Cânticos 6
Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs ARA
1 Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Para onde virou a vista o teu amado, e o buscaremos contigo?
1 Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Que rumo tomou o teu amado? E o buscaremos contigo. Esposa
2 O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para se alimentar nos jardins e para colher os lírios.
2 O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para pastorear nos jardins e para colher os lírios.
3 Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele se alimenta entre os lírios.
3 Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele pastoreia entre os lírios. Esposo
4 Formosa és, amiga minha, como Tirza, aprazível como Jerusalém, formidável como um exército com bandeiras.
4 Formosa és, querida minha, como Tirza, aprazível como Jerusalém, formidável como um exército com bandeiras.
5 Desvia de mim os teus olhos, porque eles me perturbam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que pastam em Gileade.
5 Desvia de mim os olhos, porque eles me perturbam. Os teus cabelos descem ondeantes como o rebanho das cabras de Gileade.
6 Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas.
6 São os teus dentes como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma delas há sem crias.
7 Como um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre as tuas tranças.
7 As tuas faces, como romã partida, brilham através do véu.
8 Sessenta são as rainhas, e oitenta, as concubinas, e as virgens, sem número.
8 Sessenta são as rainhas, oitenta, as concubinas, e as virgens, sem número.
9 Mas uma é a minha pomba, a minha imaculada, a única de sua mãe e a mais querida daquela que a deu à luz; vendo-a, as filhas lhe chamarão bem-aventurada, as rainhas e as concubinas a louvarão.
9 Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada, de sua mãe, a única, a predileta daquela que a deu à luz; viram-na as donzelas e lhe chamaram ditosa; viram-na as rainhas e as concubinas e a louvaram. Coro
10 Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, formidável como um exército com bandeiras?
10 Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, pura como o sol, formidável como um exército com bandeiras? Esposa
11 Desci ao jardim das nogueiras, para ver os novos frutos do vale, a ver se floresciam as vides, se brotavam as romeiras.
11 Desci ao jardim das nogueiras, para mirar os renovos do vale, para ver se brotavam as vides, se floresciam as romeiras.
12 Antes de eu o sentir, me pôs a minha alma nos carros do meu povo excelente.
12 Não sei como, imaginei-me no carro do meu nobre povo! Coro
13 Volta, volta, ó sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. Por que olhas para a sulamita como para as fileiras de dois exércitos?
13 Volta, volta, ó sulamita, volta, volta, para que nós te contemplemos. Esposa Por que quereis contemplar a sulamita na dança de Maanaim?
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