Hebreus 9
BKJ (BKJ, 2017) vs NVT
1 Ora, verdadeiramente o primeiro pacto tinha também ordenanças de serviço divino, e um santuário terrestre.
1 A primeira aliança tinha regras para a adoração, bem como um santuário terreno.
2 Porque um tabernáculo foi preparado; o primeiro, no qual estavam o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; esse é chamado de o santuário.
2 Esse tabernáculo era dividido em duas partes. Na primeira, ficava o candelabro e a mesa com os pães da presença. Essa parte era chamada lugar santo.
3 E depois do segundo véu vinha o tabernáculo chamado Santo dos Santos;
3 Depois, havia uma cortina e, atrás dela, a segunda parte, chamada lugar santíssimo.
4 que tinha o incensário de ouro, e a arca do pacto, toda coberta de ouro em redor; na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Aarão, que tinha florescido, e as tábuas do pacto.
4 Nessa parte ficava o altar de ouro para o incenso e a arca da aliança, inteiramente coberta de ouro. Dentro da arca havia um vaso de ouro contendo maná, a vara de Arão que floresceu e as tábuas de pedra da aliança.
5 E sobre a arca os querubins da glória, que cobriam o propiciatório; sobre tais coisas não podemos falar agora particularmente.
5 Sobre a arca ficavam os querubins da glória divina, cuja sombra se estendia por cima do lugar de expiação. Mas agora não é o momento de explicar essas coisas em detalhes.
6 Quando estavam estas coisas assim ordenadas, os sacerdotes entravam sempre no primeiro tabernáculo, realizando o serviço de Deus.
6 Quando tudo estava preparado, os sacerdotes entravam regularmente no lugar santo para cumprir seus deveres sagrados.
7 Mas no segundo, apenas o sumo sacerdote, uma vez por ano, não sem sangue, o qual ele oferecia por si mesmo e pelos erros do povo.
7 Mas apenas o sumo sacerdote, e só uma vez por ano, entrava no lugar santíssimo. Ele sempre apresentava o sangue do sacrifício pelos próprios pecados e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância.
8 Isto significando para o Espírito Santo que o caminho para o mais santo de todos ainda não se havia manifestado, enquanto o primeiro tabernáculo ainda estava de pé.
8 Com essas regras, o Espírito Santo mostra que o caminho para o lugar santíssimo não havia sido aberto enquanto o primeiro tabernáculo continuava em uso.
9 Que foi uma figura para o tempo então presente, no qual eram oferecidos tanto dons como sacrifícios que não podiam aperfeiçoar o que realizava o serviço, em relação à consciência,
9 Essa é uma ilustração que aponta para o tempo presente, pois as ofertas e os sacrifícios que os sacerdotes apresentam não podem criar no adorador uma consciência totalmente limpa.
10 que consistia apenas em comidas e bebidas, e diversas abluções, e ordenanças carnais, impostas sobre eles até ao tempo da reforma.
10 Tratava-se apenas de alimentos e bebidas e várias cerimônias de purificação; eram regras externas, válidas apenas até que se estabelecesse um sistema melhor.
11 Mas Cristo, ao vir como sumo sacerdote das coisas boas que haviam de vir, por meio de um tabernáculo maior e mais perfeito, não feito por mãos, isto é, não desta construção,
11 Cristo se tornou o Sumo Sacerdote de todos os benefícios agora presentes. Ele entrou naquele tabernáculo maior e mais perfeito no céu, que não foi feito por mãos humanas nem faz parte deste mundo criado.
12 nem pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, tendo obtido eterna redenção para nós.
12 Com seu próprio sangue, e não com o sangue de bodes e bezerros, entrou no lugar santíssimo de uma vez por todas e garantiu redenção eterna.
13 Porque se o sangue de bodes e de touros, e as cinzas de uma novilha espargidos sobre os impuros santificam trazendo a purificação da carne,
13 Se, portanto, o sangue de bodes e bezerros e as cinzas de uma novilha purificavam o corpo de quem estava cerimonialmente impuro,
14 quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?
14 imaginem como o sangue de Cristo purificará nossa consciência das obras mortas, para que adoremos o Deus vivo. Pois, pelo poder do Espírito eterno, Cristo ofereceu a si mesmo a Deus como sacrifício perfeito.
15 E por isso ele é o mediador do novo testamento, para que por meio da morte, para redenção das transgressões cometidas debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna.
15 Por isso ele é o mediador da nova aliança, para que todos que são chamados recebam a herança eterna que foi prometida. Porque Cristo morreu para libertá-los do castigo dos pecados que haviam cometido sob a primeira aliança.
16 Porque onde há testamento, necessário é que venha a morte do testador.
16 Quando alguém deixa um testamento, é necessário comprovar a morte daquele que o fez.
17 Porque um testamento só tem efeito após a morte dos homens, do contrário não tem força alguma, enquanto o testador vive.
17 O testamento só se torna válido após a morte da pessoa. Enquanto ela ainda estiver viva, o testamento não entra em vigor.
18 Pelo que nem o primeiro testamento foi dedicado sem sangue.
18 É por isso que até mesmo a primeira aliança foi sancionada com o sangue.
19 Pois quando Moisés anunciou cada preceito a todo o povo segundo a lei, ele tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo e aspergiu tanto ao próprio livro como a todo o povo,
19 Depois de ler todos os mandamentos da lei a todo o povo, Moisés pegou o sangue de novilhos e de bodes, e também água, e os aspergiu com ramos de hissopo e lã vermelha sobre o Livro da Lei e sobre todo o povo.
20 dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus tem ordenado para vós.
20 Em seguida, disse: “Este sangue confirma a aliança que Deus fez com vocês”.
21 Além disso, ele aspergiu com sangue tanto o tabernáculo como todos os vasos do ministério.
21 Da mesma forma, aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os utensílios usados nos serviços sagrados.
22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.
22 De fato, segundo a lei, quase tudo era purificado com sangue, pois sem derramamento de sangue não há perdão.
23 Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as coisas celestiais em si seriam purificadas com sacrifícios superiores a estes.
23 Assim, as representações das coisas no céu tiveram de ser purificadas com o sangue de animais. As verdadeiras coisas celestiais, porém, tiveram de ser purificadas com sacrifícios muitos superiores.
24 Porque Cristo não entrou em um santuário feito por mãos, que são figuras do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora aparecer na presença de Deus por nós.
24 Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos humanas, mera representação do santuário verdadeiro no céu. Ele entrou no próprio céu, a fim de agora se apresentar diante de Deus em nosso favor.
25 Nem também para se oferecer com frequência, como o sumo sacerdote entrava no santo lugar de ano em ano com sangue alheio.
25 E ele não entrou no céu para oferecer a si mesmo repetidamente, como o sumo sacerdote aqui na terra, que todos os anos entra no lugar santíssimo com o sangue de um animal.
26 Pois então necessário seria ele ter sofrido com frequência desde a fundação do mundo; mas agora, no fim do mundo, uma vez, se manifestou para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.
26 Se fosse assim, ele precisaria ter morrido muitas vezes, desde o princípio do mundo. Mas agora, no fim dos tempos, ele apareceu uma vez por todas para remover o pecado mediante sua própria morte em sacrifício.
27 E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o julgamento.
27 E, assim como cada pessoa está destinada a morrer uma só vez, e depois disso vem o julgamento,
28 Assim também Cristo ofereceu-se uma só vez para levar os pecados de muitos, e para aqueles que o buscam ele aparecerá pela segunda vez sem pecado, para a salvação.
28 também Cristo foi oferecido como sacrifício uma só vez para tirar os pecados de muitos. Ele voltará, não para tratar de nossos pecados, mas para trazer salvação a todos que o aguardam com grande expectativa.
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