Juízes 9

BKJ (BKJ, 2017) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 E Abimeleque, o filho de Jerubaal, foi a Siquém, até os irmãos da sua mãe e conversou com eles, e com toda a família da casa do pai da sua mãe, dizendo:
1 Abimeleque, filho de Jerubaal, foi-se a Siquém, aos irmãos de sua mãe, e falou-lhes e a toda a geração da casa do pai de sua mãe, dizendo:
2 Falai, rogo-vos, aos ouvidos de todos os homens de Siquém: O que é melhor para vós: que todos os filhos de Jerubaal, que são setenta pessoas, reinem sobre vós, ou que reine um sobre vós? Lembrai também que eu sou vosso osso e vossa carne.
2 Falai, peço-vos, aos ouvidos de todos os cidadãos de Siquém: Que vos parece melhor: que setenta homens, todos os filhos de Jerubaal, dominem sobre vós ou que apenas um domine sobre vós? Lembrai-vos também de que sou osso vosso e carne vossa.
3 E os irmãos da sua mãe falaram todas estas suas palavras aos ouvidos de todos os homens de Siquém; e o coração deles se inclinou a seguir Abimeleque; pois disseram: Ele é nosso irmão.
3 Então, os irmãos de sua mãe falaram a todos os cidadãos de Siquém todas aquelas palavras; e o coração deles se inclinou a seguir Abimeleque, porque disseram: É nosso irmão.
4 E eles lhe deram setenta peças de prata da casa de Baal-Berite, com as quais Abimeleque contratou pessoas vãs e levianas, que o seguiram.
4 E deram-lhe setenta peças de prata, da casa de Baal-Berite, com as quais alugou Abimeleque uns homens levianos e atrevidos, que o seguiram.
5 E ele foi até a casa do seu pai em Ofra, e matou os seus irmãos, os filhos de Jerubaal, sendo setenta pessoas, sobre uma pedra; porém Jotão, o filho mais moço de Jerubaal, foi deixado, pois ele se escondeu.
5 Foi à casa de seu pai, a Ofra, e matou seus irmãos, os filhos de Jerubaal, setenta homens, sobre uma pedra. Porém Jotão, filho menor de Jerubaal, ficou, porque se escondera.
6 E todos os homens de Siquém se reuniram, e toda a casa de Milo, e foram e fizeram de Abimeleque rei, junto à planície da coluna que estava em Siquém.
6 Então, se ajuntaram todos os cidadãos de Siquém e toda Bete-Milo; e foram e proclamaram Abimeleque rei, junto ao carvalho memorial que está perto de Siquém.
7 E quando contaram a Jotão, ele foi e se pôs de pé no cume do monte Gerizim, e ergueu a sua voz, e gritou, e lhes disse: Atentai-me, vós homens de Siquém, para que Deus possa atentar a vós.
7 Avisado disto, Jotão foi, e se pôs no cimo do monte Gerizim, e em alta voz clamou, e disse-lhes: Ouvi-me, cidadãos de Siquém, e Deus vos ouvirá a vós outros.
8 As árvores foram, certa vez, ungir um rei sobre elas; e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.
8 Foram, certa vez, as árvores ungir para si um rei e disseram à oliveira: Reina sobre nós.
9 Porém, a oliveira disse a elas: Deveria eu deixar a minha gordura, com a qual, por mim, honra a Deus e aos homens, para ser promovida acima das árvores?
9 Porém a oliveira lhes respondeu: Deixaria eu o meu óleo, que Deus e os homens em mim prezam, e iria pairar sobre as árvores?
10 E as árvores disseram à figueira: Vem tu e reina sobre nós.
10 Então, disseram as árvores à figueira: Vem tu e reina sobre nós.
11 Porém, a figueira disse a elas: Deveria eu abandonar a minha doçura, e o meu bom fruto, para ser promovida acima das árvores?
11 Porém a figueira lhes respondeu: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto e iria pairar sobre as árvores?
12 Então, disseram as árvores à videira: Vem tu e reina sobre nós.
12 Então, disseram as árvores à videira: Vem tu e reina sobre nós.
13 E a videira lhes disse: Deveria eu deixar o meu vinho, que alegra Deus e os homens, para ser promovida acima das árvores?
13 Porém a videira lhes respondeu: Deixaria eu o meu vinho, que agrada a Deus e aos homens, e iria pairar sobre as árvores?
14 Então, disseram todas as árvores ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós.
14 Então, todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós.
15 E o espinheiro disse às árvores: Se, verdadeiramente, ungires-me rei sobre vós, então, vinde e ponde a vossa confiança na minha sombra; e se não, que o fogo saia da silveira e devore os cedros do Líbano.
15 Respondeu o espinheiro às árvores: Se, deveras, me ungis rei sobre vós, vinde e refugiai-vos debaixo de minha sombra; mas, se não, saia do espinheiro fogo que consuma os cedros do Líbano.
16 Agora, portanto, se agistes verdadeira e sinceramente ao constituírem Abimeleque rei, e se tratastes bem a Jerubaal e à sua casa, e lhe fizestes segundo o merecimento das suas mãos;
16 Agora, pois, se, deveras e sinceramente, procedestes, proclamando rei Abimeleque, e se bem vos portastes para com Jerubaal e para com a sua casa, e se com ele agistes segundo o merecimento dos seus feitos
17 (pois o meu pai lutou por vós, e longe arriscou a sua vida, e vos livrou da mão de Midiã;
17 (porque meu pai pelejou por vós e, arriscando a vida, vos livrou das mãos dos midianitas;
18 e vós vos levantastes contra a casa do meu pai neste dia, e assassinastes os seus filhos, setenta pessoas, sobre uma pedra, e fizestes de Abimeleque, o filho da sua serva, rei sobre os homens de Siquém, porque ele é vosso irmão).
18 porém vós, hoje, vos levantastes contra a casa de meu pai e matastes seus filhos, setenta homens, sobre uma pedra; e a Abimeleque, filho de sua serva, fizestes reinar sobre os cidadãos de Siquém, porque é vosso irmão),
19 Se vós, então, tratastes verdadeira e sinceramente para com Jerubaal e a sua casa neste dia, então regozijai-vos em Abimeleque, e deixai-o também regozijar-se em vós;
19 se, deveras e sinceramente, procedestes, hoje, com Jerubaal e com a sua casa, alegrai-vos com Abimeleque, e também ele se alegre convosco.
20 mas se não, que o fogo saia de Abimeleque e devore os homens de Siquém, e a casa de Milo; e que o fogo saia dos homens de Siquém, e da casa de Milo, e devore Abimeleque.
20 Mas, se não, saia fogo de Abimeleque e consuma os cidadãos de Siquém e Bete-Milo; e saia fogo dos cidadãos de Siquém e de Bete-Milo, que consuma a Abimeleque.
21 E Jotão correu para longe, e fugiu, e foi até Beer, e lá habitou, por temer Abimeleque, seu irmão.
21 Fugiu logo Jotão, e foi-se para Beer, e ali habitou por temer seu irmão Abimeleque.
22 Quando Abimeleque havia reinado três anos sobre Israel,
22 Havendo, pois, Abimeleque dominado três anos sobre Israel,
23 Deus, então, enviou um espírito maligno entre Abimeleque e os homens de Siquém; e os homens de Siquém trataram Abimeleque traiçoeiramente;
23 suscitou Deus um espírito de aversão entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém; e estes se houveram aleivosamente contra Abimeleque,
24 para que a crueldade feita aos setenta filhos de Jerubaal pudesse vir, e o seu sangue fosse colocado sobre o irmão deles, Abimeleque, que os matou, e sobre os homens de Siquém, que o ajudaram na matança dos seus irmãos.
24 para que a vingança da violência praticada contra os setenta filhos de Jerubaal viesse, e o seu sangue caísse sobre Abimeleque, seu irmão, que os matara, e sobre os cidadãos de Siquém, que contribuíram para que ele matasse seus próprios irmãos.
25 E os homens de Siquém colocaram à sua espera, no cume dos montes, homens deitados; e eles roubavam todos os que passavam por eles naquele caminho; e isto foi dito a Abimeleque.
25 Os cidadãos de Siquém puseram contra ele homens de emboscada sobre os cimos dos montes; e todo aquele que passava pelo caminho junto a eles, eles o assaltavam; e isto se contou a Abimeleque.
26 E Gaal, o filho de Ebede, veio com os seus irmãos, e atravessou para Siquém; e os homens de Siquém depositaram nele a sua confiança.
26 Veio também Gaal, filho de Ebede, com seus irmãos, e se estabeleceram em Siquém; e os cidadãos de Siquém confiaram nele,
27 E eles saíram para os campos, e colheram dos seus vinhedos, e pisotearam as uvas, e se alegraram, e entraram na casa do seu deus, e comeram e beberam, e amaldiçoaram Abimeleque.
27 e saíram ao campo, e vindimaram as suas vinhas, e pisaram as uvas, e fizeram festas, e foram à casa de seu deus, e comeram, e beberam, e amaldiçoaram Abimeleque.
28 E Gaal, o filho de Ebede, disse: Quem é Abimeleque, e quem é Siquém, para que nós o sirvamos? Não é ele o filho de Jerubaal? E Zebul o seu oficial? Servi aos homens de Hamor, o pai de Siquém; afinal, porque nós deveríamos servi-lo?
28 Disse Gaal, filho de Ebede: Quem é Abimeleque, e quem somos nós de Siquém, para que o sirvamos? Não é, porventura, filho de Jerubaal? E não é Zebul o seu oficial? Servi, antes, aos homens de Hamor, pai de Siquém. Mas nós, por que serviremos a ele?
29 E, quisera Deus, este povo estivesse debaixo da minha mão! Eu, então, removeria Abimeleque. E ele disse a Abimeleque: Aumenta o teu exército, e sai.
29 Quem dera estivesse este povo sob a minha mão, e eu expulsaria Abimeleque e lhe diria: Multiplica o teu exército e sai.
30 E quando Zebul, o regente da cidade, ouviu as palavras de Gaal, o filho de Ebede, sua ira se acendeu.
30 Ouvindo Zebul, governador da cidade, as palavras de Gaal, filho de Ebede, se acendeu em ira;
31 E ele enviou mensageiros até Abimeleque secretamente, dizendo: Eis que Gaal, filho de Ebede, e os seus irmãos vieram até Siquém; e eis que eles fortificam a cidade contra ti.
31 e enviou, astutamente, mensageiros a Abimeleque, dizendo: Eis que Gaal, filho de Ebede, e seus irmãos vieram a Siquém e alvoroçaram a cidade contra ti.
32 Agora, portanto, levante-te à noite, tu e o povo que está contigo, e deitai-vos em espera no campo;
32 Levanta-te, pois, de noite, tu e o povo que tiveres contigo, e ponde-vos de emboscada no campo.
33 e será que, pela manhã, tão logo o sol se levante, tu te levantarás cedo, e te posicionarás sobre a cidade; e, eis que quando ele e o povo que está com ele saírem contra ti, poderás fazer a eles como achares ocasião.
33 Levanta-te pela manhã, ao sair o sol, e dá de golpe sobre a cidade; saindo contra ti Gaal com a sua gente, procede com ele como puderes.
34 E Abimeleque se levantou, e todo o povo que estava com ele, à noite, e eles lançaram-se em espera contra Siquém em quatro companhias.
34 Levantou-se, pois, de noite, Abimeleque e todo o povo que com ele estava, e se puseram de emboscada contra Siquém, em quatro grupos.
35 E Gaal, o filho de Ebede, saiu, e se pôs de pé na entrada do portão da cidade; e Abimeleque e o povo que estava com ele se levantaram da posição deitada, em espera.
35 Gaal, filho de Ebede, saiu e pôs-se à entrada da porta da cidade; com isto Abimeleque e todo o povo que com ele estava se levantaram das emboscadas.
36 E quando Gaal viu o povo, disse a Zebul: Eis que descem pessoas do cume dos montes. E Zebul lhe disse: Tu vês a sombra dos montes como se fossem homens.
36 Vendo Gaal aquele povo, disse a Zebul: Eis que desce gente dos cimos dos montes. Zebul, ao contrário, lhe disse: As sombras dos montes vês por homens.
37 E Gaal falou novamente e disse: Vê, de lá descem pessoas pelo meio da terra, e uma outra companhia vem chegando pela planície de Meonenim.
37 Porém Gaal tornou ainda a falar e disse: Eis ali desce gente defronte de nós, e uma tropa vem do caminho do carvalho dos Adivinhadores.
38 Então, disse-lhe Zebul: Onde está agora a tua boca, com a qual disseste: Quem é Abimeleque, para que devamos servi-lo? Não é este o povo que tu desprezaste? Sai, rogo-te agora, e luta contra eles.
38 Então, lhe disse Zebul: Onde está, agora, a tua boca, com a qual dizias: Quem é Abimeleque, para que o sirvamos? Não é este, porventura, o povo que desprezaste? Sai, pois, e peleja contra ele.
39 E Gaal saiu diante dos homens de Siquém, e lutou contra Abimeleque.
39 Saiu Gaal adiante dos cidadãos de Siquém e pelejou contra Abimeleque.
40 E Abimeleque o perseguiu, e ele fugiu de diante dele, e muitos foram derrubados e feridos até a entrada do portão.
40 Abimeleque o perseguiu; Gaal fugiu de diante dele, e muitos feridos caíram até a entrada da porta da cidade.
41 E Abimeleque habitou em Arumá; e Zebul expulsou Gaal e os seus irmãos, para que não habitassem em Siquém.
41 Abimeleque ficou em Arumá. E Zebul expulsou a Gaal e seus irmãos, para que não habitassem em Siquém.
42 E sucedeu que, pela manhã, o povo saiu para o campo; e Abimeleque foi informado.
42 No dia seguinte, saiu o povo ao campo; disto foi avisado Abimeleque,
43 E ele tomou o povo, e o dividiu em três companhias, e deitaram em espera no campo, e observou, e eis que o povo havia saído da cidade; e ele se levantou contra eles, e os feriu.
43 que tomou os seus homens, e os repartiu em três grupos, e os pôs de emboscada no campo. Olhando, viu que o povo saía da cidade; então, se levantou contra eles e os feriu.
44 E Abimeleque, e a companhia que estava com ele, precipitou-se para a frente, e se pôs de pé na entrada do portão da cidade; e as duas outras companhias avançaram sobre todo o povo que estava nos campos, e os matou.
44 Abimeleque e o grupo que com ele estava romperam de improviso e tomaram posição à porta da cidade, enquanto os dois outros grupos deram de golpe sobre todos quantos estavam no campo e os destroçaram.
45 E Abimeleque lutou contra a cidade durante aquele dia inteiro; e ele tomou a cidade, e matou o povo que nela estava, e demoliu a cidade, e a semeou com sal.
45 Todo aquele dia pelejou Abimeleque contra a cidade e a tomou. Matou o povo que nela havia, assolou-a e a semeou de sal.
46 E quando todos os homens da torre de Siquém ouviram aquilo, eles entraram em um porão da casa do deus Berite.
46 Tendo ouvido isto todos os cidadãos da Torre de Siquém, entraram na fortaleza subterrânea, no templo de El-Berite.
47 E foi dito a Abimeleque que todos os homens da torre de Siquém estavam reunidos.
47 Contou-se a Abimeleque que todos os cidadãos da Torre de Siquém se haviam congregado.
48 E Abimeleque subiu o monte Salmom, ele e todo o povo que estava com ele; e Abimeleque pegou um machado na sua mão, e cortou um galho das árvores, e o pegou, e o colocou sobre o seu ombro, e disse ao povo que estava com ele: O que me vistes fazer, apressai-vos, e fazei tal como fiz.
48 Então, subiu ele ao monte Salmom, ele e todo o seu povo; Abimeleque tomou de um machado, e cortou uma ramada de árvore, e a levantou, e pô-la ao ombro, e disse ao povo que com ele estava: O que me vistes fazer, fazei-o também vós, depressa.
49 E, de modo semelhante, todo o povo, cada qual, cortou o seu galho, e seguiu Abimeleque, e os colocaram no porão, e atearam fogo sobre eles no porão; de modo que todos os homens da torre de Siquém também morreram, cerca de mil homens e mulheres.
49 Assim, cada um de todo o povo cortou a sua ramada, e seguiram Abimeleque, e as puseram em cima da fortaleza subterrânea, e queimaram sobre todos os da Torre de Siquém, de maneira que morreram todos, uns mil homens e mulheres.
50 Então Abimeleque foi a Tebes, e acampou contra Tebes, e a tomou.
50 Então, se foi Abimeleque a Tebes, e a sitiou, e a tomou.
51 Havia, porém, uma torre forte dentro da cidade, e para lá fugiram todos os homens e mulheres, e todos os da cidade, e a trancaram para eles, e os fizeram subir até o topo da torre.
51 Havia, porém, no meio da cidade, uma torre forte; e todos os homens e mulheres, todos os moradores da cidade, se acolheram a ela, e fecharam após si as portas da torre, e subiram ao seu eirado.
52 E Abimeleque veio até a torre, e lutou contra ela, e investiu fortemente contra a porta da torre para incendiá-la com fogo.
52 Abimeleque veio até à torre, pelejou contra ela e se chegou até à sua porta para a incendiar.
53 E uma certa mulher atirou um pedaço de mó sobre a cabeça de Abimeleque, e o seu crânio se quebrou.
53 Porém certa mulher lançou uma pedra superior de moinho sobre a cabeça de Abimeleque e lhe quebrou o crânio.
54 Então, ele chamou apressadamente o seu moço, o escudeiro, e lhe disse: Desembainha a tua espada, e me mata, para que os homens não o digam: Uma mulher o matou. E o seu moço o atravessou, e ele morreu.
54 Então, chamou logo ao moço, seu escudeiro, e lhe disse: Desembainha a tua espada e mata-me, para que não se diga de mim: Mulher o matou. O moço o atravessou, e ele morreu.
55 E quando os homens de Israel viram que Abimeleque estava morto, partiram, cada qual, para o seu lugar.
55 Vendo, pois, os homens de Israel que Abimeleque já estava morto, foram-se, cada um para sua casa.
56 Assim Deus retribuiu a impiedade de Abimeleque, a qual ele fez ao seu pai, ao matar os seus setenta irmãos;
56 Assim, Deus fez tornar sobre Abimeleque o mal que fizera a seu pai, por ter aquele matado os seus setenta irmãos.
57 e todo o mal dos homens de Siquém Deus retribuiu sobre as suas cabeças; e sobre eles veio a maldição de Jotão, o filho de Jerubaal.
57 De igual modo, todo o mal dos homens de Siquém Deus fez cair sobre a cabeça deles. Assim, veio sobre eles a maldição de Jotão, filho de Jerubaal.

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