2 Reis 4

BKJ (BKJ, 2017) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Ora, clamou ali uma certa mulher das esposas dos filhos dos profetas a Eliseu, dizendo: O teu servo, o meu marido, está morto; e tu sabes que o teu servo, verdadeiramente, temia o SENHOR; e o credor veio para levar consigo os meus dois filhos para serem servos.
1 Certa mulher, viúva de um dos discípulos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: — O meu marido, seu servo, está morto, e o senhor sabe que esse seu servo temia o
2 E Eliseu disse a ela: O que farei por ti? Conta-me, o que tens tu na tua casa? E ela disse: A tua criada não tem nada na casa, além de uma botija de azeite.
2 Eliseu perguntou à mulher: — O que posso fazer por você? Diga-me o que é que você tem em casa. Ela respondeu: — Esta sua serva não tem nada em casa, a não ser um jarro de azeite.
3 Então ele disse: Vai, pede para ti vasos emprestados, de todos os teus vizinhos, vasos vazios; não peças poucos.
3 Então Eliseu disse: — Vá, peça emprestadas vasilhas a todos os seus vizinhos; vasilhas vazias, muitas vasilhas.
4 E, quando tu entrares, fecharás a porta diante de ti e diante dos teus filhos, e derramarás dentro de todos os vasos, e tu porás de lado aquele que estiver cheio.
4 Depois entre em casa, feche a porta atrás de você e dos seus filhos, e derrame o azeite em todas aquelas vasilhas. Ponha à parte as que forem ficando cheias.
5 Assim, ela se foi diante dele, e fechou a porta diante de si e dos filhos que trouxeram os vasos para ela; e ela derramou.
5 A mulher foi embora dali e fechou a porta atrás de si e dos seus filhos. Estes lhe passavam as vasilhas, e ela as enchia.
6 E sucedeu que, quando os vasos estavam cheios, ela disse ao seu filho: Traz mais um vaso. E ele lhe disse: Não há mais vaso. E o azeite parou.
6 Quando todas estavam cheias, ela disse a um dos filhos: — Traga-me mais uma vasilha. Mas ele respondeu: — Não há mais vasilha nenhuma. E o azeite parou.
7 Então ela veio e disse ao homem de Deus. E ele disse: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida, e vive, tu e os teus filhos, do restante.
7 Então ela foi e contou ao homem de Deus. Ele disse: — Vá, venda o azeite e pague a sua dívida; e você e os seus filhos vivam do que sobrar.
8 E ocorreu, um dia, que Eliseu passou até Suném, onde estava uma mulher influente; e ela o constrangeu a comer pão. E assim foi, que, toda vez que ele por ali passava, ele para ali se desviava e entrava para comer pão.
8 Certo dia, Eliseu passou por Suném, onde morava uma mulher rica, que insistiu para que ele ficasse para uma refeição. Assim, todas as vezes que passava por lá, entrava para fazer uma refeição.
9 E ela disse ao seu marido: Eis que, agora, eu percebo que este é um homem santo de Deus, o qual sempre passa por nós.
9 Ela disse ao seu marido: — Vejo que este que passa sempre por aqui é um santo homem de Deus.
10 Façamos uma pequena câmara, rogo-te, na parede; e coloquemos ali para ele uma cama, e uma mesa, e um banco, e um candelabro; e será, quando ele vier até nós, para que ele possa para ali se desviar.
10 Vamos fazer um quarto pequeno no terraço da casa e colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lamparina; assim, quando ele vier à nossa casa, poderá ficar ali.
11 E ocorreu, um dia, que ele veio ali, e desviou-se para dentro da câmara, e ali se deitou.
11 Um dia, vindo o profeta para ali, retirou-se para o quarto e se deitou.
12 E ele disse a Geazi, o seu servo: Chama essa sunamita. E quando ele a havia chamado, ela se pôs diante dele.
12 Então disse ao seu servo Geazi: — Vá chamar esta sunamita. Ele a chamou, e ela se pôs diante do profeta.
13 E ele lhe disse: Diz agora a ela: Eis que tu tens sido cuidadosa para conosco com todo este cuidado; o que há de ser feito por ti? Desejarias tu ser recomendada ao rei, ou ao capitão do exército? E ela respondeu: Eu habito no meio do meu próprio povo.
13 Este tinha dito a Geazi que dissesse a ela: — A senhora nos tem tratado com muito cuidado. O que podemos fazer pela senhora? Podemos falar em seu favor junto ao rei ou ao comandante do exército? Ela havia respondido: — Eu estou bem, vivendo no meio do meu povo.
14 E ele disse: O que, então, há de ser feito por ela? E Geazi respondeu: Verdadeiramente, ela não tem filho, e o seu marido é velho.
14 Então o profeta perguntou a Geazi: — O que se pode fazer por ela? Geazi respondeu: — Ora, ela não tem filhos, e o marido dela é velho.
15 E ele disse: Chama-a. E quando ele a havia chamado, ela se pôs à porta.
15 Eliseu disse: — Vá chamá-la. Ele a chamou, e ela se pôs à porta.
16 E ele disse: Por volta deste tempo, segundo o tempo da vida, tu abraçarás um filho. E ela disse: Não, meu senhor, tu, homem de Deus, não mintas à tua criada.
16 Então o profeta disse à mulher: — Por este tempo, daqui a um ano, você terá um filho nos braços. Ela disse: — Não, meu senhor, homem de Deus, não minta para esta sua serva.
17 E a mulher concebeu e deu à luz um filho naquele tempo que Eliseu havia dito a ela, segundo o tempo da vida.
17 A mulher engravidou e, no ano seguinte, no tempo determinado, deu à luz um filho, como Eliseu tinha dito.
18 E, quando o filho estava crescido, ocorreu, um dia, que ele saiu até ao seu pai, aos ceifeiros.
18 O menino cresceu e, certo dia, foi encontrar-se com o seu pai, que estava no campo com os ceifeiros.
19 E ele disse ao seu pai: Minha cabeça, minha cabeça! E ele disse a um moço: Carregai-o até a sua mãe.
19 De repente ele disse a seu pai: — Ai! A minha cabeça! A minha cabeça! Então o pai disse a um dos servos: — Leve-o para a mãe.
20 E, quando ele lhe havia levado, e trazido até a sua mãe, ele se assentou sobre os joelhos dela até o meio-dia, e, então, morreu.
20 Ele o tomou e o levou para a mãe. O menino ficou sentado no colo dela até o meio-dia, e então morreu.
21 E ela subiu, e o deitou na cama do homem de Deus, e fechou a porta diante dele, e saiu.
21 Ela subiu e o deitou sobre a cama do homem de Deus; fechou a porta e saiu.
22 E ela chamou o seu marido, e disse: Rogo-te que me envies um dos moços e um dos jumentos, para que eu possa correr até ao homem de Deus, e retornar.
22 Chamou o marido e lhe disse: — Mande-me um dos servos e uma das jumentas. Preciso ir depressa falar com o homem de Deus e voltar.
23 E ele disse: Por que irás a ele hoje? Não é nem lua nova, nem shabat. E ela disse: Isto será bom.
23 O marido perguntou: — Por que você quer falar com ele hoje? Não é dia de Festa da Lua Nova nem sábado. Ela respondeu: — Não faz mal.
24 Ela, então, selou um jumento, e disse ao seu servo: Conduz, e segue adiante; não detenhas a tua cavalgada por minha causa, exceto se eu to pedir.
24 Então ela mandou preparar a jumenta e disse ao servo: — Pegue as rédeas e vamos! Não diminua a marcha, a não ser quando eu disser.
25 Assim, ela foi e chegou até ao homem de Deus no monte Carmelo. E sucedeu que, quando o homem de Deus a viu ao longe, ele disse a Geazi, o seu servo: Eis que acolá está aquela sunamita;
25 E assim ela partiu e foi falar com o homem de Deus, no monte Carmelo. Ao vê-la de longe, o homem de Deus disse a Geazi, seu servo: — Veja! É a sunamita.
26 corre agora, rogo-te, para encontrá-la, e diz a ela: Está bem contigo? Está bem com o teu marido? Está bem com o filho? E ela respondeu: Está bem.
26 Corra ao seu encontro e pergunte a ela: “Vai tudo bem com você, com o seu marido, com o menino?” Ela respondeu: — Vai tudo bem.
27 E quando ela chegou até ao homem de Deus no outeiro, ela o agarrou pelos pés; mas Geazi se aproximou para afastá-la. E o homem de Deus disse: Deixa-a por si; porque a sua alma está atormentada dentro dela; e o SENHOR ocultou isso de mim, e não me contou.
27 Quando ela chegou ao homem de Deus, no monte, agarrou-se aos pés dele. Geazi se aproximou para arrancá-la, mas o homem de Deus lhe disse: — Deixe-a, porque a sua alma está em amargura, e o
28 Então, ela disse: Pedi eu um filho ao meu senhor? Não disse eu: Não me enganes?
28 Então a mulher disse: — Por acaso eu pedi a meu senhor algum filho? Eu não lhe disse que não me enganasse?
29 Então, ele disse a Geazi: Cinge os teus lombos, e toma o meu bordão na tua mão, e vai pelo teu caminho; se tu encontrares qualquer homem, não o saúdes; e se algum te saudar, não o respondas de volta; e deita o meu bordão sobre a face da criança.
29 Então o profeta disse a Geazi: — Cinja os lombos, pegue o meu bordão e vá. Se encontrar alguém, não o cumprimente; e, se alguém cumprimentar você, não responda. Ponha o meu bordão sobre o rosto do menino.
30 E a mãe da criança disse: Como vive o SENHOR, e como vive a tua alma; não te deixarei. E ele se levantou e a seguiu.
30 Porém a mãe do menino disse: — Tão certo como vive o Então Eliseu se levantou e foi com ela.
31 E Geazi passou adiante deles, e pôs o bordão sobre a face da criança; porém não houve nem voz, nem audição. Porquanto ele foi, novamente, encontrá-lo e lhe contou, dizendo: O menino não está acordado.
31 Geazi foi adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino. Porém não houve nele voz nem sinal de vida. Então voltou para encontrar-se com Eliseu e lhe disse: — O menino não acordou.
32 E, quando Eliseu, havia entrado na casa, eis que o menino estava morto, e deitado sobre a sua cama.
32 Quando o profeta chegou à casa, eis que o menino estava morto sobre a cama.
33 Ele, portanto, entrou e fechou a porta diante de ambos, e orou ao SENHOR.
33 Então ele entrou, fechou a porta e orou ao Senhor .
34 E ele subiu, e deitou-se sobre a criança, e pôs a sua boca sobre boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele; e estendeu-se sobre a criança; e a carne da criança ficou morna.
34 Subiu à cama, deitou-se sobre o menino e, pondo a sua boca sobre a boca dele, os seus olhos sobre os olhos dele e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e o corpo do menino aqueceu.
35 Depois, ele retornou e andou de um lado para o outro dentro da casa; e subiu, e estendeu-se sobre ele; e a criança espirrou sete vezes, e a criança abriu os seus olhos.
35 Eliseu se levantou e andou no quarto de um lado para outro. Tornou a subir à cama, e se estendeu sobre o menino; este espirrou sete vezes e abriu os olhos.
36 E ele chamou Geazi, e disse: Chama essa sunamita. Assim, ele a chamou. E, quando ela havia entrado diante dele, ele disse: Toma o teu filho.
36 Então Eliseu chamou Geazi e disse: — Chame a sunamita. Ele a chamou. Quando ela chegou, Eliseu disse: — Pegue o seu filho.
37 Então, ela entrou, e caiu aos seus pés, e se curvou até ao chão, e tomou o seu filho, e saiu.
37 Ela entrou, lançou-se aos pés de Eliseu e prostrou-se em terra; pegou o seu filho e saiu.
38 E Eliseu voltou, novamente, a Gilgal; e houve uma fome na terra; e os filhos dos profetas estavam assentados diante dele; e ele disse ao seu servo: Prepara a panela grande e cozinha uma sopa para os filhos dos profetas.
38 Eliseu voltou para Gilgal. Havia fome naquela terra. Quando os discípulos dos profetas estavam sentados diante dele, Eliseu disse ao seu servo: — Ponha a panela grande no fogo e faça um cozido para os discípulos dos profetas.
39 E um saiu ao campo para colher ervas, e encontrou uma parra brava, e dela colheu cabaças bravas que encheram o seu regaço, e veio e as desfiou na panela de sopa; porque eles não as conheciam.
39 Então um deles saiu para o campo a fim de apanhar ervas. Ele achou uma trepadeira silvestre e, colhendo os frutos, encheu a sua capa com eles. Voltou para casa, cortou os frutos em pedaços e os pôs na panela, mesmo sem saber o que eram.
40 Assim, eles derramaram para que os homens comessem. E sucedeu, enquanto eles estavam comendo a sopa, que eles gritaram e disseram: Ó tu homem de Deus, há morte na panela. E eles não puderam dela comer.
40 Depois, deram de comer aos homens. Enquanto comiam do cozido, gritaram: — Morte na panela, ó homem de Deus! E não puderam comer.
41 Mas ele disse: Então, trazei comida. E ele a lançou na panela; e ele disse: Derramai para o povo, para que possam comer. E não havia mais mal na panela.
41 Mas Eliseu disse: — Tragam farinha. Ele a colocou na panela e disse: — Sirva às pessoas para que comam. E já não havia mal nenhum na panela.
42 E veio ali um homem de Baal-Salisa, e trouxe ao homem de Deus pão das primícias, vinte bolos de cevada, e espigas cheias de milho no seu alforje. E ele disse: Dá ao povo para que possa comer.
42 Um homem veio de Baal-Salisa e trouxe ao homem de Deus pães das primícias, vinte pães de cevada, e espigas verdes numa sacola. Eliseu disse: — Dê às pessoas para que comam.
43 E o seu servo disse: Como deverei eu pôr isto diante de uma centena de homens? Ele disse novamente: Dá ao povo, para que possa comer; porque assim diz o SENHOR: Eles comerão, e deixarão sobra.
43 Porém o seu servo lhe disse: — Como vou pôr isto diante de cem homens? Eliseu tornou a dizer: — Dê às pessoas para que comam. Porque assim diz o
44 Assim, os pôs diante deles, e comeram, e deixaram sobra, segundo a palavra do SENHOR.
44 Então o servo pôs a comida diante deles; comeram, e ainda sobrou, conforme a palavra do Senhor .

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