Salmos 17

Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Ouve, Senhor , a justiça e atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não é feita com lábios enganosos.
1 Ouve, Senhor , a causa justa, atende o meu clamor! Dá ouvidos à minha oração, pois ela não procede de lábios enganosos.
2 Saia a minha sentença de diante do teu rosto; atendam os teus olhos à razão.
2 Venha da tua presença o julgamento a meu respeito; os teus olhos veem com equidade.
3 Provaste o meu coração; visitaste- me de noite; examinaste-me e nada achaste; o que pensei, a minha boca não transgredirá.
3 Sondas o meu coração, de noite me visitas, provas-me no fogo e não encontras em mim nenhuma iniquidade; a minha boca não transgride.
4 Quanto ao trato dos homens, pela palavra dos teus lábios me guardei das veredas do destruidor.
4 Quanto às obras humanas, pela palavra dos teus lábios eu tenho me guardado dos caminhos do violento.
5 Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.
5 Os meus passos se acostumaram às tuas veredas, os meus pés não resvalaram.
6 Eu te invoquei, ó Deus, pois me queres ouvir; inclina para mim os teus ouvidos e escuta as minhas palavras.
6 Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina os ouvidos para mim e ouve as minhas palavras.
7 Faze maravilhosas as tuas beneficências, tu que livras aqueles que em ti confiam dos que se levantam contra a tua destra.
7 Mostra as maravilhas da tua bondade, ó Salvador daqueles que à tua direita se refugiam dos seus adversários.
8 Guarda-me como à menina do olho, esconde-me à sombra das tuas asas,
8 Guarda-me como a menina dos olhos; esconde-me à sombra das tuas asas.
9 dos ímpios que me oprimem, dos meus inimigos mortais que me andam cercando.
9 Protege-me dos perversos que me oprimem, dos inimigos que me assediam de morte.
10 Na sua gordura se encerram e com a boca falam soberbamente.
10 Insensíveis, eles cerram o coração e falam com lábios insolentes;
11 Andam-nos agora espiando os nossos passos; e fixam os seus olhos em nós para nos derribarem por terra;
11 andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos derrubar.
12 parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa e com o leãozinho que se põe em esconderijos.
12 Parecem-se com o leão, ávido por sua presa, ou o leãozinho, que espreita de emboscada.
13 Levanta-te, Senhor ! Detém-no, derriba-o, livra a minha alma do ímpio, pela tua espada;
13 Levanta-te, Senhor ! Enfrenta-os e arrasa-os! Com a tua espada livra a minha alma do ímpio.
14 dos homens, com a tua mão, Senhor , dos homens do mundo, cuja porção está nesta vida e cujo ventre enches do teu tesouro oculto; seus filhos estão fartos, e estes dão os seus sobejos às suas crianças.
14 Com a tua mão, Senhor , livra-me dos homens deste mundo, cuja porção é desta vida e cujo ventre tu enches com os teus tesouros; os quais se fartam de filhos e o que lhes sobra deixam aos seus pequeninos.
15 Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; eu me satisfarei da tua semelhança quando acordar.
15 Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, me satisfarei com a tua semelhança.

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