Atos 22

بلۆچی Balochi (BCC) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 “Oo pet o brátán! Maná é hakká bedayét ke shomay démá wati démpániá bekanán.”
1 — Meus senhores, irmãos e pais, escutem o que eu vou dizer a vocês em minha defesa!
2 Wahdé mardomán dist ke á Ebráni zobáná gón áyán habar kanagá ent, géshter bétawár butant. Áiá gwasht:
2 Quando o ouviram falar em hebraico , eles ficaram mais quietos ainda. Então Paulo disse:
3 “Man Yahudié án o mani pédáeshay jágah, Kilikiahay damagá, Tarsusay shahr ent, bale mani rost o rodóm hamedá Urshalimá butag. Gámálial mani ostád butag o may pet o pirokáni sarjamén Sharyat man cha hamáiá dar bortag. Pa Hodá o áiay razáyá báz wáhagdár o hodónák butagán, anchosh ke maróchi shomá hodónák ét.
3 — Eu sou judeu, nascido em Tarso, na região da Cilícia, mas fui criado aqui em Jerusalém como aluno de Gamaliel. Fui educado muito rigorosamente dentro da lei dos nossos antepassados. Eu era muito dedicado a Deus, como todos vocês aqui também são.
4 Man ‘É Ráhay’ mannóger ázár dátag o koshagi ham kortagant, mardén wa mardén ant, janén ham geptag o bandi kanáéntagant.
4 Persegui os que seguiam este Caminho e fiz com que alguns fossem condenados à morte. Prendi homens e mulheres e os joguei na cadeia.
5 Masterén dini péshwá o sajjahén kamásháni diwán mani bárawá gwáhi dáta kant. Áyán pa Dameshkay Yahudi brátán maná kágad dátagat tán ódá berawán, óday báwarmandán begerán o pa sezá dayagá Urshalimá byárán.
5 O Grande Sacerdote e todo o Conselho Superior podem provar que estou dizendo a verdade, pois eu recebi cartas deles, escritas para os irmãos judeus que moram em Damasco. E fui até lá para prender os seguidores deste Caminho e trazê-los presos com correntes a Jerusalém, a fim de serem castigados.
6 Ráhá, wahdé Dameshkay shahray nazzikká rasetagatán, némróchay wahdá anágat cha ásmáná mani chapp o chágerdá trondén rozhné drapshet.
6 E Paulo continuou: — Eu estava viajando, já perto de Damasco, e era mais ou menos meio-dia. De repente, uma forte luz que vinha do céu brilhou em volta de mim.
7 Zeminá kaptán o tawáré eshkoton ke maná gwashti: ‘Shául, Oo Shául! Taw chéá maná ázára dayay?’
7 Eu caí no chão e ouvi uma voz que me dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”
8 Man jost kort: ‘Oo wájah! Taw kay ay?’ Passawi dát: ‘Man Issá Náseri án, hamá ke taw áiá ázára dayay.’
8 — Então eu perguntei: “Quem é o senhor?”
9 Mani hamráhán rozhn dist, bale hamá ke gón man habar kanagá at, áiay tawáresh naeshkot.
9 — Os homens que viajavam comigo viram a luz, porém não ouviram a voz de quem falava comigo.
10 Joston kort: ‘Oo Hodáwand! Man ché bekanán?’ Hodáwandá maná passaw dát: ‘Pád á, Dameshkay shahrá beraw, hamá sajjahén kár ke tará kanagi ant, ódá tará gwashaga bant.’
10 Eu perguntei: “Senhor, o que devo fazer?” — E o Senhor respondeu:
11 Hamráhán maná dastá gept o Dameshkay shahrá bort, chéá ke cha hamá trondén rozhnay gendagá mani chammáni rozhnái shotagat.
11 — Aquela luz brilhante tinha me deixado cego. Por isso os meus companheiros me pegaram pela mão e me levaram até Damasco.
12 Ódá Hannániá námén yakk mardé at ke Hodádóst o Sharyatay páband at o sajjahén jahmenendén Yahudiáni nyámá washnámén mardé at.
12 Havia ali um homem chamado Ananias. Ele era religioso, obedecia à nossa Lei , e todos os judeus que moravam em Damasco o respeitavam.
13 Mani kerrá átk o óshtát o gwashti: ‘Oo mani brát Shául! Tai chammáni rozhnái per betarrát o maym bekanátay.’ Hamá damáná mani chamm padá rozhná butant o man á dist.
13 Esse homem veio me procurar, chegou perto de mim e disse: “Irmão Saulo, veja de novo!” — No mesmo instante comecei a ver de novo e olhei para ele.
14 Gorhá Hannániáyá gón man gwasht: ‘May pet o pirokáni Hodáyá tará gechén kortag tán áiay razáyá bezánay, áiay “Pák o Nékéná” begenday o áiay tawárá cha áiay jenday dapá beshkonay.
14 Então ele disse: “Saulo, o Deus dos nossos antepassados escolheu você para conhecer a vontade dele, para ver o seu Bom Servo e para ouvir o Servo falar com você pessoalmente.
15 Báyad ent pa sajjahénán wati eshkotagén o distagénáni gwáhiá bedayay.
15 Pois você será testemunha dele para dizer a todos aquilo que você tem visto e ouvido.
16 Nun chéá mahtal ay? Pád á, Issáay námá beger, pákshódi bekan ke cha wati gonáh o mayárán pák o palgár bebay.’
16 E agora não espere mais. Levante-se, peça a ajuda do Senhor e seja batizado, e os seus pecados serão perdoados.”
17 Randá wahdé Urshalimá átkán, yakk róché pa dwáyá mazanén parasteshgáhá shotán, dwáay wahdá maná shobén o elhámé raset.
17 E Paulo terminou, dizendo: — Então eu voltei para Jerusalém. Quando estava orando no Templo, tive uma visão.
18 Issá Masihon dist ke maná gwashti: ‘Zutt kan. Cha Urshalimá dar kap, chéá ke eday mardom mani bárawá tai gwáhiá namannant.’
18 Vi o Senhor, e ele me disse: “Saia depressa de Jerusalém porque as pessoas daqui não aceitarão o que você vai dizer a meu respeito.”
19 Man gwasht: ‘Oo Hodáwand! Á wa zánant ke man har jágah, kanisahán shotagán o tai báwarmand jatag o jél kanáéntagant.
19 — Eu respondi: “Senhor, eles sabem muito bem que eu ia às sinagogas , e prendia os que criam em ti, e batia neles.
20 É habará ham zánant ke wahdé tai shahid Estipánay hón réchag but, man hamódá óshtátagatán o pa áiay koshagá rázig atán o áiay hónigáni god o poccháni negahpán atán.’
20 Quando estavam matando Estêvão, que falava a respeito de ti, ó Senhor, eu estava ali, concordando com aquele crime. E até tomei conta das capas dos assassinos dele.”
21 Padá Hodáwandén Issáyá maná gwasht: ‘Beraw, chéá ke man tará durén hand o damagán darkawmáni kerrá ráha dayán.’”
21 — Aí o Senhor disse: “Vá, pois eu vou enviá-lo para bem longe; vou enviá-lo aos não judeus.”
22 Mardom tán haminchoká Pulosay habarán gósh dáragá atant, bale é habari ke kort nun kukkár kort o gwashtesh: “É mard koshag o gár kanag bebit ke zenda nakarzit.”
22 A multidão ficou ouvindo Paulo até que ele disse isso, mas aí eles começaram a gritar com toda a força: — Matem esse homem! — Ele não merece viver!
23 Áyán kukkár kort, wati gwaray kabáh o jámagesh kasshetant o hákshániesh kort.
23 Eles gritavam, sacudiam as capas no ar e jogavam poeira para cima.
24 Rumi lashkaray masterá parmán dát ke Pulosá kalátá bebarant o shallák bejanant o cha áiá jost o pors bekanant tán zánag bebit mardom chéá áiay sará kukkár kanagá ant.
24 Então o comandante mandou que os seus soldados levassem Paulo para dentro da fortaleza. Mandou também que o chicoteassem para que ele contasse por que a multidão estava gritando contra ele.
25 Wahdé Pulosesh pa shallák janagá bast, áiá hamódá cha óshtátagén apsará jost kort: “Man Rumi báshendahé án. Kánuná, é rawá ent ke shomá bé hokmay borragá Rumi báshendahéá shallák bejanét?”
25 Porém, quando o estavam amarrando para chicoteá-lo, Paulo perguntou ao oficial romano que estava perto dele: — Será que vocês têm o direito de chicotear um cidadão romano, especialmente um que não foi condenado por nenhum crime?
26 Wahdé apsará é habar eshkot, lashkaray masteray kerrá átk o gwashti: “Oo wájah! Taw ché kanagá ay? É mard Rumi báshendahé.”
26 Quando o oficial ouviu isso, foi falar com o comandante e disse: — O que é que o senhor vai fazer? Aquele homem é cidadão romano!
27 Lashkaray master, Pulosay kerrá shot o josti kort: “Begwash, pa rásti taw Rumi báshendahé ay?” Pulosá passaw dát: “Haw, man Rumi báshendahé án.”
27 Então o comandante foi falar com Paulo e perguntou: — Me diga uma coisa: você é mesmo cidadão romano? — Sou! — respondeu Paulo.
28 Masterá gwasht: “Man pa Rumi báshendah bayagá bázén zarré dátag.” Pulosá darráént: “Man cha pédáeshá Rumi báshendahé án.”
28 Aí o comandante disse: — Eu também sou, e isso me custou muito dinheiro. Paulo respondeu: — Pois eu sou cidadão romano de nascimento.
29 Á sepáhig ke cha Pulosá jost o pors kanagá atant, hamá damáná cha áiá poshtá kenzetant. Wahdé lashkaray master sarpad but ke Pulos Rumi báshendahé o áiá band kanáéntag, wat ham torseti.
29 Imediatamente os homens que iam chicoteá-lo recuaram. E o próprio comandante ficou com medo ao saber que Paulo era cidadão romano e ele tinha mandado amarrá-lo.
30 Lótheti sharr bezánt Yahudi Pulosay sará chónén bohtámé janant, paméshká domi róchá Pulosi cha bandijáhá dar kort o parmáni dát Yahudiáni mazanén dini péshwá o sarókáni diwánay sajjahén básk diwáná benendant. Gorhá Pulosi áwort o áyáni démá pésh kort.
30 O comandante queria saber com certeza por que os judeus estavam acusando Paulo. Então, no dia seguinte, mandou que tirassem as correntes que o prendiam e ordenou que os chefes dos sacerdotes e todo o Conselho Superior se reunissem. Depois mandou que trouxessem Paulo e o colocassem em frente deles.

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