Daniel 9
BKJ (BKJ, 2017) vs NVT
1 No primeiro ano de Dario, o filho de Assuero, da semente dos medos, o qual foi feito rei sobre o reino dos Caldeus;
1 Era o primeiro ano do reinado de Dario, o medo, filho de Assuero, que se tornou rei dos babilônios.
2 no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, a respeito dos quais a palavra do SENHOR veio ao profeta Jeremias, era de setenta anos, quando se completariam as desolações de Jerusalém,
2 Nesse primeiro ano, eu, Daniel, ao estudar a palavra do S enhor revelada ao profeta Jeremias, compreendi que Jerusalém devia permanecer desolada por setenta anos.
3 E coloquei a minha face diante do Senhor Deus, para buscá-lo com oração e súplicas, com jejum, e vestimenta de pano de saco e cinzas;
3 Então me voltei para o Senhor Deus e supliquei a ele com oração e jejum. Também vesti pano de saco e coloquei cinzas sobre a cabeça.
4 e eu orei ao SENHOR meu Deus, e fiz minha confissão, e disse: Ó Senhor, o grande e temível Deus, que mantém o pacto e a misericórdia para com aqueles que o amam, e para com aqueles que guardam os seus mandamentos;
4 Orei ao S enhor , meu Deus, e confessei: “Ó Senhor, és Deus grande e temível! Tu guardas tua aliança de amor leal para com os que te amam e obedecem a teus mandamentos.
5 nós pecamos e cometemos iniquidade, e nos portamos impiamente, e nos rebelamos, e até nos afastamos de teus preceitos e dos teus juízos;
5 Contudo, nós pecamos e fizemos o mal. Fomos rebeldes contra ti e desprezamos teus mandamentos e estatutos.
6 nem escutamos teus servos, os profetas, que falaram em teu nome aos nossos reis, nossos príncipes e nossos pais, e para todo o povo da terra.
6 Não demos ouvidos a teus servos, os profetas, que falaram em teu nome a nossos reis, príncipes, antepassados e a todo o povo da terra.
7 Ó Senhor, justiça pertence a ti, porém a nós confusão de faces, como neste dia, para os homens de Judá, e para os habitantes de Jerusalém, e para todo Israel, aqueles que estão próximos e aqueles que estão distantes, em todas as nações para onde tu os conduziste, por causa da transgressão que cometeram contra ti.
7 “Senhor, tu és justo; mas, como vês, nosso rosto está coberto de vergonha. Todos estamos envergonhados, incluindo os habitantes de Judá e de Jerusalém e todo o Israel, espalhados em lugares próximos e distantes, para onde tu nos enviaste por causa de nossa deslealdade contigo.
8 Ó Senhor, a nós pertence a confusão de face, aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque pecamos contra ti.
8 Ó S enhor , nós, nossos reis, príncipes e antepassados estamos cobertos de vergonha porque pecamos contra ti.
9 Ao Senhor nosso Deus pertencem as misericórdias e o perdão, embora tenhamos nos rebelado contra ele;
9 Mas o Senhor, nosso Deus, é misericordioso e perdoador, embora tenhamos nos rebelado contra ele.
10 e não tenhamos obedecido a voz do SENHOR nosso Deus, para andar nas suas leis, que ele colocou diante de nós pelos seus servos, os profetas.
10 Não obedecemos ao S enhor , nosso Deus, pois não seguimos as leis que ele nos deu por meio de seus servos, os profetas.
11 Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, afastando-se para não obedecerem a tua voz; portanto a maldição está derramada sobre nós, e o juramento que está escrito na lei de Moisés, o servo de Deus, porque nós pecamos contra ele.
11 Todo o Israel desobedeceu às tuas leis, desviou-se e não quis ouvir tua voz. “Por isso, agora as maldições solenes e os juízos escritos na lei de Moisés, servo de Deus, foram derramados sobre nós por causa de nosso pecado.
12 E ele confirmou as suas palavras, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; pois sob todo o céu não se tem feito como se fez sobre Jerusalém.
12 Tu cumpriste tua palavra e fizeste conosco e com nossos governantes exatamente como havias advertido. Nunca houve calamidade tão terrível quanto a que aconteceu em Jerusalém.
13 Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; contudo não fizemos nós nossa oração perante o SENHOR nosso Deus, para que nos desviássemos de nossas iniquidades, e entendêssemos a tua verdade.
13 Todas as maldições escritas contra nós na lei de Moisés se cumpriram. E, no entanto, não quisemos buscar a misericórdia do S enhor , nosso Deus, não nos afastamos de nossos pecados nem reconhecemos sua verdade.
14 Portanto o SENHOR vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós, pois o SENHOR nosso Deus é justo em todas as obras que faz, pois nós não obedecemos a sua voz.
14 Portanto, o S enhor trouxe sobre nós a calamidade que havia preparado. O S enhor , nosso Deus, foi justo em fazer todas essas coisas, pois não lhe obedecemos.
15 E agora, ó Senhor nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e trouxeste renome para ti, como neste dia; nós pecamos, nós nos portamos impiamente.
15 “Ó Senhor, nosso Deus, tu trouxeste honra duradoura para teu nome ao resgatar teu povo do Egito com grande demonstração de poder. Mas nós pecamos e estamos cheios de maldade.
16 Ó Senhor, conforme toda a tua justiça, suplico-te, desvia a tua ira e a tua fúria da tua cidade Jerusalém, teu santo monte; porque por nossos pecados e pelas iniquidades de nossos pais, Jerusalém e teu povo tornaram-se uma desonra para todos os que estão ao nosso redor.
16 De acordo com toda a tua justiça, Senhor, desvia tua ira furiosa de Jerusalém, tua cidade e teu santo monte. Como resultado de nossos pecados e dos pecados de nossos antepassados, todas as nações vizinhas zombam de Jerusalém e de teu povo.
17 Agora, portanto, ó nosso Deus, ouve a oração de teu servo, e as suas súplicas, e faz a tua face brilhar sobre o teu santuário, que está desolado, por causa do Senhor.
17 “Ó nosso Deus, ouve a oração de teu servo; ouve minha súplica. Por causa de ti mesmo, Senhor, volta a olhar com bondade para teu santuário desolado.
18 Ó meu Deus, inclina teus ouvidos e ouve; abre teus olhos, e observa nossas desolações, e a cidade que é chamada pelo teu nome; pois nós não apresentamos nossas súplicas perante a ti por nossas justiças, mas por tuas grandes misericórdias.
18 “Ó meu Deus, inclina-te e ouve-me; abre teus olhos e vê nossa desolação. Vê como nossa cidade, a cidade que leva teu nome, está em ruínas. Fazemos esta súplica não porque merecemos, mas por causa de tua misericórdia.
19 Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, escuta e faz, não retardes, por causa de ti mesmo, ó meu Deus; pois a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome.
19 “Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age! Por causa de ti mesmo, não te demores, ó meu Deus, pois teu povo e tua cidade carregam teu nome”.
20 E enquanto eu estava falando, e orando, e confessando meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e apresentando minha súplica perante o SENHOR meu Deus, pelo santo monte do meu Deus;
20 Continuei a orar e a confessar meu pecado e o pecado de meu povo, Israel, suplicando ao S enhor , meu Deus, por Jerusalém, seu santo monte.
21 sim, enquanto eu estava falando em oração, o homem Gabriel, a quem eu tinha visto na visão no princípio, impelido a voar rapidamente, tocou-me por volta da oblação da tarde.
21 Enquanto eu orava, Gabriel, que eu tinha visto na visão anterior, veio a mim depressa, na hora do sacrifício da tarde.
22 E ele informou-me, e falou comigo, e disse: Ó Daniel, eu saio agora para dar-te habilidade e entendimento.
22 Ele explicou: “Daniel, vim lhe dar percepção e entendimento.
23 No início de tuas súplicas veio a ordem, e eu venho para mostrar-te; pois tu és grandemente amado; portanto entende a questão, e considera a visão.
23 Assim que você começou a orar, foi dada uma ordem, e agora estou aqui para lhe dizer qual foi essa ordem, pois você é muito precioso para Deus. Ouça com atenção para entender o significado de sua visão.
24 Setenta semanas são determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para terminar a transgressão, e pôr um fim nos pecados, e fazer reconciliação por causa da iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e profecia, e para ungir o Santíssimo.
24 “Um período de setenta semanas de sete foi decretado ao seu povo e à sua cidade santa para dar fim à rebelião, acabar com o pecado, fazer expiação por sua culpa, trazer justiça eterna, confirmar a visão profética e ungir o lugar santíssimo.
25 Saiba, portanto e entenda, que desde a saída do mandamento de restaurar e construir Jerusalém, até o Messias, o Príncipe, serão sete semanas, e sessenta e duas semanas; a rua será construída novamente, e o muro, mesmo em tempos tenebrosos.
25 Agora ouça e entenda! Passarão sete semanas, mais 62 semanas desde que for dada a ordem para reconstruir Jerusalém até a chegada do governante, o Ungido. Apesar dos tempos difíceis, Jerusalém será reconstruída com ruas e fortes defesas.
26 E após sessenta e duas semanas o Messias será cortado, porém não por si mesmo; e o povo do príncipe que virá, destruirá a cidade e o santuário; e o seu fim será com uma inundação, e até o final da guerra desolações estão determinadas.
26 “Depois desse período de 62 semanas de sete, o Ungido será morto, e nada dele restará. Surgirá um governante cujos exércitos destruirão a cidade e o templo. O fim chegará com uma inundação, e a guerra e seus sofrimentos estão decretados desde esse tempo até o fim.
27 E ele confirmará o pacto com muitos por uma semana, e no meio da semana ele fará cessar o sacrifício e a oblação, e pela disseminação das abominações ele a desolará, até a consumação; e aquilo determinado será derramado sobre o desolado.
27 O governante fará um tratado com muitos por um período de uma semana, mas depois de metade desse tempo ele acabará com os sacrifícios e com as ofertas. E, numa parte do templo, ele colocará uma terrível profanação, até que o destino declarado para esse profanador seja finalmente derramado sobre ele”.
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