Isaías 64

Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Ó! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes se escoassem diante da tua face!
1 Ah! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença,
2 Como quando o fogo inflama a lenha e faz ferver as águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, assim as nações tremessem da tua presença!
2 como quando o fogo acende os gravetos, como quando faz ferver a água, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, e para que as nações tremam diante de ti!
3 Quando fazias coisas terríveis, que não esperávamos, descias, e os montes se escoavam diante da tua face.
3 Quando fizeste coisas terríveis, que nós nem esperávamos, desceste, e os montes tremeram diante de ti.
4 Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalhe para aquele que nele espera.
4 Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.
5 Saíste ao encontro daquele que se alegrava e praticava justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; neles há eternidade, para que sejamos salvos.
5 Tu sais ao encontro daquele que com alegria pratica a justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos. Eis que te iraste, porque pecamos. Por muito tempo temos pecado; como, então, seremos salvos?
6 Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; e todos nós caímos como a folha, e as nossas culpas, como um vento, nos arrebatam.
6 Todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças são como trapo da imundícia. Todos nós murchamos como a folha; e as nossas iniquidades nos arrastam como um vento.
7 E já ninguém há que invoque o teu nome, que desperte e te detenha; porque escondes de nós o rosto e nos fazes derreter, por causa das nossas iniquidades.
7 Não há ninguém que invoque o teu nome, que se disponha a apegar-se a ti. Porque escondes de nós o teu rosto e nos consomes por causa das nossas iniquidades.
8 Mas, agora, ó Senhor , tu és o nosso Pai; nós, o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos.
8 Mas agora, Senhor , tu és o nosso Pai. Nós somos o barro, e tu és o nosso oleiro; e todos nós somos obra das tuas mãos.
9 Não te enfureças tanto, ó Senhor , nem perpetuamente te lembres da iniquidade; eis, olha, nós te pedimos, todos nós somos o teu povo.
9 Não te enfureças tanto, ó Senhor , nem te lembres para sempre da nossa iniquidade. Olha para nós, por favor, pois todos nós somos o teu povo.
10 As tuas santas cidades estão feitas um deserto; Sião está feita um deserto, Jerusalém está assolada.
10 As tuas santas cidades estão desertas. Sião virou um deserto; Jerusalém está arrasada.
11 A nossa santa e gloriosa casa, em que te louvavam nossos pais, foi queimada; e todas as nossas coisas mais aprazíveis se tornaram em assolação.
11 O nosso templo santo e glorioso, em que nossos pais te louvavam, foi queimado; todas as nossas coisas preciosas se tornaram em ruínas.
12 Conter-te-ias tu ainda sobre estas calamidades, ó Senhor ? Ficarias calado, e nos afligirias tanto?
12 Diante de tais calamidades, como podes te conter, ó Ficarias calado e nos afligirias ainda mais?

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