Juízes 19

Parnai Yiang Sursĩ - Kinh Thánh tiếng Bru (BRU) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Tâng dỡi ki, cũai I-sarel tỡ yũah bữn puo. Bữn manoaq cũai tỗp Lê-vi ỡt tâng máh dũal cớp cóh cruang Ep-ra-im, la ntốq yơng tễ cũai ỡt. Án bữn muoi lám lacuoi cỗiq tễ vil Bet-lahem, cruang Yuda.
1 Naqueles dias, em que não havia rei em Israel, houve um homem levita, que, peregrinando nos lados da região montanhosa de Efraim, tomou para si uma concubina de Belém de Judá.
2 Mansễm nâi sâng tỡ ễq noâng cayac án; chơ án chu loah pỡ dống mpoaq án tâng vil Bet-lahem tâng cruang Yuda bữn pỗn casâi.
2 Porém ela se irritou com ele e, deixando-o, voltou para a casa de seu pai, em Belém de Judá, onde ficou durante uns quatro meses.
3 Cayac án pỡq coâiq cớp rakiauq dững án chu. Cayac án dững dếh manoaq cũai táq ranáq cớp bar lám aséh dễn. Chơ mansễm ki dững cayac án mut tâng clống dống. Toâq mpoaq án hữm partiam, mpoaq án roap chỗm o lứq.
3 Seu marido, levando consigo o seu servo e dois jumentos, foi atrás dela para tentar convencê-la a voltar. Ela o fez entrar na casa de seu pai. Este, quando viu o levita, saiu alegre a recebê-lo.
4 Yacũn án kiauq án yỗn ỡt pái tangái. Ngkíq án cớp lacuoi án ỡt nguaiq cha, cớp bếq pái sadâu.
4 O sogro, o pai da moça, convenceu o levita a ficar com ele durante três dias; comeram, beberam, e o casal se alojou ali.
5 Toâq poang tarưp tangái pỗn, alới tamỡ tễ cláih thrũan ễ chu, ma yacũn án pai neq: “Cha dỗi dỡq voai, nŏ́q chu!”
5 No quarto dia, madrugaram e se levantaram para partir. Mas o pai da moça disse a seu genro: — Coma alguma coisa, para você ter mais força para a viagem. Depois disso vocês podem ir embora.
6 Chơ yacũn cớp partiam tacu chi-cha parnơi. Ma yacũn án pai neq: “Sadâu nâi bếq nâi voai, dŏq yỗn mứt pahỡm bũi o.”
6 Os dois se sentaram, comeram e beberam juntos. Então o pai da moça disse ao homem: — Por favor, fique aqui mais uma noite e alegre o seu coração.
7 Samiang Lê-vi yuor tayứng ễ pỡq, ma yacũn án kiauq níc. Ngkíq án ỡt loah sadâu ki sĩa.
7 Quando o homem se levantou para partir, o seu sogro insistiu para que ficasse, e ele mais uma vez pernoitou ali.
8 Tâng tangái sỡng, noâng cláih, án ntôm ễ loŏh pỡq; ma yacũn án pai ễn neq: “Cha dỗi dỡq voai! Acoan yỗn paloŏng poang voai, nŏ́q pỡq.”
8 No quinto dia, ele se levantou de madrugada para partir, mas o pai da moça lhe disse: — Coma alguma coisa. Fiquem até o entardecer. E ambos comeram juntos.
9 Chơ, toâq cũai Lê-vi cớp lacuoi án, dếh cũai táq ranáq án, ntôm ễ pỡq, yacũn án pai ễn neq: “Nhêng tíh! Khoiq cheq sadâu chơ. Khân anhia ỡt loah, la o lứq, yuaq khoiq canám chơ. Anhia ỡt rlu cớp yỗn mứt pahỡm bũi óh; toâq poang tarưp ki chu tễ cláih, la têq.”
9 Então o homem se levantou para partir, ele, a sua concubina e o seu servo. Mas o sogro dele, o pai da moça, lhe disse: — Olhe! Está ficando tarde e a noite vem chegando. Passe mais uma noite aqui. Este dia já está acabando. Passe aqui a noite, e alegre o seu coração. Amanhã de madrugada vocês podem se levantar e viajar de volta para casa.
10 Ma samiang ki tỡ ễq bếq noâng. Án yuor tayứng, chơ pỡq toau toâq dáng-radáng cớp vil Yê-but (tỡ la Yaru-salem). Án bữn bar lám aséh dễn bữn racu; dếh lacuoi cỗiq án pỡq tê.
10 Porém o homem não quis passar ali mais uma noite. Ele se levantou, partiu e chegou até a altura de Jebus, isto é, Jerusalém. Com ele iam os dois jumentos encilhados e também a sua concubina.
11 Tữ alới toâq cheq vil Yê-but, moat mandang khoiq ralóh chơ. Cũai táq ranáq án pai neq: “O tỡ, khân hái mut bếq tâng vil Yê-but sadâu nâi?”
11 Quando chegaram perto de Jebus, o dia já estava chegando ao fim. Então o servo disse a seu senhor: — Venha, vamos sair da estrada e entrar nessa cidade dos jebuseus e passemos ali a noite.
12 — ausente —
12 Porém o seu senhor lhe disse: — Não vamos entrar em nenhuma cidade estranha, que não seja dos filhos de Israel. Vamos um pouco mais adiante até Gibeá.
13 — ausente —
13 E continuou: — Venha, vamos a um desses lugares e pernoitemos em Gibeá ou em Ramá.
14 Ngkíq tỗp alới pỡq luat vil Yê-but. Tữ alới toâq vil Ki-bĩah, la cutễq tỗp Ben-yamin, moat mandang khoiq pât chơ.
14 Assim passaram adiante e continuaram a viagem. E o sol se pôs quando chegaram a Gibeá, que pertence a Benjamim.
15 Ngkíq alới veh mut bếq tâng vil Ki-bĩah sadâu ki. Alới tacu kễng nchŏh pứng dĩ vil, yuaq tỡ bữn noau mơi yỗn alới mut bếq tâng dống.
15 Saíram da estrada para entrar em Gibeá, a fim de, nela, passarem a noite. O levita entrou e se sentou na praça da cidade, porque não houve quem os recolhesse em casa para ali pernoitarem.
16 Chơ bữn muoi noaq samiang thâu mbỡiq chu tễ sarái pỡq pha ntốq ki. Án la cũai tễ máh dũal cớp cóh cruang Ep-ra-im, ma sanua án ỡt tâng vil Ki-bĩah (máh cũai canŏ́h tâng vil nâi la cũai tỗp Ben-yamin).
16 Eis que, ao anoitecer, um homem velho estava voltando do seu trabalho no campo. Ele era da região montanhosa de Efraim, mas morava em Gibeá. Os outros habitantes do lugar eram benjamitas.
17 Toâq án hữm cũai liaq ỡt tacu tâng nchŏh pứng dĩ vil, chơ án blớh neq: “Anhia toâq tễ léq? Cớp ễ pỡq chu léq?”
17 Quando o velho ergueu os olhos e viu o viajante na praça da cidade, perguntou: — Para onde você está indo? E de onde você vem?
18 Cũai Lê-vi ta‑ỡi: “Tỗp hếq toâq tễ vil Bet-lahem, cruang Yuda. Hếq ntôm ễ píh chu loah pỡ dống hếq tâng máh dũal cớp cóh cruang Ep-ra-im yơng tễ ntốq cũai ỡt; ma tỡ bữn noau mơi yỗn hếq mut bếq tâng dống alới;
18 O levita respondeu: — Estamos viajando de Belém de Judá para os lados da região montanhosa de Efraim, de onde sou. Fui a Belém de Judá e, agora, estou de viagem para a Casa do
19 tam hếq bữn soc yỗn aséh dễn cha, bữn bễng mi cớp blŏ́ng nho dũ yỗn hếq nguaiq cha.”
19 embora tenhamos palha e pasto para os nossos jumentos, e também pão e vinho para mim, e para esta sua serva, e para o moço que vem com estes seus servos. Não nos falta nada.
20 Samiang thâu ki pai neq: “Sễq anhia ỡt ien khễ. Khân anhia ŏ́q ntrớu, cứq têq chuai anhia. Ma sễq anhia chỗi bếq bân nchŏh pứng dĩ vil nâi.”
20 Então o velho disse: — Que a paz esteja com você! Tudo o que lhe vier a faltar fique a meu encargo. Só não passem a noite na praça.
21 Chơ án dững tỗp alới pỡq chu dống án, cớp ĩt soc yỗn aséh dễn cha. Alới ariau ayững atĩ cớp cha dỗi pêl tabữ.
21 Ele os levou para a sua casa e deu pasto aos jumentos. Depois de lavarem os pés, comeram e beberam.
22 Bo alới ỡt lơiq sar‑óh, bữn cũai khễng-lễng toâq lavíng nheq dống, cớp cucŏ́q ngoah toong. Tỗp alới arô chóq samiang thâu ki neq: “Mới dững aloŏh yáng tiah samiang ca bếq tâng dống mới! Hếq ễ parlưi án.”
22 Enquanto eles se alegravam, eis que os homens daquela cidade, homens malignos, cercaram a casa e começaram a bater na porta. E disseram ao velho, o dono da casa: — Traga para fora o homem que entrou em sua casa, para que abusemos dele.
23 Samiang thâu ki loŏh yáng tiah cớp pai chóq alới neq: “Sễm ai ơi! Sễq anhia chỗi táq ngkíq! Chỗi táq ranáq tanghang chóq samiang nâi; án la tamoi cứq.
23 O dono da casa saiu para falar com eles e disse: — Não, meus irmãos, não façam esta maldade. Já que o homem está em minha casa, não façam uma loucura dessas.
24 Nâi con cumũr cứq! Án tỡ nai bếq cớp samiang aléq yũah, dếh lacuoi samiang ki hỡ. Cứq ễ dững aloŏh alới yỗn anhia sanua toâp, cớp chiau loâng yỗn anhia; anhia yoc ễ táq ntrớu chóq alới, la tam anhia. Ma sễq anhia chỗi táq sâuq chóq samiang nâi.”
24 Vejam, aqui estão a minha filha virgem e a concubina dele. Vou pôr as duas para fora e vocês poderão abusar delas e fazer o que bem quiserem. Mas não façam uma loucura dessas com este homem!
25 Ma cũai khễng-lễng ki tỡ bữn tamứng samiang thâu. Yuaq ngkíq, cũai Lê-vi dững aloŏh lacuoi cỗiq án yáng tiah, táh yỗn tỗp alới. Chơ tỗp alới parlưi mansễm ki nheq mu sadâu, toau poang tarưp.
25 Porém aqueles homens não o quiseram ouvir. Então o levita pegou a sua concubina e a entregou a eles do lado de fora. E eles a forçaram e abusaram dela toda a noite até pela manhã; e, quando estava amanhecendo, eles a deixaram.
26 Tữ cheq ễ poang tarưp, mansễm nâi dớm bân ngoah toong dống samiang thâu, la dống cayac án bếq. Toâq poang án noâng ỡt ngki.
26 Ao amanhecer, a mulher veio e caiu à porta da casa do homem, onde o seu senhor estava hospedado. E ela ficou ali até o clarear do dia.
27 Tữ poang tháng cayac án tamỡ cớp pớh ngoah toong ễ pỡq. Ma án hữm lacuoi cỗiq án ỡt choâng ngoah toong, bếq sayũang prong, atĩ tớt ngoah toong.
27 De manhã, quando o seu senhor se levantou e abriu as portas da casa, para continuar a viagem, eis que a mulher, sua concubina, jazia à porta da casa, com as mãos sobre a soleira.
28 Án pai neq: “Yuor, hái pỡq!”
28 Ele lhe disse: — Levante-se, e vamos embora! Porém não houve resposta. Então o homem a pôs sobre o jumento e foi para a sua casa.
29 Tữ án chu toâq dống, án cŏ́h tỗ lacuoi án cỡt muoi chít la bar dỗt. Chơ án asuoi yỗn muoi chít la bar tỗp cũai I-sarel.
29 Chegando a casa, pegou uma faca e cortou o corpo da concubina em doze pedaços. E enviou os pedaços para todas as regiões da terra de Israel.
30 Dũ náq ca bữn hữm ranáq ki, alới pai neq: “Tễ dỡi mbŏ́q, tỡ nai hữm ranáq riang nâi. Noap tễ cũai I-sarel loŏh tễ cruang Ê-yip-tô la tỡ nai cỡt ranáq ĩn nâi. Ma sanua cóq hái chanchớm o! Nŏ́q tỗp hái ễ táq tễ ranáq nâi?”
30 Todos os que viram isso diziam: — Nunca se fez uma coisa dessas, nem se viu nada semelhante desde o dia em que os filhos de Israel saíram da terra do Egito até o dia de hoje. Pensem nisso, discutam entre si e digam o que se deve fazer.

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