Lamentações 2

Parnai Yiang Sursĩ - Kinh Thánh tiếng Bru (BRU) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Cỗ Yiang Sursĩ sâng cutâu mứt, ngkíq án yỗn ŏ́c canám clũom chíq cóh Si-ôn;
1 Como cobriu o Senhor de nuvens, na sua ira, a filha de Sião! Derribou do céu à terra a glória de Israel e não se lembrou do escabelo de seus pés, no dia da sua ira. Bete.
2 Yiang Sursĩ tỡ bữn sâng sarũiq táq noâng toâq án talốh máh vil tâng cruang Yuda,
2 Devorou o Senhor todas as moradas de Jacó e não se apiedou; derribou no seu furor as fortalezas da filha de Judá e as abateu até à terra; profanou o reino e os seus príncipes. Guímel.
3 Cỗ án sâng cutâu mứt lứq, ngkíq án táq yỗn cruang I-sarel cỡt ieuq;
3 Cortou, no furor da sua ira, toda a força de Israel; retirou para trás a sua destra de diante do inimigo; e ardeu contra Jacó, como labareda de fogo que tudo consome em redor. Dálete.
4 Án dễ saráh chóq tỗp hái, ariang hái cỡt cũai par‑ũal.
4 Armou o seu arco como inimigo, firmou a sua destra como adversário e matou tudo o que era formoso à vista; derramou a sua indignação, como fogo na tenda da filha de Sião. Hê.
5 Ncháu cỡt samoât cũai par‑ũal tỗp I-sarel;
5 Tornou-se o Senhor como inimigo; devorou Israel, devorou todos os seus palácios, destruiu as suas fortalezas; e multiplicou na filha de Judá a lamentação e a tristeza. Vau.
6 Án talốh Dống Sang Toâr yỗn cỡt ralốh nheq,
6 E arrancou a sua cabana com violência, como se fosse a de uma horta; destruiu a sua congregação; o Senhor , em Sião, pôs em esquecimento a solenidade e o sábado e, na indignação da sua ira, rejeitou com desprezo o rei e o sacerdote. Zain.
7 Ncháu khoiq cutiang táh prông sang cớp Dống Sang Toâr án.
7 Rejeitou o Senhor o seu altar, detestou o seu santuário; entregou na mão do inimigo os muros dos seus palácios; deram gritos na Casa do Senhor , como em dia de reunião solene. Hete.
8 Yiang Sursĩ khoiq dadŏq ễ talốh táh
8 Intentou o Senhor destruir o muro da filha de Sião; estendeu o cordel, não retirou a sua mão destruidora; fez gemer o antemuro e o muro; eles estão juntamente enfraquecidos. Tete.
9 Máh ngoah toong viang vil cỡt ralíh asễng,
9 Abateram as suas portas; ele destruiu e quebrou os seus ferrolhos; o seu rei e os seus príncipes estão entre as nações onde não há lei, nem acham visão alguma do Senhor os seus profetas. Jode.
10 Máh cũai samiang thâu tâng vil Yaru-salem tacu tâng cutễq,
10 Estão sentados na terra, silenciosos, os anciãos da filha de Sião; lançam pó sobre a sua cabeça, cingiram panos de saco; as virgens de Jerusalém abaixam a sua cabeça até à terra. Cafe.
11 Cứq nhiam toau moat múh cỡt áih,
11 Já se consumiram os meus olhos com lágrimas, turbada está a minha alma, o meu coração se derramou pela terra, por causa do quebrantamento da filha do meu povo; pois desfalecem os meninos e as crianças de peito pelas ruas da cidade. Lâmede.
12 Máh carnễn ki nhiam chóq mpiq alới, cỗ sâng panhieih cớp khlac dỡq.
12 Dizem a suas mães: Onde há trigo e vinho? Quando desfalecem como o ferido pelas ruas da cidade, derramando-se a sua alma no regaço de suas mães. Mem.
13 Ơ vil Yaru-salem ơi! Ntrớu cứq têq rapai chuai anhia?
13 Que testemunho te trarei? A quem te compararei, ó filha de Jerusalém? A quem te assemelharei, para te consolar a ti, ó virgem filha de Sião? Porque grande como o mar é a tua ferida; quem te sarará? Nun.
14 Máh cũai tang bỗq Yiang Sursĩ atỡng ŏ́c sapáh ca tỡ bữn lứq,
14 Os teus profetas viram para ti vaidade e loucura e não manifestaram a tua maldade, para afastarem o teu cativeiro; mas viram para ti cargas vãs e motivos de expulsão. Sâmeque.
15 Sanua máh cũai pỡq pha vil anhia, alới mumat anhia.
15 Todos os que passam pelo caminho batem palmas, assobiam e meneiam a cabeça sobre a filha de Jerusalém, dizendo: É esta a cidade que denominavam perfeita em formosura, gozo de toda a terra? Pê.
16 Máh cũai par‑ũal ayê ra‑ac cớp nhêng cloân níc chu mới cỗ sâng kêt lứq.
16 Todos os teus inimigos abrem a boca contra ti, assobiam e rangem os dentes; dizem: Devoramo-la; certamente este é o dia que esperávamos; achamo-lo e vimo-lo. Ain.
17 Yiang Sursĩ khoiq táq samoât án pai dŏq.
17 Fez o Senhor o que intentou; cumpriu a sua palavra, que ordenou desde os dias da antiguidade: derribou e não se apiedou; fez que o inimigo se alegrasse por tua causa, exaltou o poder dos teus adversários. Tsadê.
18 Ơ vil Yaru-salem ơi! Cóq anhia arô sễq Yiang Sursĩ chuai!
18 O coração deles clamou ao Senhor: Ó muralha da filha de Sião, corram as tuas lágrimas como um ribeiro, de dia e de noite; não te dês descanso, nem parem as meninas de teus olhos. Cofe.
19 Nheq sadâu cóq anhia tamỡ cớp nhiam nhit,
19 Levanta-te, clama de noite no princípio das vigílias; derrama o teu coração como águas diante da face do Senhor; levanta a ele as tuas mãos, pela vida de teus filhinhos, que desfalecem de fome à entrada de todas as ruas. Rexe.
20 Ơ Yiang Sursĩ ơi! Nŏ́q anhia yỗn hếq roap tôt ariang nâi?
20 Vê, ó Senhor , e considera a quem fizeste assim! Hão de as mulheres comer o fruto de si mesmas, as crianças que trazem nos braços? Ou matar-se-á no santuário do Senhor o sacerdote e o profeta? Chim.
21 Máh cũai póng cớp máh cũai thâu cuchĩt radốc racơng tâng máh rana.
21 Jazem em terra pelas ruas o moço e o velho; as minhas virgens e os meus jovens vieram a cair à espada; tu os mataste no dia da tua ira; degolaste-os e não te apiedaste deles. Tau.
22 Anhia khoiq mơi máh cũai par‑ũal toâq, samoât noau mơi cũai toâq cha bũi,
22 Convocaste de toda parte os meus receios, como em um dia de solenidade; não houve no dia da ira do Senhor quem escapasse ou ficasse; aqueles que trouxe nas mãos e sustentei, o meu inimigo os consumiu.

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