Isaías 32
Almeida Revista e Atualizada (ARA, 1993) vs NAA
1 Eis aí está que reinará um rei com justiça, e em retidão governarão príncipes.
1 Eis aí um rei que irá reinar com justiça, e príncipes que irão governar com retidão.
2 Cada um servirá de esconderijo contra o vento, de refúgio contra a tempestade, de torrentes de águas em lugares secos e de sombra de grande rocha em terra sedenta.
2 Cada um deles servirá de esconderijo contra o vento, de refúgio contra a tempestade, de torrentes de água em lugares secos e de sombra de uma grande rocha em terra sedenta.
3 Os olhos dos que veem não se ofuscarão, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
3 Os olhos dos que veem não se fecharão, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4 O coração dos temerários saberá compreender, e a língua dos gagos falará pronta e distintamente.
4 O coração dos apressados saberá compreender, e a língua dos gagos falará com rapidez e clareza.
5 Ao louco nunca mais se chamará nobre, e do fraudulento jamais se dirá que é magnânimo.
5 O tolo nunca mais será chamado de nobre, e do fraudulento nunca mais se dirá que é generoso.
6 Porque o louco fala loucamente, e o seu coração obra o que é iníquo, para usar de impiedade e para proferir mentiras contra o Senhor , para deixar o faminto na ânsia da sua fome e fazer que o sedento venha a ter falta de bebida.
6 Porque o tolo fala tolices, e o seu coração só pensa em fazer o mal, para praticar a iniquidade e para proferir mentiras contra o para deixar o faminto sem comida e o sedento sem ter o que beber.
7 Também as armas do fraudulento são más; ele maquina intrigas para arruinar os desvalidos, com palavras falsas, ainda quando a causa do pobre é justa.
7 Quanto ao fraudulento, os seus projetos são maus. Ele planeja intrigas para, com palavras mentirosas, arruinar os necessitados, mesmo quando a causa dos pobres é justa.
8 Mas o nobre projeta coisas nobres e na sua nobreza perseverará.
8 Mas o nobre projeta coisas nobres e pela sua nobreza se mantém em pé.
9 Levantai-vos, mulheres que viveis despreocupadamente, e ouvi a minha voz; vós, filhas, que estais confiantes, inclinai os ouvidos às minhas palavras.
9 Vocês, mulheres que vivem tranquilas, levantem-se e ouçam a minha voz; e vocês, filhas que estão confiantes, escutem o que vou dizer.
10 Porque daqui a um ano e dias vireis a tremer, ó mulheres que estais confiantes, porque a vindima se acabará, e não haverá colheita.
10 Daqui a pouco mais de um ano, vocês, que estão confiantes, vão tremer de medo, porque a vindima se acabará, e não haverá colheita.
11 Tremei, mulheres que viveis despreocupadamente; turbai-vos, vós que estais confiantes. Despi-vos, e ponde-vos desnudas, e cingi com panos de saco os lombos.
11 Vocês, mulheres que vivem tranquilas, comecem a sentir pavor; e vocês, que estão confiantes, tremam de medo. Tirem as suas roupas, fiquem nuas, e vistam-se de pano de saco.
12 Batei no peito por causa dos campos aprazíveis e por causa das vinhas frutíferas.
12 Batam no peito e chorem por causa dos campos aprazíveis e por causa das vinhas frutíferas.
13 Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e abrolhos, como também sobre todas as casas onde há alegria, na cidade que exulta.
13 Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e ervas daninhas. Chorem também por causa de todas as casas onde há júbilo, na cidade cheia de alegria.
14 O palácio será abandonado, a cidade populosa ficará deserta; Ofel e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, folga para os jumentos selvagens e pastos para os rebanhos;
14 O palácio será abandonado, a cidade populosa ficará deserta. Ofel e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, para alegria dos jumentos selvagens e pastagem dos rebanhos.
15 até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então, o deserto se tornará em pomar, e o pomar será tido por bosque;
15 Isso será assim até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto. Então o deserto se tornará em pomar, e o pomar será tido por bosque;
16 o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no pomar.
16 a retidão habitará no deserto, e a justiça morará no pomar.
17 O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre.
17 O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça será repouso e segurança, para sempre.
18 O meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras e em lugares quietos e tranquilos,
18 O meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras e em lugares quietos e tranquilos,
19 ainda que haja saraivada, caia o bosque e seja a cidade inteiramente abatida.
19 mesmo que haja granizo, caia o bosque e a cidade seja inteiramente arrasada.
20 Bem-aventurados vós, os que semeais junto a todas as águas e dais liberdade ao pé do boi e do jumento.
20 Bem-aventurados são vocês, que semeiam junto a todas as águas e deixam os bois e jumentos pastar em liberdade.
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