Cânticos 2
BKJ (BKJ, 2017) vs VC
1 Eu sou a rosa de Sarom, e o lírio dos vales.
1 sou o narciso de Saron, o lírio dos vales.
2 Como o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas.
2 - Como o lírio entre os espinhos, assim é minha amiga entre as jovens.
3 Assim como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os filhos. Sentei-me sob a sua sombra com grande prazer, e o seu fruto foi doce ao meu paladar.
3 - Como a macieira entre as árvores da floresta, assim é o meu amado entre os jovens; gosto de sentar-me à sua sombra, e seu fruto é doce à minha boca.
4 Trouxe-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.
4 Ele introduziu-me num celeiro, e o estandarte, que levanta sobre mim, é o amor.
5 Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque eu estou doente de amor.
5 Restaurou-me com tortas de uvas, fortaleceu-me com maçãs, porque estou enferma de amor.
6 A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abraça.
6 Sua mão esquerda está sob minha cabeça, e sua direita abraça-me.
7 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não desperteis e nem acordeis o meu amor, até que ele queira.
7 - Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e corças dos campos, que não desperteis nem perturbeis o amor, antes que ele o queira.
8 A voz do meu amado! Eis que ele vem saltando sobre as montanhas, pulando sobre as colinas.
8 - Oh, esta é a voz do meu amado! Ei-lo que aí vem, saltando sobre os montes, pulando sobre as colinas.
9 O meu amado é semelhante à gazela ou ao filhote de cervo; eis que está detrás do nosso muro, olhando pelas janelas, mostrando-se pelas grades.
9 Meu amado é como a gazela e como um cervozinho. Ei-lo atrás de nossa parede. Olho pela janela, espreito pelas grades.
10 O meu amado falou e me disse: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
10 Meu bem-amado disse-me: Levanta-te, minha amiga, vem, formosa minha.
11 Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi;
11 Eis que o inverno passou, cessaram e desapareceram as chuvas.
12 as flores aparecem na terra, o tempo de cantar dos pássaros chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
12 Apareceram as flores na nossa terra, voltou o tempo das canções. Em nossas terras já se ouve a voz da rola.
13 A figueira já deu os seus figos verdes, e as videiras com suas uvas macias exalam um bom aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
13 A figueira já começa a dar os seus figos, e a vinha em flor exala o seu perfume; levanta-te, minha amada, formosa minha, e vem.
14 Pomba minha, que estás nas fendas das rochas, nos lugares ocultos das ladeiras, mostra-me o teu semblante, deixa-me ouvir a tua voz, porque doce é a tua voz, e o teu semblante é gracioso.
14 Minha pomba, oculta nas fendas do rochedo, e nos abrigos das rochas escarpadas, mostra-me o teu rosto, faze-me ouvir a tua voz. Tua voz é tão doce, e delicado teu rosto!
15 Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que estragam as vinhas, porque as nossas vinhas têm uvas tenras.
15 - Apanhai-nos as raposas, essas pequenas raposas que devastam nossas vinhas, pois nossas vinhas estão em flor.
16 O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta entre os lírios.
16 - Meu bem-amado é para mim e eu para ele; ele apascenta entre os lírios.
17 Até que o dia amanheça, e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante à gazela ou ao jovem cervo sobre os montes de Beter.
17 Antes que sopre a brisa do dia, e se estendam as sombras, volta, ó meu amado, como a gazela, ou o cervozinho sobre os montes escarpados.
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