Neemias 2

Ãcõrẽ Bed̶ea (EMPNTPO) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Artajerje veinte poa Persiad̶ebema boroda b̶ed̶acarea Nisaʌ̃ jed̶ecod̶e mʌ̃a uva b̶ada idjimaa edesia. Maʌ̃ne idjia mʌ̃ra sopua b̶ʌda unusia. Maʌ̃ naẽna mʌ̃ra mãwã unuca basía.
1 No mês de nisã, no ano vigésimo do rei Artaxerxes, uma vez posto o vinho diante dele, eu o tomei para oferecer e lho dei; ora, eu nunca antes estivera triste diante dele.
2 Maʌ̃ bẽrã idjia mʌ̃́a iwid̶isia:
2 O rei me disse: Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração. Então, temi sobremaneira
3 Maʌ̃ne mʌ̃a idjía jarasia:
3 e lhe respondi: viva o rei para sempre! Como não me estaria triste o rosto se a cidade, onde estão os sepulcros de meus pais, está assolada e tem as portas consumidas pelo fogo?
4 Maʌ̃ne Persiad̶ebema boroba mʌ̃́a iwid̶isia:
4 Disse-me o rei: Que me pedes agora? Então, orei ao Deus dos céus
5 Maʌ̃be mʌ̃a Persiad̶ebema boroa nãwã panusia:
5 e disse ao rei: se é do agrado do rei, e se o teu servo acha mercê em tua presença, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique.
6 Maʌ̃ne idji quima arima chũmʌne Persiad̶ebema boroba mʌ̃́a iwid̶isia:
6 Então, o rei, estando a rainha assentada junto dele, me disse: Quanto durará a tua ausência? Quando voltarás? Aprouve ao rei enviar-me, e marquei certo prazo.
7 Maʌ̃ne mʌ̃a Persiad̶ebema boroa jarasia:
7 E ainda disse ao rei: Se ao rei parece bem, deem-se-me cartas para os governadores dalém do Eufrates, para que me permitam passar e entrar em Judá,
8 Maʌ̃ awara cartada oi wagabari Asá itea mʌ̃́a b̶ʌ́ diadua. Maʌ̃ cartad̶e b̶ʌdua bacuruda mʌ̃́a diamãrẽã. Maʌ̃ bacuruba mʌ̃ deda, dji ed̶a wãbada Ãcõrẽ de droma caita b̶ea sid̶a oya. Maʌ̃ awara dji puru aud̶u mõgaraba jũrã ca b̶ʌ obʌrʌd̶e bacurura erob̶aida b̶ʌa.–
8 como também carta para Asafe, guarda das matas do rei, para que me dê madeira para as vigas das portas da cidadela do templo, para os muros da cidade e para a casa em que deverei alojar-me. E o rei mas deu, porque a boa mão do meu Deus era comigo.
9 Mʌ̃ wãsid̶e Persiad̶ebema boroba sordao bororãda, cawayod̶eba djõbadarã sid̶a ʌ̃cʌrʌ diabuesia. Euprate do quĩrãrẽbema bororãma jũẽsid̶ad̶e mʌ̃a Persiad̶ebema boroba b̶ʌd̶a cartara ãdjirãa diasia.
9 Então, fui aos governadores dalém do Eufrates e lhes entreguei as cartas do rei; ora, o rei tinha enviado comigo oficiais do exército e cavaleiros.
10 Baribʌrʌ Horoʌ̃ purud̶ebema Sanbalába, Amoʌ̃nebema dji droma Tobía bid̶a ũrĩsid̶aa mʌ̃ra israelerã carebad̶e zesida. Maʌ̃ carea ãdji sod̶e bio biẽ́ panesid̶aa.
10 Disto ficaram sabendo Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita; e muito lhes desagradou que alguém viesse a procurar o bem dos filhos de Israel.
11 — ausente —
11 Cheguei a Jerusalém, onde estive três dias.
12 — ausente —
12 Então, à noite me levantei, e uns poucos homens, comigo; não declarei a ninguém o que o meu Deus me pusera no coração para eu fazer em Jerusalém. Não havia comigo animal algum, senão o que eu montava.
13 Maʌ̃ diamasi mʌ̃ra purud̶e ed̶a wãbada Jewed̶a abadaare ẽdrʌsia. Mamaʌba baido egorod̶eba bogadrʌ b̶ʌ Dama abadaare wãped̶a purud̶e ed̶a wãbada Tʌbʌ Pora abadama jũẽne wãsia. Wãne mʌ̃a Jerusaleʌ̃ puru aud̶u jũrã ca b̶ad̶a jũma ãrĩ b̶ʌda acʌ b̶asia. Dji purud̶e ed̶a wãbada bá wãna sid̶a jũma acʌsia.
13 De noite, saí pela Porta do Vale, para o lado da Fonte do Dragão e para a Porta do Monturo e contemplei os muros de Jerusalém, que estavam assolados, cujas portas tinham sido consumidas pelo fogo.
14 Mamaʌba purud̶e ed̶a wãbada “Baido egorod̶eba bogadrʌ b̶ʌ” abadaare wãsia. Dji Boro Amene abadama jũẽne wãsid̶e mõgara waib̶ʌada tab̶ea bẽrã mʌ̃ animarãra poya nocod̶aa wãẽ́ basía.
14 Passei à Porta da Fonte e ao açude do rei; mas não havia lugar por onde passasse o animal que eu montava.
15 Maʌ̃ bẽrã wad̶i diamasi nũmʌne jewed̶aareba mʌ̃a Jerusaleʌ̃ aud̶u jũrã ca b̶ad̶ara acʌ wãsia. Jũma pʌrrʌa acʌped̶a purud̶e ed̶a wãbada Jewed̶a abadama jũẽsia. Mama wayacusa purud̶e ed̶a wãsia.
15 Subi à noite pelo ribeiro e contemplei ainda os muros; voltei, entrei pela Porta do Vale e tornei para casa.
16 Jerusaleʌ̃nebema bororãba adua panasid̶aa mʌ̃ra sãma wãsida, ni cãrẽda od̶e wãsida. Mʌ̃a judiorãa, sacerdoterãa, dji dromarãa, dji bororãa, dji traju od̶i ẽberãrãa bid̶a wad̶ibid̶a jaraẽ́ b̶asia cãrẽda od̶e ze b̶ʌda.
16 Não sabiam os magistrados aonde eu fora nem o que fazia, pois até aqui não havia eu declarado coisa alguma, nem aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos nobres, nem aos magistrados, nem aos mais que faziam a obra.
17 Maʌ̃be mʌ̃a ãdjirãa jarasia:
17 Então, lhes disse: Estais vendo a miséria em que estamos, Jerusalém assolada, e as suas portas, queimadas; vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém e deixemos de ser opróbrio.
18 Maʌ̃ awara mʌ̃a ãdjirãa nẽbʌrʌsia sãwã Ãcõrẽba idji biad̶eba mʌ̃ra carebasida, Persiad̶ebema boroba mʌ̃́a jarad̶a sid̶a. Maʌ̃ne ãdjirãba jarasid̶aa:
18 E lhes declarei como a boa mão do meu Deus estivera comigo e também as palavras que o rei me falara. Então, disseram: Disponhamo-nos e edifiquemos. E fortaleceram as mãos para a boa obra.
19 Baribʌrʌ Horoʌ̃ purud̶ebema Sanbalába, Amoʌ̃nebema dji droma Tobíaba, Arabiad̶ebema Gesem bid̶a maʌ̃ ũrĩsid̶ad̶e dairãra nãwã biẽ́ ipid̶a jarasid̶aa:
19 Porém Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita, e Gesém, o arábio, quando o souberam, zombaram de nós, e nos desprezaram, e disseram: Que é isso que fazeis? Quereis rebelar-vos contra o rei?
20 Mʌ̃a nãwã panusia:
20 Então, lhes respondi: o Deus dos céus é quem nos dará bom êxito; nós, seus servos, nos disporemos e reedificaremos; vós, todavia, não tendes parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém.

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