Números 22

BKJ (BKJ, 2017) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 E os filhos de Israel partiram, e acamparam nas planícies de Moabe, deste lado do Jordão, junto a Jericó.
1 Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó.
2 E Balaque, filho de Zipor, viu tudo o que Israel havia feito aos amorreus.
2 Viu, pois, Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus;
3 E Moabe estava com medo do povo, porque eram muitos, e Moabe se afligiu, por causa dos filhos de Israel.
3 Moabe teve grande medo deste povo, porque era muito; e andava angustiado por causa dos filhos de Israel;
4 E Moabe disse aos anciãos de Midiã: Agora este grupo lamberá tudo o que há ao nosso redor, como o boi lambe a erva do campo. E naquele tempo, Balaque, filho de Zipor, era rei dos moabitas.
4 pelo que Moabe disse aos anciãos dos midianitas: Agora, lamberá esta multidão tudo quanto houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Balaque, filho de Zipor, naquele tempo, era rei dos moabitas.
5 Assim, ele enviou mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio, na terra dos filhos do seu povo, para chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito; eis que cobrem a face da terra e eles habitam diante de mim.
5 Enviou ele mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio Eufrates, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra e está morando defronte de mim.
6 Por isso, peço-te, vem agora, amaldiçoa-me este povo, porque é forte demais para mim; para que eu possa vencê-los, feri-los e expulsá-los da terra, porque sei que aquele a quem abençoas está abençoado, e aquele a quem amaldiçoas está amaldiçoado.
6 Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar fora da terra, porque sei que a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.
7 E os anciãos de Moabe e os anciãos de Midiã partiram, com a recompensa pela adivinhação em suas mãos; e foram até Balaão e lhe transmitiram as palavras de Balaque.
7 Então, foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas, levando consigo o preço dos encantamentos; e chegaram a Balaão e lhe referiram as palavras de Balaque.
8 E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta que o SENHOR me falar; e os príncipes de Moabe ficaram com Balaão.
8 Balaão lhes disse: Ficai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o Senhor me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.
9 E Deus veio até Balaão e disse: Quem são estes homens contigo?
9 Veio Deus a Balaão e disse: Quem são estes homens contigo?
10 E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe, os enviou a mim, dizendo:
10 Respondeu Balaão a Deus: Balaque, rei dos moabitas, filho de Zipor, os enviou para que me dissessem:
11 Eis que saiu um povo do Egito, que cobre a face da terra. Vem, agora, amaldiçoa-os; talvez eu consiga vencê-los e expulsá-los.
11 Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem, agora, amaldiçoa-mo; talvez eu possa combatê-lo e lançá-lo fora.
12 Então, Deus disse a Balaão: Não irás com eles, tu não amaldiçoarás a este povo, porque são benditos.
12 Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado.
13 E Balaão se levantou pela manhã, e disse aos príncipes de Balaque: Voltai à vossa terra, porque o SENHOR se recusa a deixar que eu vá convosco.
13 Levantou-se Balaão pela manhã e disse aos príncipes de Balaque: Tornai à vossa terra, porque o Senhor recusa deixar-me ir convosco.
14 E os príncipes de Moabe se levantaram e foram até Balaque, e disseram: Balaão se recusou a vir conosco.
14 Tendo-se levantado os príncipes dos moabitas, foram a Balaque e disseram: Balaão recusou vir conosco.
15 E Balaque enviou mais príncipes, ainda mais honrados do que eles.
15 De novo, enviou Balaque príncipes, em maior número e mais honrados do que os primeiros,
16 E eles vieram até Balaão e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Peço-te que não deixes de vir até mim,
16 os quais chegaram a Balaão e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Peço-te não te demores em vir a mim,
17 porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres. Portanto, vem, peço-te, amaldiçoa este povo.
17 porque grandemente te honrarei e farei tudo o que me disseres; vem, pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.
18 E Balaão respondeu, e disse aos servos de Balaque: Mesmo que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia ir além da palavra do SENHOR, meu Deus, para fazer mais ou menos.
18 Respondeu Balaão aos oficiais de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia traspassar o mandado do Senhor , meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;
19 Agora portanto, peço-vos que fiqueis também aqui esta noite, para que eu possa saber o que o SENHOR me dirá mais.
19 agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o Senhor me dirá.
20 Veio, pois, Deus a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se os homens vierem te chamar, levanta-te e vai com eles; porém a palavra que eu te disser, isso farás.
20 Veio, pois, o Senhor a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens vieram chamar-te, levanta-te, vai com eles; todavia, farás somente o que eu te disser.
21 E Balaão se levantou pela manhã, e selou sua jumenta, e foi com os príncipes de Moabe.
21 Então, Balaão levantou-se pela manhã, albardou a sua jumenta e partiu com os príncipes de Moabe.
22 E a ira de Deus se acendeu, porque ele foi; e o anjo do SENHOR se pôs no caminho, como adversário. E ele seguia, montado em sua jumenta, e seus dois servos estavam com ele.
22 Acendeu-se a ira de Deus, porque ele se foi; e o Anjo do Senhor pôs-se-lhe no caminho por adversário. Ora, Balaão ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos, com ele.
23 E a jumenta viu o anjo do SENHOR em pé no caminho, com a espada desembainhada na mão; e a jumenta se desviou do caminho e foi para o campo; e Balaão feriu a jumenta, para trazê-la de volta ao caminho.
23 Viu, pois, a jumenta o Anjo do Senhor parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que se desviou a jumenta do caminho, indo pelo campo; então, Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
24 Mas o anjo do SENHOR se pôs em uma vereda entre as vinhas, um muro de um lado, e um muro do outro lado.
24 Mas o Anjo do Senhor pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo muro de um e outro lado.
25 E quando a jumenta viu o anjo do SENHOR, encostou-se no muro, e esmagou o pé de Balaão contra o muro, e ele a feriu novamente.
25 Vendo, pois, a jumenta o Anjo do Senhor , coseu-se contra o muro e comprimiu contra este o pé de Balaão; por isso, tornou a espancá-la.
26 Então, o anjo do SENHOR passou mais à frente, e ficou mais adiante, em um lugar estreito, onde não havia como se desviar, nem para a direita nem para a esquerda.
26 Então, o Anjo do Senhor passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita, nem para a esquerda.
27 E quando a jumenta viu o anjo do SENHOR, caiu debaixo de Balaão; e a ira de Balaão se acendeu, e ele feriu a jumenta com uma vara.
27 Vendo a jumenta o Anjo do Senhor , deixou-se cair debaixo de Balaão; acendeu-se a ira de Balaão, e espancou a jumenta com a vara.
28 E o SENHOR abriu a boca da jumenta, e ela disse a Balaão: O que eu te fiz, que me feriste estas três vezes?
28 Então, o Senhor fez falar a jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste já três vezes?
29 E Balaão disse à jumenta: Porque zombaste de mim; quisera eu ter uma espada na mão, porque agora te mataria.
29 Respondeu Balaão à jumenta: Porque zombaste de mim; tivera eu uma espada na mão e, agora, te mataria.
30 E a jumenta disse a Balaão: Não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo em que me tornei tua até hoje? Alguma vez fiz isso contigo? E ele disse: Não.
30 Replicou a jumenta a Balaão: Porventura, não sou a tua jumenta, em que toda a tua vida cavalgaste até hoje? Acaso, tem sido o meu costume fazer assim contigo? Ele respondeu: Não.
31 Então, o SENHOR abriu os olhos de Balaão, e ele viu o anjo do SENHOR em pé no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; e ele inclinou a cabeça e caiu sobre a sua face.
31 Então, o Senhor abriu os olhos a Balaão, ele viu o Anjo do Senhor , que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça e prostrou-se com o rosto em terra.
32 E o anjo do SENHOR lhe disse: Por que espancaste a tua jumenta três vezes? Eis que eu saí para ser teu adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim.
32 Então, o Anjo do Senhor lhe disse: Por que já três vezes espancaste a jumenta? Eis que eu saí como teu adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim;
33 E a jumenta me viu e se desviou de mim três vezes; se ela não tivesse se desviado de mim, certamente agora eu teria te matado, e poupado a vida dela.
33 a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; na verdade, eu, agora, te haveria matado e a ela deixaria com vida.
34 E Balaão disse ao anjo do SENHOR: Eu pequei, porque não sabia que estavas no caminho contra mim. Agora, se te desagradei, voltarei.
34 Então, Balaão disse ao Anjo do Senhor : Pequei, porque não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
35 E o anjo do SENHOR disse a Balaão: Vai com os homens, mas somente a palavra que eu falar, essa falarás. Então Balaão foi com os príncipes de Balaque.
35 Tornou o Anjo do Senhor a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim, Balaão se foi com os príncipes de Balaque.
36 E quando Balaque soube que Balaão vinha, foi ao seu encontro até a cidade de Moabe, que está na fronteira de Arnom, na extremidade do território.
36 Tendo Balaque ouvido que Balaão havia chegado, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe, que está nos confins do Arnom e na fronteira extrema.
37 E Balaque disse a Balaão: Porventura não te enviei mensageiros a chamar-te? Por que não viestes a mim? Eu não sou capaz de te honrar?
37 Perguntou Balaque a Balaão: Porventura, não enviei mensageiros a chamar-te? Por que não vieste a mim? Não posso eu, na verdade, honrar-te?
38 E Balaão disse a Balaque: Eis que eu tenho vindo a ti; por acaso, posso eu falar alguma coisa? A palavra que Deus puser em minha boca, esta falarei.
38 Respondeu Balaão a Balaque: Eis-me perante ti; acaso, poderei eu, agora, falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei.
39 E Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote.
39 Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote.
40 E Balaque ofereceu bois e ovelhas; e os enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele.
40 Então, Balaque sacrificou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele.
41 E no dia seguinte, Balaque tomou a Balaão e o levou aos lugares altos de Baal, para que pudesse ver dali a parte mais distante do povo.
41 Sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão e o fez subir a Bamote-Baal; e Balaão viu dali a parte mais próxima do povo.

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