Hebreus 6

BKJ (BKJ, 2017) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Pelo que, deixando os princípios da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição, não lançando de novo o fundamento de arrependimento de obras mortas e de fé em Deus,
1 Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus,
2 de doutrina sobre batismos, e de imposição de mãos, e sobre ressurreição de mortos e sobre juízo eterno.
2 o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno.
3 E isso faremos, se Deus o permitir.
3 Isso faremos, se Deus permitir.
4 Porque é impossível que os que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo,
4 É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo,
5 e provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo que há de vir,
5 e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro,
6 se eles caírem, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que eles de novo crucificam para si mesmo o Filho de Deus, expondo-o em uma vergonha aberta.
6 e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia.
7 Porque a terra que absorve a chuva que cai sobre ela, e produz erva útil, provê para aqueles que a lavram e recebe a bênção da parte de Deus.
7 Porque a terra que absorve a chuva que frequentemente cai sobre ela e produz erva útil para aqueles por quem é também cultivada recebe bênção da parte de Deus;
8 Mas aquela que produz espinhos e abrolhos é rejeitada, e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada.
8 mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada.
9 Porém, amados, esperamos coisas melhores de vós, e coisas que acompanham a salvação, embora falemos assim.
9 Quanto a vós outros, todavia, ó amados, estamos persuadidos das coisas que são melhores e pertencentes à salvação, ainda que falamos desta maneira.
10 Porque Deus não é injusto para que se esqueça de vossa obra, e do trabalho de amor que para com o seu nome mostrastes, porquanto ministrastes aos santos, e ainda os servis.
10 Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos.
11 E desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo até a completa certeza da esperança até o fim.
11 Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança;
12 Para que não estejais ociosos, mas sejais seguidores dos que pela fé e paciência herdam as promessas.
12 para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas.
13 Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não havia alguém maior por quem jurar, ele jurou por si mesmo,
13 Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo,
14 dizendo: Certamente abençoando eu te abençoarei e multiplicando eu te multiplicarei.
14 dizendo: Certamente, te abençoarei e te multiplicarei.
15 E assim, tendo Abraão perseverado pacientemente, obteve a promessa.
15 E assim, depois de esperar com paciência, obteve Abraão a promessa.
16 Porque os homens verdadeiramente juram pelo maior, e o juramento de confirmação é, para eles, um fim de toda contenda.
16 Pois os homens juram pelo que lhes é superior, e o juramento, servindo de garantia, para eles, é o fim de toda contenda.
17 E assim Deus, desejando mostrar mais abundantemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu conselho, confirmou-o com juramento;
17 Por isso, Deus, quando quis mostrar mais firmemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, se interpôs com juramento,
18 para que através de duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, pudéssemos ter uma poderosa consolação, nós, que procuramos refúgio na esperança colocada diante de nós.
18 para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta;
19 Esperança essa que temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do véu;
19 a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu,
20 onde o precursor entrou por nós, o próprio Jesus, feito sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.
20 onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

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