacque; la sua parte sulla terra è maledetta; non prenderà più la via delle vigne.
18 "São, porém, como espuma sobre as águas; sua parte da terra foi amaldiçoada, e por isso ninguém vai às vinhas.
19 Come la siccità e il calore assorbon le acque della neve, così il soggiorno de morti inghiottisce chi ha peccato.
19 Assim como o calor e a seca depressa consomem a neve derretida, assim a sepultura consome os que pecaram.
20 Il seno che lo portò loblia; i vermi ne fanno il loro pasto delizioso, nessuno più lo ricorda.
20 Sua mãe os esquece, os vermes se banqueteiam neles. Ninguém se lembra dos maus; quebram-se como árvores.
21 Liniquo sarà troncato come un albero: ei che divorava la sterile, priva di figli, e non faceva del bene alla vedova!"
21 Devoram a estéril e sem filhos e não mostram bondade para com a viúva.
22 Invece, Iddio con la sua forza prolunga i giorni dei prepotenti, i quali risorgono, quandormai disperavan della vita.
22 Mas Deus, por seu poder, os arranca; embora firmemente estabelecidos, a vida deles não tem segurança.
23 Dà loro sicurezza, fiducia, e i suoi occhi vegliano sul loro cammino.
23 Ele poderá deixá-los descansar, sentindo-se seguros, mas os vigia atento nos caminhos que seguem.
24 Salgono in alto, poi scompaiono ad un tratto; cadono, son mietuti come gli altri mortali; son falciati come le spighe del grano maturo.
24 Por um breve instante são exaltados, e depois se vão; colhidos como todos os demais; ceifados como espigas de cereal.
25 Se così non è, chi mi smentirà, chi annienterà il mio dire?"
25 "Se não é assim, quem poderá provar que minto e reduzir a nada as minhas palavras? "
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