Salmos 71

Almeida Revista e Atualizada (ARA, 1993) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Em ti, Senhor , me refugio; não seja eu jamais envergonhado.
1 Em ti, Senhor , me refugio; não seja eu jamais envergonhado.
2 Livra-me por tua justiça e resgata-me; inclina-me os ouvidos e salva-me.
2 Livra-me por tua justiça e resgata-me; inclina-me os ouvidos e salva-me.
3 Sê tu para mim uma rocha habitável em que sempre me acolha; ordenaste que eu me salve, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza.
3 Sê tu para mim uma rocha habitável em que eu sempre possa me refugiar. Ordenaste que eu me salve, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza.
4 Livra-me, Deus meu, das mãos do ímpio, das garras do homem injusto e cruel.
4 Livra-me, Deus meu, das mãos do ímpio, das garras do homem injusto e cruel.
5 Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus, a minha confiança desde a minha mocidade.
5 Pois tu és a minha esperança, a minha confiança desde a minha mocidade.
6 Em ti me tenho apoiado desde o meu nascimento; do ventre materno tu me tiraste, tu és motivo para os meus louvores constantemente.
6 Em ti eu tenho me apoiado desde o meu nascimento; tu me tiraste do ventre materno. A ti se dirige constantemente o meu louvor.
7 Para muitos sou como um portento, mas tu és o meu forte refúgio.
7 Para muitos sou motivo de espanto, mas tu és o meu forte refúgio.
8 Os meus lábios estão cheios do teu louvor e da tua glória continuamente.
8 Os meus lábios estão repletos do teu louvor e da tua glória continuamente.
9 Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares.
9 Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares.
10 Pois falam contra mim os meus inimigos; e os que me espreitam a alma consultam reunidos,
10 Pois os meus inimigos falam contra mim; e os que querem matar-me conspiram,
11 dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre.
11 dizendo: “Deus o abandonou. Persigam-no e prendam-no, pois não há quem o possa livrar.”
12 Não te ausentes de mim, ó Deus; Deus meu, apressa-te em socorrer-me.
12 Ó Deus, não te ausentes de mim; Deus meu, apressa-te em me socorrer.
13 Sejam envergonhados e consumidos os que são adversários de minha alma; cubram-se de opróbrio e de vexame os que procuram o mal contra mim.
13 Que sejam envergonhados e consumidos os que são adversários de minha alma; cubram-se de vergonha e de vexame os que procuram o meu mal.
14 Quanto a mim, esperarei sempre e te louvarei mais e mais.
14 Quanto a mim, esperarei sempre e te louvarei cada vez mais.
15 A minha boca relatará a tua justiça e de contínuo os feitos da tua salvação, ainda que eu não saiba o seu número.
15 A minha boca proclamará a tua justiça; o dia inteiro contarei os feitos da tua salvação, ainda que eu não saiba o seu número.
16 Sinto-me na força do Senhor Deus; e rememoro a tua justiça, a tua somente.
16 Irei na força do Senhor Deus; anunciarei a tua justiça, a tua somente.
17 Tu me tens ensinado, ó Deus, desde a minha mocidade; e até agora tenho anunciado as tuas maravilhas.
17 Tu me tens ensinado, ó Deus, desde a minha mocidade; e até agora tenho anunciado as tuas maravilhas.
18 Não me desampares, pois, ó Deus, até à minha velhice e às cãs; até que eu tenha declarado à presente geração a tua força e às vindouras o teu poder.
18 Não me desampares, ó Deus, agora que estou velho e de cabelos brancos, até que eu tenha declarado à presente geração a tua força e às gerações vindouras o teu poder.
19 Ora, a tua justiça, ó Deus, se eleva até aos céus. Grandes coisas tens feito, ó Deus; quem é semelhante a ti?
19 A tua justiça, ó Deus, se eleva até os céus. Grandes coisas tens feito, ó Deus; quem é semelhante a ti?
20 Tu, que me tens feito ver muitas angústias e males, me restaurarás ainda a vida e de novo me tirarás dos abismos da terra.
20 Tu, que me tens feito ver muitas angústias e males, me restaurarás ainda a vida e de novo me tirarás dos abismos da terra.
21 Aumenta a minha grandeza, conforta-me novamente.
21 Aumenta a minha grandeza e consola-me novamente.
22 Eu também te louvo com a lira, celebro a tua verdade, ó meu Deus; cantar-te-ei salmos na harpa, ó Santo de Israel.
22 Eu também te louvo com a lira por tua verdade, ó Deus meu; cantarei louvores a ti ao som da harpa, ó Santo de Israel.
23 Os meus lábios exultarão quando eu te salmodiar; também exultará a minha alma, que remiste.
23 Os meus lábios exultarão quando eu cantar louvores a ti; também exultará a minha alma, que remiste.
24 Igualmente a minha língua celebrará a tua justiça todo o dia; pois estão envergonhados e confundidos os que procuram o mal contra mim.
24 Igualmente a minha língua celebrará a tua justiça todo o dia; pois estão envergonhados e confundidos os que procuram o meu mal.

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