Salmos 59
Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs NAA
1 Livra-me, meu Deus, dos meus inimigos; defende-me daqueles que se levantam contra mim.
1 Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me fora do alcance dos meus adversários.
2 Livra-me dos que praticam a iniquidade e salva-me dos homens sanguinários,
2 Livra-me dos que praticam a iniquidade e salva-me dos homens sanguinários.
3 pois eis que armam ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, sem transgressão minha ou pecado meu, ó Senhor .
3 Pois eis que armam ciladas à minha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem que eu tenha cometido qualquer transgressão ou pecado, ó
4 Eles correm e se preparam, sem culpa minha; desperta para me ajudares e olha.
4 Sem culpa minha, eles se apressam para me atacar; desperta, vem ao meu encontro e vê.
5 Tu, pois, ó Senhor , Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta para visitares todas as nações: não tenhas misericórdia de nenhum dos pérfidos que praticam a iniquidade. (Selá)
5 Tu, Senhor , Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e castiga todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade.
6 Voltam à tarde; dão ganidos como cães, rodeando a cidade.
6 Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
7 Eis que eles dão gritos com a boca; espadas estão nos seus lábios; porque dizem eles: Quem ouve?
7 Proferem ameaças; em seus lábios há espadas. Pois dizem: “Quem vai ouvir?”
8 Mas tu, Senhor , te rirás deles; zombarás de todos os gentios.
8 Mas tu, Senhor , vais rir deles; zombarás de todas as nações.
9 Por causa da sua força eu te aguardarei; pois Deus é a minha alta defesa.
9 Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é meu alto refúgio.
10 O Deus da minha misericórdia virá ao meu encontro; Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos.
10 Meu Deus virá ao meu encontro com a sua misericórdia, Deus me fará ver a derrota dos meus inimigos.
11 Não os mates, para que o meu povo se não esqueça; espalha-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, nosso escudo.
11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso.
12 Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios fiquem presos na sua soberba; e pelas maldições e pelas mentiras que proferem.
12 Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados e pelas maldições e mentiras que proferem.
13 Consome- os na tua indignação, consome- os de modo que não existam mais, para que saibam que Deus reina em Jacó até aos confins da terra. (Selá)
13 Consome-os com indignação, consome-os, para que deixem de existir e se saiba que Deus reina em Jacó, até os confins da terra.
14 E tornem a vir à tarde e deem ganidos como cães, rodeando a cidade.
14 Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
15 Vagueiem buscando o que comer, passem a noite sem se fartarem.
15 Vagueiam à procura de comida e, se não se fartam, então rosnam.
16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã, louvarei com alegria a tua misericórdia, porquanto tu foste o meu alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.
16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia, pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.
17 A ti, ó fortaleza minha, cantarei louvores; porque Deus é a minha defesa, é o Deus da minha misericórdia.
17 A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.
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