Gênesis 40

Almeida Revista e Atualizada (ARA, 1993) vs BKJ

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1 Passadas estas coisas, aconteceu que o mordomo do rei do Egito e o padeiro ofenderam o seu senhor, o rei do Egito.
1 E aconteceu, depois destas coisas, que o mordomo do rei do Egito e seu padeiro haviam ofendido seu senhor e rei do Egito.
2 Indignou-se Faraó contra os seus dois oficiais, o copeiro-chefe e o padeiro-chefe.
2 E Faraó estava irado contra dois de seus oficiais, contra o chefe dos mordomos, e contra o chefe dos padeiros.
3 E mandou detê-los na casa do comandante da guarda, no cárcere onde José estava preso.
3 E ele colocou-os em custódia, na casa do capitão da guarda, na prisão, o lugar em que José estava preso.
4 O comandante da guarda pô-los a cargo de José, para que os servisse; e por algum tempo estiveram na prisão.
4 E o capitão da guarda encarregou José deles, e ele os serviu, e eles estiveram um período na prisão.
5 E ambos sonharam, cada um o seu sonho, na mesma noite; cada sonho com a sua própria significação, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que se achavam encarcerados.
5 E ambos sonharam um sonho, cada homem seu sonho em uma noite, cada homem de acordo com a interpretação do seu sonho, o mordomo e o padeiro do rei do Egito, que estavam presos na prisão.
6 Vindo José, pela manhã, viu-os, e eis que estavam turbados.
6 E José veio a eles de manhã, e olhou para eles, e eis que eles estavam tristes.
7 Então, perguntou aos oficiais de Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa do seu senhor: Por que tendes, hoje, triste o semblante?
7 E ele perguntou aos oficiais de Faraó, que estavam com ele na prisão, da casa de seu senhor, dizendo: Por que aparentais tão tristes hoje?
8 Eles responderam: Tivemos um sonho, e não há quem o possa interpretar. Disse-lhes José: Porventura, não pertencem a Deus as interpretações? Contai-me o sonho.
8 E lhes disseram: Sonhamos um sonho, e não há quem o interprete. E José lhes disse: Não pertencem as interpretações a Deus? Diga-me eles, rogo-vos.
9 Então, o copeiro-chefe contou o seu sonho a José e lhe disse: Em meu sonho havia uma videira perante mim.
9 E o chefe dos mordomos contou seu sonho a José, e lhe disse: No meu sonho, eis que uma videira estava diante de mim,
10 E, na videira, três ramos; ao brotar a vide, havia flores, e seus cachos produziam uvas maduras.
10 e na videira estavam três ramos; e era como se estivesse brotando, e sua flor saía, e os seus cachos produziram uvas maduras.
11 O copo de Faraó estava na minha mão; tomei as uvas, e as espremi no copo de Faraó, e o dei na própria mão de Faraó.
11 E o copo de Faraó estava na minha mão, e eu apanhei as uvas, e as espremi dentro do copo de Faraó, e dei o copo na mão de Faraó.
12 Então, lhe disse José: Esta é a sua interpretação: os três ramos são três dias;
12 E José lhes disse: Esta é a sua interpretação: Os três ramos são três dias.
13 dentro ainda de três dias, Faraó te reabilitará e te reintegrará no teu cargo, e tu lhe darás o copo na própria mão dele, segundo o costume antigo, quando lhe eras copeiro.
13 Mas em três dias Faraó levantará a tua cabeça, e te restabelecerá ao teu lugar, e tu servirás o copo de Faraó nas mãos dele, conforme a maneira antiga quando tu eras seu mordomo.
14 Porém lembra-te de mim, quando tudo te correr bem; e rogo-te que sejas bondoso para comigo, e faças menção de mim a Faraó, e me faças sair desta casa;
14 Mas lembra-te de mim quando estiver bem contigo, e mostra bondade, rogo-te, para comigo, e faze menção de mim a Faraó, e tira-me desta casa,
15 porque, de fato, fui roubado da terra dos hebreus; e, aqui, nada fiz, para que me pusessem nesta masmorra.
15 pois na verdade eu fui roubado da terra dos hebreus, e aqui também não fiz nada para que eles me pusessem na masmorra.
16 Vendo o padeiro-chefe que a interpretação era boa, disse a José: Eu também sonhei, e eis que três cestos de pão alvo me estavam sobre a cabeça;
16 Quando o chefe dos padeiros viu que a interpretação era boa, ele disse a José: Eu também estava no meu sonho, e eis que eu tinha três cestos brancos sobre minha cabeça,
17 e no cesto mais alto havia de todos os manjares de Faraó, arte de padeiro; e as aves os comiam do cesto na minha cabeça.
17 e no cesto mais alto havia todo tipo de pão para Faraó; e as aves os comiam do cesto sobre a minha cabeça.
18 Então, lhe disse José: A interpretação é esta: os três cestos são três dias;
18 E José respondeu e disse: Esta é a sua interpretação: Os três cestos são três dias.
19 dentro ainda de três dias, Faraó te tirará fora a cabeça e te pendurará num madeiro, e as aves te comerão as carnes.
19 Mas em três dias Faraó levantará tua cabeça de sobre ti, e te pendurará em uma árvore, e as aves comerão a tua carne de sobre ti.
20 No terceiro dia, que era aniversário de nascimento de Faraó, deu este um banquete a todos os seus servos; e, no meio destes, reabilitou o copeiro-chefe e condenou o padeiro-chefe.
20 E aconteceu que, no terceiro dia, era o aniversário de Faraó, e ele fez uma festa para todos os seus servos; e ele levantou a cabeça do chefe dos mordomos e do chefe dos padeiros entre seus servos.
21 Ao copeiro-chefe reintegrou no seu cargo, no qual dava o copo na mão de Faraó;
21 E ele restabeleceu o chefe dos mordomos a seu ofício de mordomo novamente; e ele serviu o copo na mão de Faraó.
22 mas ao padeiro-chefe enforcou, como José havia interpretado.
22 Mas ele enforcou o chefe dos padeiros, como José havia lhes interpretado.
23 O copeiro-chefe, todavia, não se lembrou de José, porém dele se esqueceu.
23 Mas o chefe dos mordomos não se lembrou de José, porém o esqueceu.

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