Mateus 14

Almeida Revista e Atualizada (ARA, 1993) vs VC

Sair da comparação
VC Versão Católica
1 Por aquele tempo, ouviu o tetrarca Herodes a fama de Jesus
1 Por aquela mesma época, o tetrarca Herodes ouviu falar de Jesus.
2 e disse aos que o serviam: Este é João Batista; ele ressuscitou dos mortos, e, por isso, nele operam forças miraculosas.
2 E disse aos seus cortesãos: É João Batista que ressuscitou. É por isso que ele faz tantos milagres.
3 Porque Herodes, havendo prendido e atado a João, o metera no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão;
3 Com efeito, Herodes havia mandado prender e acorrentar João, e o tinha mandado meter na prisão por causa de Herodíades, esposa de seu irmão Filipe.
4 pois João lhe dizia: Não te é lícito possuí-la.
4 João lhe tinha dito: Não te é permitido tomá-la por mulher!
5 E, querendo matá-lo, temia o povo, porque o tinham como profeta.
5 De boa mente o mandaria matar; temia, porém, o povo que considerava João um profeta.
6 Ora, tendo chegado o dia natalício de Herodes, dançou a filha de Herodias diante de todos e agradou a Herodes.
6 Mas, na festa de aniversário de nascimento de Herodes, a filha de Herodíades dançou no meio dos convidados e agradou a Herodes.
7 Pelo que prometeu, com juramento, dar-lhe o que pedisse.
7 Por isso, ele prometeu com juramento dar-lhe tudo o que lhe pedisse.
8 Então, ela, instigada por sua mãe, disse: Dá-me, aqui, num prato, a cabeça de João Batista.
8 Por instigação de sua mãe, ela respondeu: Dá-me aqui, neste prato, a cabeça de João Batista.
9 Entristeceu-se o rei, mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, determinou que lha dessem;
9 O rei entristeceu-se, mas como havia jurado diante dos convidados, ordenou que lha dessem;
10 e deu ordens e decapitou a João no cárcere.
10 e mandou decapitar João na sua prisão.
11 Foi trazida a cabeça num prato e dada à jovem, que a levou a sua mãe.
11 A cabeça foi trazida num prato e dada à moça, que a entregou à sua mãe.
12 Então, vieram os seus discípulos, levaram o corpo e o sepultaram; depois, foram e o anunciaram a Jesus.
12 Vieram, então, os discípulos de João transladar seu corpo, e o enterraram. Depois foram dar a notícia a Jesus.
13 Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte; sabendo-o as multidões, vieram das cidades seguindo-o por terra.
13 A essa notícia, Jesus partiu dali numa barca para se retirar a um lugar deserto, mas o povo soube e a multidão das cidades o seguiu a pé.
14 Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.
14 Quando desembarcou, vendo Jesus essa numerosa multidão, moveu-se de compaixão para ela e curou seus doentes.
15 Ao cair da tarde, vieram os discípulos a Jesus e lhe disseram: O lugar é deserto, e vai adiantada a hora; despede, pois, as multidões para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer.
15 Caía a tarde. Agrupados em volta dele, os discípulos disseram-lhe: Este lugar é deserto e a hora é avançada. Despede esta gente para que vá comprar víveres na aldeia.
16 Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, de comer.
16 Jesus, porém, respondeu: Não é necessário: dai-lhe vós mesmos de comer.
17 Mas eles responderam: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.
17 Mas, disseram eles, nós não temos aqui mais que cinco pães e dois peixes. _
18 Então, ele disse: Trazei-mos.
18 Trazei-mos, disse-lhes ele.
19 E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões.
19 Mandou, então, a multidão assentar-se na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, elevando os olhos ao céu, abençoou-os. Partindo em seguida os pães, deu-os aos seus discípulos, que os distribuíram ao povo.
20 Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram recolheram ainda doze cestos cheios.
20 Todos comeram e ficaram fartos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram doze cestos cheios.
21 E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.
21 Ora, os convivas foram aproximadamente cinco mil homens, sem contar as mulheres e crianças.
22 Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões.
22 Logo depois, Jesus obrigou seus discípulos a entrar na barca e a passar antes dele para a outra margem, enquanto ele despedia a multidão.
23 E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só.
23 Feito isso, subiu à montanha para orar na solidão. E, chegando a noite, estava lá sozinho.
24 Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.
24 Entretanto, já a boa distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.
25 Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar.
25 Pela quarta vigília da noite, Jesus veio a eles, caminhando sobre o mar.
26 E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram.
26 Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: É um fantasma! disseram eles, soltando gritos de terror.
27 Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais!
27 Mas Jesus logo lhes disse: Tranqüilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!
28 Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas.
28 Pedro tomou a palavra e falou: Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti!
29 E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus.
29 Ele disse-lhe: Vem! Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus.
30 Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!
30 Mas, redobrando a violência do vento, teve medo e, começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me!
31 E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, por que duvidaste?
31 No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: Homem de pouca fé, por que duvidaste?
32 Subindo ambos para o barco, cessou o vento.
32 Apenas tinham subido para a barca, o vento cessou.
33 E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!
33 Então aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: Tu és verdadeiramente o Filho de Deus.
34 Então, estando já no outro lado, chegaram a terra, em Genesaré.
34 E, tendo atravessado, chegaram a Genesaré.
35 Reconhecendo-o os homens daquela terra, mandaram avisar a toda a circunvizinhança e trouxeram-lhe todos os enfermos;
35 As pessoas do lugar o reconheceram e mandaram anunciar por todos os arredores. Apresentaram-lhe, então, todos os doentes,
36 e lhe rogavam que ao menos pudessem tocar na orla da sua veste. E todos os que tocaram ficaram sãos.
36 rogando-lhe que ao menos deixasse tocar na orla de sua veste. E, todos aqueles que nele tocaram, foram curados.

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Mateus 14, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.