Provérbios 1
Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs ACF
1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel.
1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel;
2 Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência;
2 Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência.
3 para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a equidade;
3 Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a eqüidade;
4 para dar aos simples prudência, e aos jovens conhecimento e bom siso;
4 Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso;
5 para o sábio ouvir e crescer em sabedoria, e o instruído adquirir sábios conselhos;
5 O sábio ouvirá e crescerá em conhecimento, e o entendido adquirirá sábios conselhos;
6 para entender provérbios e sua interpretação, como também as palavras dos sábios e suas adivinhações.
6 Para entender os provérbios e sua interpretação; as palavras dos sábios e as suas proposições.
7 O temor do Senhor é o princípio da ciência; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
7 O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
8 Filho meu, ouve a instrução de teu pai e não deixes a doutrina de tua mãe.
8 Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,
9 Porque diadema de graça serão para a tua cabeça e colares para o teu pescoço.
9 Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.
10 Filho meu, se os pecadores, com blandícias, te quiserem tentar, não consintas.
10 Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites.
11 Se disserem: Vem conosco, espiemos o sangue, espreitemos sem razão os inocentes,
11 Se disserem: Vem conosco a tocaias de sangue; embosquemos o inocente sem motivo;
12 traguemo-los vivos, como a sepultura, e inteiros, como os que descem à cova;
12 Traguemo-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;
13 acharemos toda sorte de fazenda preciosa; encheremos as nossas casas de despojos;
13 Acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos;
14 lançarás a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa.
14 Lança a tua sorte conosco; teremos todos uma só bolsa!
15 Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas.
15 Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas;
16 Porque os pés deles correm para o mal e se apressam a derramar sangue.
16 Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.
17 Na verdade, debalde se estenderia a rede perante os olhos de qualquer ave.
17 Na verdade é inútil estender-se a rede ante os olhos de qualquer ave.
18 E estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e a sua própria vida espreitam.
18 No entanto estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e espreitam suas próprias vidas.
19 Tais são as veredas de todo aquele que se entrega à cobiça; ela prenderá a alma dos que a possuem.
19 São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça: ela põe a perder a alma dos que a possuem.
20 A suprema Sabedoria altissonantemente clama de fora; pelas ruas levanta a sua voz.
20 A sabedoria clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz.
21 Nas encruzilhadas, no meio dos tumultos, clama; às entradas das portas e na cidade profere as suas palavras:
21 Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:
22 Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento?
22 Até quando, ó simples, amareis a simplicidade? E vós escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós insensatos, odiareis o conhecimento?
23 Convertei-vos pela minha repreensão; eis que abundantemente derramarei sobre vós meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
23 Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
24 Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a minha mão, e não houve quem desse atenção;
24 Entretanto, porque eu clamei e recusastes; e estendi a minha mão e não houve quem desse atenção,
25 antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão;
25 Antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão,
26 também eu me rirei na vossa perdição e zombarei, vindo o vosso temor,
26 Também de minha parte eu me rirei na vossa perdição e zombarei, em vindo o vosso temor.
27 vindo como assolação o vosso temor, e vindo a vossa perdição como tormenta, sobrevindo-vos aperto e angústia.
27 Vindo o vosso temor como a assolação, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevirá a vós aperto e angústia.
28 Então, a mim clamarão, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, mas não me acharão.
28 Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão.
29 Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor ;
29 Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do Senhor:
30 não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão.
30 Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.
31 Portanto, comerão do fruto do seu caminho e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.
31 Portanto comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.
32 Porque o desvio dos simples os matará, e a prosperidade dos loucos os destruirá.
32 Porque o erro dos simples os matará, e o desvario dos insensatos os destruirá.
33 Mas o que me der ouvidos habitará seguramente e estará descansado do temor do mal.
33 Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal.
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