Salmos 74

Almeida Revista e Atualizada (ARA, 1993) vs ACF

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ACF Almeida Corrigida Fiel
1 Por que nos rejeitas, ó Deus, para sempre? Por que se acende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto?
1 Ó Deus, por que nos rejeitaste para sempre? Por que se acende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto?
2 Lembra-te da tua congregação, que adquiriste desde a antiguidade, que remiste para ser a tribo da tua herança; lembra-te do monte Sião, no qual tens habitado.
2 Lembra-te da tua congregação, que compraste desde a antiguidade; da vara da tua herança, que remiste; deste monte Sião, em que habitaste.
3 Dirige os teus passos para as perpétuas ruínas, tudo quanto de mau tem feito o inimigo no santuário.
3 Levanta os teus pés para as perpétuas assolações, para tudo o que o inimigo tem feito de mal no santuário.
4 Os teus adversários bramam no lugar das assembleias e alteiam os seus próprios símbolos.
4 Os teus inimigos bramam no meio dos teus lugares santos; põem neles as suas insígnias por sinais.
5 Parecem-se com os que brandem machado no espesso da floresta,
5 Um homem se tornava famoso, conforme houvesse levantado machados, contra a espessura do arvoredo.
6 e agora a todos esses lavores de entalhe quebram também, com machados e martelos.
6 Mas agora toda obra entalhada de uma vez quebram com machados e martelos.
7 Deitam fogo ao teu santuário; profanam, arrasando-a até ao chão, a morada do teu nome.
7 Lançaram fogo no teu santuário; profanaram, derrubando-a até ao chão, a morada do teu nome.
8 Disseram no seu coração: Acabemos com eles de uma vez. Queimaram todos os lugares santos de Deus na terra.
8 Disseram nos seus corações: Despojemo-los duma vez. Queimaram todos os lugares santos de Deus na terra.
9 Já não vemos os nossos símbolos; já não há profeta; nem, entre nós, quem saiba até quando.
9 Já não vemos os nossos sinais, já não há profeta, nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará.
10 Até quando, ó Deus, o adversário nos afrontará? Acaso, blasfemará o inimigo incessantemente o teu nome?
10 Até quando, ó Deus, nos afrontará o adversário? Blasfemará o inimigo o teu nome para sempre?
11 Por que retrais a mão, sim, a tua destra, e a conservas no teu seio?
11 Porque retiras a tua mão, a saber, a tua destra? Tira-a de dentro do teu seio.
12 Ora, Deus, meu Rei, é desde a antiguidade; ele é quem opera feitos salvadores no meio da terra.
12 Todavia Deus é o meu Rei desde a antiguidade, operando a salvação no meio da terra.
13 Tu, com o teu poder, dividiste o mar; esmagaste sobre as águas a cabeça dos monstros marinhos.
13 Tu dividiste o mar pela tua força; quebrantaste as cabeças das baleias nas águas.
14 Tu espedaçaste as cabeças do crocodilo e o deste por alimento às alimárias do deserto.
14 Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto.
15 Tu abriste fontes e ribeiros; secaste rios caudalosos.
15 Fendeste a fonte e o ribeiro; secaste os rios impetuosos.
16 Teu é o dia; tua, também, a noite; a luz e o sol, tu os formaste.
16 Teu é o dia e tua é a noite; preparaste a luz e o sol.
17 Fixaste os confins da terra; verão e inverno, tu os fizeste.
17 Estabeleceste todos os limites da terra; verão e inverno tu os formaste.
18 Lembra-te disto: o inimigo tem ultrajado ao Senhor , e um povo insensato tem blasfemado o teu nome.
18 Lembra-te disto: que o inimigo afrontou ao Senhor e que um povo louco blasfemou o teu nome.
19 Não entregues à rapina a vida de tua rola, nem te esqueças perpetuamente da vida dos teus aflitos.
19 Não entregues às feras a alma da tua rola; não te esqueças para sempre da vida dos teus aflitos.
20 Considera a tua aliança, pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios de moradas de violência.
20 Atende a tua aliança; pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios de moradas de crueldade.
21 Não fique envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado.
21 Oh, não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado.
22 Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa; lembra-te de como o ímpio te afronta todos os dias.
22 Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa; lembra-te da afronta que o louco te faz cada dia.
23 Não te esqueças da gritaria dos teus inimigos, do sempre crescente tumulto dos teus adversários.
23 Não te esqueças dos gritos dos teus inimigos; o tumulto daqueles que se levantam contra ti aumenta continuamente.

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