Provérbios 26

Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs ARA

Sair da comparação
ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Como a neve no verão e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.
1 Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.
2 Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.
2 Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também te não faças semelhante a ele.
4 Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.
5 Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.
6 Os pés corta e o dano bebe quem manda mensagens pelas mãos de um tolo.
6 Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.
7 Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
7 As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.
8 Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
8 Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato.
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.
9 Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.
10 Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.
10 Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera a sua estultícia.
12 Tens visto um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no tolo do que nele.
12 Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso, na sua cama.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito.
15 O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à sua boca.
15 O preguiçoso mete a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
17 Quem se mete em questão alheia é como aquele que toma pelas orelhas um cão que passa.
18 Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades,
18 Como o louco que lança fogo, flechas e morte,
19 assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
19 assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.
20 Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda.
21 Como o carvão é para o borralho, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
21 Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.
22 As palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre.
23 Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
23 Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno.
24 Aquele que aborrece dissimula com os seus lábios, mas no seu interior encobre o engano.
24 Aquele que aborrece dissimula com os lábios, mas no íntimo encobre o engano;
25 Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
25 quando te falar suavemente, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá publicamente.
27 O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.
27 Quem abre uma cova nela cairá; e a pedra rolará sobre quem a revolve.
28 A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira opera a ruína.
28 A língua falsa aborrece a quem feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína.

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Provérbios 26, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.