Salmos 39

BKJ (BKJ, 2017) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Ao músico-chefe, para Jedutum, Salmo de Davi. Eu disse: Tomarei cuidado nos meus caminhos, para que eu não peque com a minha língua; manterei minha boca com um freio, enquanto o perverso estiver diante de mim.
1 Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca, enquanto estiver na minha presença o ímpio.
2 Estive mudo em silêncio, eu mantive a minha paz para o bem, e a minha tristeza foi agitada.
2 Emudeci em silêncio, calei acerca do bem, e a minha dor se agravou.
3 Meu coração estava ardente dentro de mim; enquanto eu meditava, o fogo queimava; então eu falei com a minha língua:
3 Esbraseou-se-me no peito o coração; enquanto eu meditava, ateou-se o fogo; então, disse eu com a própria língua:
4 SENHOR, faz-me conhecer o meu fim, e a medida dos meus dias, o que ela é; para que eu possa saber o quão frágil eu sou.
4 Dá-me a conhecer, Senhor , o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade.
5 Eis que tu fizeste meus dias como um palmo, e minha idade é como nada diante de ti; verdadeiramente, todo homem em seu melhor estado é totalmente vaidade. Selá.
5 Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade.
6 Certamente, todo homem caminha em uma aparência vaidosa; certamente, se perturbam em vão; ele amontoa riquezas, e não sabe quem as apanhará.
6 Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará.
7 E agora, Senhor, pelo que espero? Minha esperança está em ti.
7 E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não faças de mim a vergonha dos tolos.
8 Livra-me de todas as minhas iniquidades; não me faças o opróbrio do insensato.
9 Eu fiquei mudo, não abri minha boca, porque tu o fizeste.
9 Emudeço, não abro os lábios porque tu fizeste isso.
10 Remove teu golpe para longe de mim; estou consumido pelo golpe de tua mão.
10 Tira de sobre mim o teu flagelo; pelo golpe de tua mão, estou consumido.
11 Quando com repreensões tu corriges o homem pela iniquidade, fazes com que sua beleza se consuma como a traça; certamente, todo homem é vaidade. Selá.
11 Quando castigas o homem com repreensões, por causa da iniquidade, destróis nele, como traça, o que tem de precioso. Com efeito, todo homem é pura vaidade.
12 Ouve minha oração, ó SENHOR, e dá ouvidos ao meu clamor; não retenhas tua paz às minhas lágrimas, porque sou um estrangeiro contigo, e um peregrino, como todos os meus pais foram.
12 Ouve, Senhor , a minha oração, escuta-me quando grito por socorro; não te emudeças à vista de minhas lágrimas, porque sou forasteiro à tua presença, peregrino como todos os meus pais o foram.
13 Ó, poupa-me, para que eu possa recuperar minha força, antes que eu me vá daqui, e não seja mais.
13 Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento, antes que eu passe e deixe de existir.

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