Provérbios 1

BKJ (BKJ, 2017) vs VC

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VC Versão Católica
1 Provérbios de Salomão, o filho de Davi, rei de Israel;
1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel,
2 para conhecer a sabedoria e a instrução; para entender as palavras do entendimento;
2 para conhecer a sabedoria e a instrução, para compreender as palavras sensatas,
3 para receber a instrução da sabedoria, da justiça, do juízo e da equidade;
3 para adquirir as lições do bom senso, da justiça, da eqüidade e da retidão;
4 para dar sutileza aos simples, e aos jovens, conhecimento e discrição.
4 para dar aos simples o discernimento, ao adolescente a ciência e a reflexão.
5 O homem sábio ouvirá e aumentará o aprendizado; e o homem de entendimento alcançará sábios conselhos;
5 Que o sábio escute, e aumentará seu saber, e o homem inteligente adquirirá prudência
6 para entender um provérbio e sua interpretação; as palavras dos sábios e seus enigmas.
6 para compreender os provérbios, as alegorias, as máximas dos sábios e seus enigmas.
7 O temor do ­SENHOR é o princípio do conhecimento; mas os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
7 O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução.
8 Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não abandone a lei de tua mãe;
8 Ouve, meu filho, a instrução de teu pai: não desprezes o ensinamento de tua mãe.
9 porque serão como ornamento de graça sobre a tua cabeça, e correntes ao teu pescoço.
9 Isto será, pois, um diadema de graça para tua cabeça e um colar para teu pescoço.
10 Filho meu, se pecadores te seduzirem, não consintas.
10 Meu filho, se pecadores te quiserem seduzir, não consintas;
11 Se eles disserem: Vem conosco, ponhamo-nos em espera por sangue, deixe-nos emboscar o inocente sem motivo;
11 se te disserem: Vem conosco, faremos emboscadas, para {derramar} sangue, armaremos ciladas ao inocente, sem motivo,
12 vamos engoli-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;
12 como a região dos mortos devoremo-lo vivo, inteiro, como aquele que desce à cova.
13 encontraremos todos os bens preciosos, encheremos as nossas casas de despojos;
13 Nós acharemos toda a sorte de coisas preciosas, nós encheremos nossas casas de despojos.
14 lança a tua sorte entre nós; tenhamos todos uma só bolsa.
14 Tu desfrutarás tua parte conosco, uma só será a bolsa comum de todos nós!
15 Filho meu, não andes tu no caminho com eles; refreia o teu pé de suas veredas;
15 Oh, não andes com eles, afasta teus passos de suas sendas,
16 porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.
16 porque seus passos se dirigem para o mal, e se apressam a derramar sangue.
17 Certamente a rede é estendida em vão à vista de qualquer pássaro.
17 Debalde se lança a rede diante daquele que tem asas.
18 E espreitam por seu próprio sangue; emboscam secretamente suas próprias vidas.
18 Eles mesmos armam emboscadas contra seu próprio sangue e se enganam a si mesmos.
19 Assim são os caminhos de cada um que é ganancioso quanto ao ganho; que toma a vida dos que a possuem.
19 Tal é a sorte de todo homem ávido de riqueza: arrebata a vida àquele que a detém.
20 A sabedoria clama lá fora; ela levanta sua voz nas ruas.
20 A Sabedoria clama nas ruas, eleva sua voz na praça,
21 Ela clama no principal lugar da multidão, nas entradas dos portões; e na cidade ela clama suas palavras, dizendo:
21 clama nas esquinas da encruzilhada, à entrada das portas da cidade ela faz ouvir sua voz: e até quando os que zombam se comprazerão na zombaria?
22 Por quanto tempo, ó simples, amareis a simplicidade? E os escarnecedores se deleitarão no seu escárnio, e os tolos odiarão o conhecimento?
22 Até quando, insensatos, amareis a tolice, e os tolos odiarão a ciência?
23 Atentai para a minha repreensão; eis que derramarei meu espírito sobre vós, e vos farei conhecer as minhas palavras.
23 Convertei-vos às minhas admoestações, espalharei sobre vós o meu espírito, ensinar-vos-ei minhas palavras.
24 Porque chamei e vos recusastes; estendi a minha mão, e nenhum homem se importou,
24 Uma vez que recusastes o meu chamado e ninguém prestou atenção quando estendi a mão,
25 mas reduziram a nada todo o meu conselho, e não quisestes minha repreensão,
25 uma vez que negligenciastes todos os meus conselhos e não destes ouvidos às minhas admoestações,
26 eu também rirei de vossa calamidade; zombarei quando vosso temor chegar;
26 também eu me rirei do vosso infortúnio e zombarei, quando vos sobrevier um terror,
27 quando o vosso temor chegar como desolação, e a vossa destruição vier como um redemoinho de vento; quando a aflição e a angústia vierem sobre vós.
27 quando vier sobre vós um pânico, como furacão; quando se abater sobre vós a calamidade, como a tempestade; e quando caírem sobre vós tribulação e angústia.
28 Então, eles me chamarão, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, mas não me encontrarão.
28 Então me chamarão, mas não responderei; procurar-me-ão, mas não atenderei.
29 Porque odiaram o conhecimento; e não escolheram o temor do ­SENHOR;
29 Porque detestam a ciência sem lhe antepor o temor do Senhor,
30 eles não quiseram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.
30 porque repelem meus conselhos com desprezo às minhas exortações;
31 Portanto, comerão do fruto de seu próprio caminho, e encher-se-ão de seus próprios artifícios.
31 comerão do fruto dos seus erros e se saciarão com seus planos,
32 Porque o desvio dos simples os matará, e a prosperidade dos tolos os destruirá.
32 porque a apostasia dos tolos os mata e o desleixo dos insensatos os perde.
33 Mas quem me ouvir, habitará em segurança, e estará em paz em relação ao medo do mal.
33 Aquele que me escuta, porém, habitará com segurança, viverá tranqüilo, sem recear dano algum.

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