Juízes 8

BKJ (BKJ, 2017) vs ACF

Sair da comparação
ACF Almeida Corrigida Fiel
1 E os homens de Efraim lhe disseram: Por que nos serviste dessa forma, ao não nos chamares quando foste lutar contra os midianitas? E eles o repreenderam agressivamente.
1 Então os homens de Efraim lhe disseram: Que é isto que nos fizeste, que não nos chamaste, quando foste pelejar contra os midianitas? E contenderam com ele fortemente.
2 E ele lhes disse: O que fiz eu agora em comparação convosco? Não é a colheita das uvas de Efraim melhor do que a vindima de Abiezer?
2 Porém ele lhes disse: Que mais fiz eu agora do que vós? Não são porventura os rabiscos de Efraim melhores do que a vindima de Abiezer?
3 Deus entregou nas vossas mãos os príncipes de Midiã, Orebe e Zeebe; e o que fui capaz de fazer em comparação convosco? Então, a sua ira se aplacou diante dele, quando ele disse isto.
3 Deus vos deu na vossa mão os príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe; que mais pude eu fazer do que vós? Então a sua ira se abrandou para com ele, quando falou esta palavra.
4 E Gideão veio até o Jordão, e atravessaram ele e os trezentos homens que estavam com ele, fracos, mas ainda perseguindo-os.
4 E, como Gideão veio ao Jordão, passou com os trezentos homens que com ele estavam, já cansados, mas ainda perseguindo.
5 E ele disse aos homens de Sucote: Dai, rogo-vos, pães para o povo que me segue; pois eles estão fracos, e eu estou perseguindo Zeba e Salmuna, reis de Midiã.
5 E disse aos homens de Sucote: Dai, peço-vos, alguns pedaços de pão ao povo, que segue as minhas pisadas; porque estão cansados, e eu vou ao encalço de Zeba e Salmuna, reis dos midianitas.
6 E os príncipes de Sucote disseram: Estão as mãos de Zeba e Salmuna, agora, na tua mão, para que devamos dar pão ao teu exército?
6 Porém os príncipes de Sucote disseram: Estão já, Zeba e Salmuna, em tua mão, para que demos pão ao teu exército?
7 E Gideão disse: Portanto, quando o ­SENHOR entregar Zeba e Salmuna na minha mão, eis que retalharei a vossa carne com espinhos do deserto e com roseiras bravas.
7 Então disse Gideão: Pois quando o Senhor der na minha mão a Zeba e a Salmuna, trilharei a vossa carne com os espinhos do deserto, e com os abrolhos.
8 E ele subiu para Penuel, e falou-lhes do mesmo modo; e os homens de Penuel responderam-lhe tal como os homens de Sucote lhe haviam respondido.
8 E dali subiu a Penuel, e falou-lhes da mesma maneira; e os homens de Penuel lhe responderam como os homens de Sucote lhe haviam respondido.
9 E ele falou também aos homens de Penuel, dizendo: Quando eu voltar em paz, eu colocarei abaixo esta torre.
9 Por isso também falou aos homens de Penuel, dizendo: Quando eu voltar em paz, derribarei esta torre.
10 Ora, Zeba e Salmuna estavam em Carcor, e com eles os seus exércitos, cerca de quinze mil homens, todos os que foram deixados de todos os exércitos dos filhos do oriente; pois ali caíram cento e vinte mil homens que empunhavam a espada.
10 Estavam, pois, Zeba e Salmuna em Carcor, e os seus exércitos com eles, uns quinze mil homens, todos os que restaram do exército dos filhos do oriente; e os que caíram foram cento e vinte mil homens, que puxavam da espada.
11 E Gideão subiu pelo caminho daqueles que habitavam em tendas a leste de Noba e Jogbeá, e feriu o exército; pois o exército estava seguro.
11 E subiu Gideão pelo caminho dos que habitavam em tendas, para o oriente de Nobá e Jogbeá; e feriu aquele exército, porquanto o exército estava descuidado.
12 E quando Zeba e Salmuna fugiram, ele os perseguiu, e aprisionou os dois reis de Midiã, Zeba e Salmuna, e desmantelou todo o exército.
12 E fugiram Zeba e Salmuna; porém ele os perseguiu, e tomou presos a ambos os reis dos midianitas, a Zeba e a Salmuna, e afugentou a todo o exército.
13 E Gideão, o filho de Joás, retornou da batalha antes de o sol nascer,
13 Voltando, pois, Gideão, filho de Joás, da peleja, antes do nascer do sol,
14 e tomou um jovem dos homens de Sucote, e lhe indagou; e ele lhe descreveu os príncipes de Sucote, e os seus anciãos, que eram: setenta e sete homens.
14 Tomou preso a um moço dos homens de Sucote, e lhe fez perguntas; o qual lhe deu por escrito os nomes dos príncipes de Sucote, e dos seus anciãos, setenta e sete homens.
15 E ele veio até os homens de Sucote, e disse: Vede aqui Zeba e Salmuna, com os quais vós me repreendestes, dizendo: Estão as mãos de Zeba e Salmuna, agora, na tua mão, para que devamos dar pão aos teus homens que estão exaustos?
15 Então veio aos homens de Sucote, e disse: Vede aqui a Zeba e a Salmuna, a respeito dos quais desprezivelmente me escarnecestes, dizendo: Estão já, Zeba e Salmuna, na tua mão, para que demos pão aos teus homens, já cansados?
16 E ele pegou os anciãos da cidade, e espinhos do deserto, e roseiras bravas, e com isso ele ensinou os homens de Sucote.
16 E tomou os anciãos daquela cidade, e os espinhos do deserto, e os abrolhos; e com eles ensinou aos homens de Sucote.
17 E ele derrubou a torre de Penuel, e matou os homens da cidade.
17 E derrubou a torre de Penuel, e matou os homens da cidade.
18 Depois ele disse a Zeba e Salmuna: Que tipos de homens eram aqueles que vós matáveis em Tabor? E eles responderam: Assim como tu és, também eram eles: cada um assemelhava-se a um filho de um rei.
18 Depois perguntou a Zeba e a Salmuna: Que homens eram os que matastes em Tabor? E disseram: Como és tu, assim eram eles; cada um parecia filho de rei.
19 E ele disse: Eles eram meus irmãos, na verdade, filhos da minha mãe; assim como vive o ­SENHOR, se vós tivésseis salvado a sua vida, eu não vos mataria.
19 Então disse ele: Meus irmãos eram, filhos de minha mãe; vive o Senhor, que, se os tivésseis deixado com vida, eu não vos mataria.
20 E ele disse a Jéter, o seu primogênito: Levanta-te, e mata-os. Porém o jovem não desembainhou a sua espada; pois temeu por ser ele ainda um jovem.
20 E disse a Jeter, seu primogênito: Levanta-te, mata-os. Porém o moço não puxou da sua espada, porque temia; porquanto ainda era jovem.
21 Então Zeba e Salmuna disseram: Levanta-te e cai sobre nós; pois como é o homem, também é a sua força. E Gideão levantou-se, e matou Zeba e Salmuna, e retirou os ornamentos que estavam no pescoço dos seus camelos.
21 Então disseram Zeba e Salmuna: Levanta-te, e acomete-nos; porque, qual o homem, tal a sua valentia. Levantou-se, pois, Gideão, e matou a Zeba e a Salmuna, e tomou os ornamentos que estavam nos pescoços dos seus camelos.
22 Então os homens de Israel disseram a Gideão: Governa tu sobre nós, tanto tu, como o teu filho, e o filho do teu filho; pois tu nos libertaste da mão de Midiã.
22 Então os homens de Israel disseram a Gideão: Domina sobre nós, tanto tu, como teu filho e o filho de teu filho; porquanto nos livraste da mão dos midianitas.
23 E Gideão lhes disse: Eu não governarei sobre vós, tampouco o meu filho governará sobre vós; mas o ­SENHOR governará sobre vós.
23 Porém Gideão lhes disse: Sobre vós eu não dominarei, nem tampouco meu filho sobre vós dominará; o Senhor sobre vós dominará.
24 E Gideão lhes disse: Eu desejaria um favor de vós: que me deis, cada homem, os brincos do seu despojo. (Pois eles tinham brincos de ouro nas orelhas, porque eram ismaelitas.)
24 E disse-lhes mais Gideão: Uma petição vos farei: Dá-me, cada um de vós, os pendentes do seu despojo (porque tinham pendentes de ouro, porquanto eram ismaelitas).
25 E eles responderam: Voluntariamente nós os daremos. E eles estenderam uma veste, e nela todo homem lançou os brincos do seu despojo.
25 E disseram eles: De boa vontade os daremos. E estenderam uma capa, e cada um deles deitou ali um pendente do seu despojo.
26 E o peso dos brincos de ouro que ele pedira foi de mil e setecentos shekels; além dos ornamentos, e colares, e vestes púrpuras que vestiam os reis de Midiã, e além das correntes que estavam pendentes nos pescoços dos camelos.
26 E foi o peso dos pendentes de ouro, que pediu, mil e setecentos siclos de ouro, afora os ornamentos, e as cadeias, e as vestes de púrpura que traziam os reis dos midianitas, e afora as coleiras que os camelos traziam ao pescoço.
27 E Gideão fez disto um éfode, e o pôs na sua cidade, em Ofra; e todo o Israel foi para lá a fim de prostituir-se após ele; o que se tornou uma armadilha para Gideão e para a sua casa.
27 E fez Gideão dele um éfode, e colocou-o na sua cidade, em Ofra; e todo o Israel prostituiu-se ali após ele; e foi por tropeço a Gideão e à sua casa.
28 Assim Midiã foi subjugada diante dos filhos de Israel, de forma que eles não mais levantaram as suas cabeças. E a região ficou silenciosa durante quarenta anos nos dias de ­Gideão.
28 Assim foram abatidos os midianitas diante dos filhos de Israel, e nunca mais levantaram a sua cabeça; e sossegou a terra quarenta anos nos dias de Gideão.
29 E Jerubaal, o filho de Joás, foi e habitou na sua própria casa.
29 E foi Jerubaal, filho de Joás, e habitou em sua casa.
30 E Gideão teve setenta filhos gerados do seu corpo; pois ele teve muitas esposas.
30 E teve Gideão setenta filhos, que procederam dele, porque tinha muitas mulheres.
31 E a sua concubina que estava em Siquém, ela também lhe gerou um filho, cujo nome ele chamou Abimeleque.
31 E sua concubina, que estava em Siquém, lhe deu à luz também um filho; e pôs-lhe por nome Abimeleque.
32 E Gideão, o filho de Joás, morreu em boa velhice, e foi sepultado no sepulcro de Joás, seu pai, em Ofra dos abiezritas.
32 E faleceu Gideão, filho de Joás, numa boa velhice; e foi sepultado no sepulcro de seu pai Joás, em Ofra dos abiezritas.
33 E sucedeu que, tão logo morreu Gideão, os filhos de Israel se voltaram, e foram se prostituir após Baalim, e fez de Baal-Berite o seu deus.
33 E sucedeu que, como Gideão faleceu, os filhos de Israel tornaram a se prostituir após os baalins; e puseram a Baal-Berite por deus.
34 E os filhos de Israel não se lembraram do ­SENHOR seu Deus, que os havia livrado das mãos de todos os seus inimigos em todos os lados;
34 E assim os filhos de Israel não se lembraram do Senhor seu Deus, que os livrara da mão de todos os seus inimigos ao redor.
35 nem mostrou a sua bondade à casa de Jerubaal, a saber, Gideão, segundo toda a bondade que ele havia mostrado a Israel.
35 Nem usaram de beneficência com a casa de Jerubaal, a saber, de Gideão, conforme a todo o bem que ele havia feito a Israel.

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