Apocalipse 14

BKJ (BKJ, 2017) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 E eu olhei, e eis que o Cordeiro estava em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo o nome de seu Pai inscrito em suas testas.
1 Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai.
2 E eu ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão; e ouvi uma voz de harpistas harpeando com as suas harpas.
2 Ouvi uma voz do céu como voz de muitas águas, como voz de grande trovão; também a voz que ouvi era como de harpistas quando tangem a sua harpa.
3 E eles cantavam como se fosse uma nova canção diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e nenhum homem podia aprender aquela canção, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram redimidos da terra.
3 Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.
4 Estes são aqueles que não foram contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que Ele vá. Estes foram redimidos dentre os homens, sendo as primícias para Deus e para o Cordeiro.
4 São estes os que não se macularam com mulheres, porque são castos. São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá. São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro;
5 E na sua boca não se achou astúcia porque eles estão sem culpa diante do trono de Deus.
5 e não se achou mentira na sua boca; não têm mácula.
6 E eu vi outro anjo voar pelo meio do céu, tendo o evangelho eterno para pregar aos habitantes da terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo,
6 Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo,
7 dizendo em alta voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.
7 dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.
8 E seguiu outro anjo, dizendo: Babilônia caiu, caiu aquela grande cidade, porque ela fez todas as nações beberem do vinho da ira de sua fornicação.
8 Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.
9 E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo em alta voz: Se algum homem adorar a besta, e a sua imagem, e receber sua marca em sua testa, ou na sua mão,
9 Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão,
10 este beberá do vinho da ira de Deus, que é derramado sem mistura no cálice da sua indignação; e ele será atormentado com fogo e enxofre na presença dos santos anjos, e na presença do Cordeiro.
10 também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.
11 E a fumaça do seu tormento sobe para sempre e sempre; e eles não têm descanso de dia nem de noite, os que adoram a besta e a sua imagem, e quem quer que receba a marca de seu nome.
11 A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome.
12 Aqui está a paciência dos santos; aqui estão aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.
12 Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.
13 E eu ouvi uma voz do céu, me dizendo: Escreve: Abençoados são os mortos que doravante morrem no Senhor: Sim, diz o Espírito, para que eles possam descansar dos seus trabalhos, e as suas obras seguem com eles.
13 Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham.
14 E eu olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante ao Filho do homem, tendo sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice afiada.
14 Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada.
15 E outro anjo saiu do templo, gritando em alta voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice, e ceifa; porque chegou a tua hora de ceifar, porque a colheita da terra está madura.
15 Outro anjo saiu do santuário, gritando em grande voz para aquele que se achava sentado sobre a nuvem: Toma a tua foice e ceifa, pois chegou a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu!
16 E aquele que estava assentado sobre a nuvem lançou sua foice sobre a terra, e a terra foi ceifada.
16 E aquele que estava sentado sobre a nuvem passou a sua foice sobre a terra, e a terra foi ceifada.
17 E outro anjo saiu do templo que está no céu; tendo ele também uma foice afiada.
17 Então, saiu do santuário, que se encontra no céu, outro anjo, tendo ele mesmo também uma foice afiada.
18 E outro anjo saiu do altar, tendo poder sobre o fogo; e gritou com alta voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: Lança a tua foice afiada, e junta os cachos da vinha da terra, porque as suas uvas estão totalmente maduras.
18 Saiu ainda do altar outro anjo, aquele que tem autoridade sobre o fogo, e falou em grande voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: Toma a tua foice afiada e ajunta os cachos da videira da terra, porquanto as suas uvas estão amadurecidas!
19 E o anjo lançou a sua foice na terra, e juntou a vinha da terra, e lançou-a no grande lagar da ira de Deus.
19 Então, o anjo passou a sua foice na terra, e vindimou a videira da terra, e lançou-a no grande lagar da cólera de Deus.
20 E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até as rédeas dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios.
20 E o lagar foi pisado fora da cidade, e correu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios.

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