Êxodo 36
Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs VC
1 Assim, trabalharam Bezalel, e Aoliabe, e todo homem sábio de coração a quem o Senhor dera sabedoria e inteligência, para saberem como haviam de fazer toda obra para o serviço do santuário, conforme tudo o que o Senhor tinha ordenado.
1 Beseleel, Ooliab e todos os homens prudentes que o Senhor dotou de inteligência e habilidade, para saberem executar todos os trabalhos necessários ao serviço do santuário, conformaram-se inteiramente às instruções recebidas do Senhor.
2 Porque Moisés chamara a Bezalel, e a Aoliabe, e a todo homem sábio de coração em cujo coração o Senhor tinha dado sabedoria, isto é, a todo aquele a quem o seu coração movera que se chegasse à obra para fazê-la.
2 Moisés chamou Beseleel, Ooliab e todos os homens prudentes que o Senhor tinha dotado de inteligência, todos os que eram impelidos pelo seu coração a empreender a execução desse trabalho.
3 Tomaram, pois, de diante de Moisés toda oferta alçada que trouxeram os filhos de Israel para a obra do serviço do santuário, para fazê-la; e, ainda, eles lhe traziam cada manhã oferta voluntária.
3 Levaram todas as ofertas que os israelitas haviam trazido a Moisés para a execução dos trabalhos necessários ao serviço do santuário. E, como o povo continuasse, cada manhã, a trazer espontaneamente ofertas,
4 E vieram todos os sábios que faziam toda a obra do santuário, cada um da obra que fazia,
4 os homens prudentes que executavam os trabalhos do santuário deixaram cada um a obra que estava fazendo, e vieram dizer a Moisés:
5 e falaram a Moisés, dizendo: O povo traz muito mais do que basta para o serviço da obra que o Senhor ordenou se fizesse.
5 "O povo traz muito mais do que é necessário para a execução do trabalho que o Senhor ordenou".
6 Então, mandou Moisés que fizessem passar uma voz pelo arraial, dizendo: Nenhum homem nem mulher faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim, o povo foi proibido de trazer mais,
6 Então, por ordem de Moisés, fez-se no acampamento esta proclamação: "Que ninguém, nem homem nem mulher, traga mais ofertas para o santuário". Assim, o povo foi proibido de trazer mais.
7 porque tinham material bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava.
7 O material trazido era mais que suficiente para tudo o que havia a fazer.
8 Assim, todo sábio de coração, entre os que faziam a obra, fez o tabernáculo de dez cortinas, de linho fino torcido, e de pano azul, e de púrpura, e de carmesim, com querubins; da obra mais esmerada, as fez.
8 Os mais hábeis entre os operários construíram o tabernáculo: dez cortinas de linho fino retorcido, púrpura violeta e escarlate, e carmesim com querubins artisticamente bordados.
9 O comprimento de uma cortina era de vinte e oito côvados, e a largura de outra cortina, de quatro côvados; todas as cortinas tinham uma mesma medida.
9 O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, sua largura de quatro côvados; e tinham todas as mesmas dimensões.
10 E ligou cinco cortinas, uma com a outra; e outras cinco cortinas ligou uma com a outra.
10 Juntaram as cortinas cinco por cinco.
11 Depois, fez laçadas de fio azul na borda da última cortina do primeiro agrupamento; assim também fez na borda da primeira cortina do segundo agrupamento.
11 Laços de púrpura violeta foram colocados na orla da cortina que rematava esses dois grupos.
12 Cinquenta laçadas fez numa cortina e cinquenta laçadas fez na cortina da extremidade do segundo agrupamento; estas laçadas eram contrapostas uma com a outra.
12 Foram postos cinqüenta laços na primeira cortina, e cinqüenta na extremidade da última cortina do segundo grupo, situadas bem em face umas das outras.
13 Também fez cinquenta colchetes de ouro e com estes colchetes uniu as cortinas uma com a outra; e foi feito, assim, um tabernáculo.
13 As cortinas foram presas urnas às outras por meio de cinqüenta colchetes de ouro, de modo que o tabernáculo formou um todo.
14 Fez também cortinas de pelos de cabras para a tenda sobre o tabernáculo; de onze cortinas a fez.
14 Fizeram-se, em seguida, cortinas de peles de cabra, para formar uma tenda sobre o tabernáculo; foram feitas onze dessas cortinas.
15 O comprimento de uma cortina era de trinta côvados, e a largura de uma cortina, de quatro côvados; estas onze cortinas tinham uma mesma medida.
15 O comprimento de uma delas era de trinta côvados, e sua largura de quarenta côvados; e tinham todas as mesmas dimensões.
16 E ele uniu cinco cortinas à parte, e seis cortinas à parte,
16 Cinco dessas cortinas foram juntadas de um lado, e seis de outro.
17 e fez cinquenta laçadas na borda da última cortina do agrupamento; também fez cinquenta laçadas na borda da cortina do outro agrupamento.
17 Cinqüenta colchetes foram colocados na orla da última cortina de um desses grupos e cinqüenta na orla da última cortina do segundo.
18 Fez também cinquenta colchetes de metal para ajuntar a tenda, para que fosse uma.
18 Depois fizeram cinqüenta colchetes de bronze para unir as peças, de modo que a tenda formasse um só todo.
19 Fez também para a tenda uma coberta de peles de carneiros tintas de vermelho; e, por cima, uma coberta de peles de texugo.
19 Foi feita a cobertura da tenda de peles de carneiros tintas de vermelho, sobre as quais se meteu uma cobertura de peles de golfinhos.
20 Também fez tábuas levantadas para o tabernáculo, de madeira de cetim.
20 As tábuas do tabernáculo foram feitas de madeira de acácia, colocadas verticalmente.
21 O comprimento de uma tábua era de dez côvados, e a largura de cada tábua era de um côvado e meio.
21 As tábuas tinham dez côvados de comprimento e um côvado e meio de largura.
22 Cada tábua tinha duas coiceiras, pregadas uma com a outra; assim fez com todas as tábuas do tabernáculo.
22 Cada tábua tinha dois encaixes ligados um ao outro: assim se fez com todas as tábuas do tabernáculo.
23 Assim, pois, fez as tábuas para o tabernáculo; vinte tábuas para a banda do sul;
23 Fizeram para o lado meridional do tabernáculo, ao sul, vinte tábuas.
24 e fez quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua para as suas duas coiceiras e duas bases debaixo de outra tábua para as suas duas coiceiras.
24 Meteram sob essas vinte tábuas quarenta suportes de prata, dois sob cada tábua, para seus dois encaixes.
25 Também fez vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo da banda do norte,
25 Para o segundo lado do tabernáculo, ao norte, fizeram vinte tábuas,
26 com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua e duas bases debaixo de outra tábua.
26 com quarenta suportes de prata, à razão de dois por tábua.
27 E ao lado do tabernáculo para o ocidente fez seis tábuas.
27 Para o fundo do tabernáculo, ao ocidente, fizeram seis tábuas.
28 Fez também duas tábuas para os cantos do tabernáculo aos dois lados,
28 Para os ângulos do tabernáculo, ao fundo, fizeram duas tábuas.
29 as quais estavam juntas debaixo e também se ajuntavam por cima com uma argola; assim fez com elas ambas nos dois cantos.
29 Elas eram emparelhadas desde a base, formando juntas um só todo até o alto, na primeira argola. O mesmo se fez com as duas tábuas colocadas nos ângulos.
30 Assim, eram oito tábuas com as suas bases de prata, a saber, dezesseis bases; duas bases debaixo de cada tábua.
30 Havia, pois, oito tábuas com seus suportes de prata, em número de dezesseis, dois sob cada tábua.
31 Fez também barras de madeira de cetim; cinco para as tábuas de um lado do tabernáculo,
31 Fizeram em seguida cinco travessas de madeira de acácia para as tábuas de um dos lados do tabernáculo,
32 e cinco barras para as tábuas do outro lado do tabernáculo; e outras cinco barras para as tábuas do tabernáculo de ambas as bandas do ocidente.
32 cinco para as tábuas do segundo lado e cinco para as que estavam do lado posterior do tabernáculo, ao ocidente.
33 E fez que a barra do meio passasse pelo meio das tábuas de uma extremidade até à outra.
33 A travessa central estendia-se ao longo das tábuas, de uma extremidade à outra.
34 E cobriu as tábuas de ouro, e as suas argolas (os lugares das barras) fez de ouro; as barras também cobriu de ouro.
34 Recobriram de ouro essas tábuas e se lhes puseram argolas de ouro, pelas quais passaram as travessas, recobertas também elas de ouro.
35 Depois, fez o véu de pano azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido; de obra esmerada o fez, com querubins.
35 Foi feito o véu de púrpura violeta e escarlate, de carmesim e linho retorcido, onde foram bordados artisticamente alguns querubins.
36 E fez-lhe quatro colunas de madeira de cetim e as cobriu de ouro; e seus colchetes fez de ouro e fundiu-lhe quatro bases de prata.
36 Fizeram para ele quatro colunas de madeira de acácia revestidas de ouro, com pregos de ouro, e fundiram para elas quatro pedestais de prata.
37 Fez também para a porta da tenda o véu de pano azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido, da obra de bordador,
37 Para a entrada da tenda foi feito o véu de púrpura violeta e escarlate, de carmesim e linho retorcido, artisticamente bordado.
38 com as suas cinco colunas e os seus colchetes; e as suas cabeças e as suas molduras cobriu de ouro; e as suas cinco bases eram de cobre.
38 Fizeram, para suspender esse véu, cinco colunas munidas de ganchos; recobriram de ouro seus capitéis e suas vergas; seus cinco pedestais foram feitos de bronze.
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