Provérbios 23

Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para o que se te pôs diante;
1 Quando você se assentar para comer com um governador, leve bem em conta quem está diante de você.
2 e põe uma faca à tua garganta, se és homem glutão.
2 Encoste uma faca na sua própria garganta, se você é glutão.
3 Não cobices os seus manjares gostosos, porque são pão de mentiras.
3 Não cobice os pratos deliciosos que ele serve, porque essa comida é enganadora. — 7 —
4 Não te canses para enriqueceres; dá de mão à tua própria sabedoria.
4 Não se fatigue para ficar rico; não aplique nisso a sua inteligência.
5 Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Porque, certamente, isso se fará asas e voará ao céu como a águia.
5 Você quer pôr os seus olhos naquilo que não é nada? Porque certamente a riqueza criará asas, como a águia que voa pelos céus. — 8 —
6 Não comas o pão daquele que tem os olhos malignos, nem cobices os seus manjares gostosos.
6 Não coma o pão do invejoso, nem cobice os seus pratos deliciosos.
7 Porque, como imaginou na sua alma, assim é; ele te dirá: Come e bebe; mas o seu coração não estará contigo.
7 Porque, como imagina em sua alma, assim ele é. Ele diz: “Coma e beba!”, mas não está sendo sincero.
8 Vomitarias o bocado que comeste e perderias as tuas suaves palavras.
8 Você vomitará o bocado que comeu e terá desperdiçado as palavras amáveis que falou. — 9 —
9 Não fales aos ouvidos do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
9 Não fale com um tolo, porque ele desprezará a sabedoria das suas palavras. — 10 —
10 Não removas os limites antigos, nem entres nas herdades dos órfãos,
10 Não remova os marcos antigos, nem entre nos campos dos órfãos,
11 porque o seu Redentor é forte; ele pleiteará a sua causa contra ti.
11 porque o Redentor deles é forte e defenderá a causa deles contra você. — 11 —
12 Aplica à disciplina o teu coração e os teus ouvidos, às palavras do conhecimento.
12 Aplique o seu coração ao ensino e os seus ouvidos às palavras do conhecimento. — 12 —
13 Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá.
13 Não deixe a criança sem disciplina, porque, se você a castigar com a vara, ela não morrerá.
14 Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
14 Você a castigará com a vara e livrará a alma dela do inferno. — 13 —
15 Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio.
15 Meu filho, se o seu coração for sábio, também o meu coração se alegrará;
16 E exultará o meu íntimo, quando os teus lábios falarem coisas retas.
16 o meu íntimo exultará, quando os seus lábios falarem coisas retas. — 14 —
17 Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, sê no temor do Senhor todo o dia.
17 Não tenha inveja dos pecadores; pelo contrário, persevere no temor do todo tempo.
18 Porque deveras há um fim bom; não será malograda a tua esperança.
18 Porque certamente haverá um futuro, e a sua esperança não será frustrada. — 15 —
19 Ouve tu, filho meu, e sê sábio e dirige no caminho o teu coração.
19 Escute, meu filho, e seja sábio; guie o seu coração no caminho reto.
20 Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.
20 Não se junte com os beberrões nem com os comilões,
21 Porque o beberrão e o comilão cairão em pobreza; e a sonolência faz trazer as vestes rotas.
21 porque os beberrões e os comilões acabam na pobreza, e a sonolência os levará a vestir trapos. — 16 —
22 Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
22 Escute o seu pai, que o gerou, e não despreze a sua mãe, quando ela envelhecer.
23 Compra a verdade e não a vendas; sim, a sabedoria, e a disciplina, e a prudência.
23 Compre a verdade e não a venda; compre a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24 Grandemente se regozijará o pai do justo, e o que gerar a um sábio se alegrará nele.
24 O pai de um justo fica muito feliz, e quem gerar um filho sábio terá nele a sua alegria.
25 Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te gerou.
25 Dê essa alegria ao seu pai e à sua mãe, e que se encha de felicidade aquela que o deu à luz. — 17 —
26 Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos.
26 Meu filho, preste bem atenção no que eu digo, e que os seus olhos se agradem dos meus caminhos.
27 Porque cova profunda é a prostituta, e poço estreito, a estranha.
27 Pois uma prostituta é como uma cova profunda, e a mulher estranha é como um poço estreito.
28 Também ela, como um salteador, se põe a espreitar e multiplica entre os homens os iníquos.
28 Como assaltante, ela fica à espreita e multiplica entre os homens os infiéis. — 18 —
29 Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as pelejas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?
29 Para quem são os ais? Para quem são os pesares? Para quem são as rixas? Para quem são as queixas? Para quem são os ferimentos sem motivo? E para quem são os olhos vermelhos?
30 Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
30 Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31 Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
31 Não olhe para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e desce suavemente.
32 No seu fim, morderá como a cobra e, como o basilisco, picará.
32 Pois no fim morderá como a cobra e picará como a víbora.
33 Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.
33 Os seus olhos verão coisas esquisitas, e o seu coração o levará a dizer coisas perversas.
34 E serás como o que dorme no meio do mar e como o que dorme no topo do mastro
34 Você será como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro do navio.
35 e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando virei a despertar? Ainda tornarei a buscá-la outra vez.
35 Você dirá: “Fui espancado, mas não doeu; bateram em mim, mas eu não senti nada! Quando vou despertar? Então voltarei a beber.”

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