Isaías 64
BKJ (BKJ, 2017) vs ARIB
1 Ó! Que tu rasgasses os céus; que descesses para que os montes pudessem se derreter diante da tua presença.
1 Oh! se fendesses os céus, e descesses, e os montes tremessem à tua presença,
2 Como quando o fogo derretedor queima; o fogo fez as águas ferverem, para fazer teu nome conhecido aos teus adversários, para que as nações possam tremer à tua presença!
2 como quando o fogo pega em acendalhas, e o fogo faz ferver a água, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que à tua presença tremam as nações!
3 Quando tu fizeste coisas terríveis, as quais nós não esperávamos. Tu desceste, os montes se derreteram diante da tua presença.
3 Quando fazias coisas terríveis, que não esperávamos, descias, e os montes tremiam à tua presença.
4 Porque desde o início do mundo homens não têm ouvido, nem percebido pelo ouvido, nem tem o olho visto, ó Deus, além de ti, o que Ele tem preparado para aquele que espera por ele.
4 Porque desde a antigüidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que opera a favor daquele que por ele espera.
5 Tu te encontras com aquele que se regozija e opera justiça, aquele que se lembra de ti em teus caminhos. Eis que tu estás furioso, porque nós temos pecado. Nos pecados temos estado longo tempo, e poderemos ser salvos?
5 Tu sais ao encontro daquele que, com alegria, pratica a justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos. Eis que te iraste, porque pecamos; há muito tempo temos estado em pecados; acaso seremos salvos?
6 Todos nós, porém, somos como uma coisa impura, e todas as nossas justiças são como trapos imundos; e todos nós iremos murchar como uma folha. E nossas iniquidades, como o vento, nos têm arrastado.
6 Pois todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como o vento, nos arrebatam.
7 E não há ninguém que invoque teu nome, que comova a si mesmo a agarrar-se a ti, porque tu tens escondido tua face de nós e nos tem consumido, por causa de nossas iniquidades.
7 E não há quem invoque o teu nome, que desperte, e te detenha; pois escondeste de nós o teu rosto e nos consumiste, por causa das nossas iniqüidades.
8 Agora, porém, ó SENHOR, tu és nosso Pai. Nós somos o barro e tu nosso oleiro; e nós todos somos o trabalho de tua mão.
8 Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós somos o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos.
9 Não estejas furioso excessivamente, ó SENHOR, nem lembres iniquidade para sempre. Observa, veja, nós te suplicamos, nós somos todos teu povo.
9 Não te agastes tanto, ó Senhor, nem perpetuamente te lembres da iniqüidade; olha, pois, nós te pedimos, todos nós somos o teu povo.
10 Tuas santas cidades estão um deserto; Sião está um deserto; Jerusalém, uma desolação.
10 As tuas santas cidades se tornaram em deserto, Sião está feita um ermo, Jerusalém uma desolação.
11 Nossa santa e nossa linda casa, onde nossos pais te louvaram, está completamente consumida pelo fogo, e todas as nossas coisas agradáveis estão devastadas.
11 A nossa santa e gloriosa casa, em que te louvavam nossos pais, foi queimada a fogo; e todos os nossos lugares aprazíveis se tornaram em ruínas.
12 Irás tu abster-te destas coisas, ó SENHOR? Manter-te-ás calado e afligir-nos-ás excessivamente?
12 Acaso conter-te-ás tu ainda sobre estas calamidades, ó Senhor? ficarás calado, e nos afligirás tanto?
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