Êxodo 36
Almeida Revista e Atualizada (ARA, 1993) vs NVT
1 Assim, trabalharam Bezalel, e Aoliabe, e todo homem hábil a quem o Senhor dera habilidade e inteligência para saberem fazer toda obra para o serviço do santuário, segundo tudo o que o Senhor havia ordenado.
1 “O S enhor deu sabedoria a Bezalel, a Aoliabe e aos demais artesãos talentosos e os capacitou com habilidade e entendimento para realizarem todas as tarefas relacionadas à construção do tabernáculo. Eles o construirão conforme o S enhor ordenou”.
2 Moisés chamou a Bezalel, e a Aoliabe, e a todo homem hábil em cujo coração o Senhor tinha posto sabedoria, isto é, a todo homem cujo coração o impeliu a se chegar à obra para fazê-la.
2 Moisés chamou Bezalel, Aoliabe e os demais artesãos especialmente capacitados pelo S enhor e que estavam dispostos a realizar a obra.
3 Estes receberam de Moisés todas as ofertas que os filhos de Israel haviam trazido para a obra do serviço do santuário, para fazê-la; e, ainda, cada manhã o povo trazia a Moisés ofertas voluntárias.
3 Moisés lhes deu os materiais doados pelos israelitas como ofertas para a construção do santuário. O povo, porém, continuava a trazer voluntariamente mais ofertas todas as manhãs.
4 Então, deixando cada um a obra que fazia, vieram todos os homens sábios que se ocupavam em toda a obra do santuário
4 Por fim, os artesãos que estavam trabalhando no santuário interromperam a obra
5 e disseram a Moisés: O povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o Senhor ordenou se fizesse.
5 e informaram a Moisés: “O povo trouxe mais que o suficiente para completarmos o trabalho que o S enhor nos ordenou!”.
6 Então, ordenou Moisés — e a ordem foi proclamada no arraial, dizendo: Nenhum homem ou mulher faça mais obra alguma para a oferta do santuário. Assim, o povo foi proibido de trazer mais.
6 Então Moisés deu a seguinte ordem, que foi transmitida a todo o acampamento: “Homens e mulheres, não preparem mais ofertas para o santuário. Temos o suficiente!”. Assim, o povo parou de trazer suas ofertas.
7 Porque o material que tinham era suficiente para toda a obra que se devia fazer e ainda sobejava.
7 Suas contribuições foram mais que suficientes para completar todo o projeto.
8 Assim, todos os homens hábeis, entre os que faziam a obra, fizeram o tabernáculo com dez cortinas de linho fino retorcido, estofo azul, púrpura e carmesim com querubins; de obra de artista as fizeram.
8 Os artesãos habilidosos fizeram para o tabernáculo dez cortinas de linho finamente tecido. Bezalel enfeitou as cortinas com fios de tecido azul, roxo e vermelho e com querubins bordados com habilidade.
9 O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, e a largura, de quatro côvados; todas as cortinas eram de igual medida.
9 As dez cortinas eram exatamente do mesmo tamanho, com 12,6 metros de comprimento e 1,8 metro de largura.
10 Cinco cortinas eram ligadas uma à outra; e as outras cinco também ligadas uma à outra.
10 Juntaram cinco das cortinas para formar uma cortina longa e depois juntaram as cinco restantes para formar outra cortina longa.
11 Fizeram laçadas de estofo azul na orla da cortina, que estava na extremidade do primeiro agrupamento; e de igual modo fizeram na orla da cortina, que estava na extremidade do segundo agrupamento.
11 Bezalel fez cinquenta laços de tecido azul e prendeu-os ao longo da borda da última cortina de cada conjunto.
12 Cinquenta laçadas fizeram numa cortina, e cinquenta, na outra cortina na extremidade do segundo agrupamento; as laçadas eram contrapostas uma à outra.
12 Os cinquenta laços ao longo da borda de uma cortina coincidiam com os cinquenta laços ao longo da borda da outra cortina.
13 Fizeram cinquenta colchetes de ouro, com os quais prenderam as cortinas uma à outra; e o tabernáculo passou a ser um todo.
13 Em seguida, fez cinquenta colchetes de ouro e prendeu as cortinas longas uma à outra. Desse modo, o tabernáculo foi formado de uma só peça contínua.
14 Fizeram também de pelos de cabra cortinas para servirem de tenda sobre o tabernáculo; fizeram onze cortinas.
14 Fez também onze cortinas de tecido de pelo de cabra para cobrir o tabernáculo.
15 O comprimento de cada cortina era de trinta côvados, e a largura, de quatro côvados; as onze cortinas eram de igual medida.
15 Essas onze cortinas eram todas exatamente do mesmo tamanho, com 13,5 metros de comprimento e 1,8 metro de largura.
16 Ajuntaram à parte cinco cortinas entre si e, de igual modo, as seis restantes.
16 Bezalel juntou cinco das cortinas para formar uma cortina longa e depois juntou as seis restantes para formar outra cortina longa.
17 E fizeram cinquenta laçadas na orla da cortina, que estava na extremidade do primeiro agrupamento.
17 Fez cinquenta laços para a borda de cada cortina longa.
18 Fizeram também cinquenta colchetes de bronze para ajuntar a tenda, para que viesse a ser um todo.
18 Fez ainda cinquenta colchetes de bronze para prender as cortinas longas uma à outra. Desse modo, a cobertura da tenda foi formada de uma só peça contínua.
19 Fizeram também de peles de carneiro tintas de vermelho uma coberta para a tenda e outra coberta de peles finas.
19 Por fim, completou a cobertura da tenda com uma camada protetora feita de peles de carneiro tingidas de vermelho e uma camada de couro fino.
20 Fizeram também de madeira de acácia as tábuas para o tabernáculo, as quais eram colocadas verticalmente.
20 Para a estrutura do tabernáculo, Bezalel construiu armações de madeira de acácia.
21 Cada uma das tábuas tinha dez côvados de comprimento e côvado e meio de largura.
21 Cada armação tinha 4,5 metros de altura e 67,5 centímetros de largura,
22 Cada tábua tinha dois encaixes, travados um com o outro; assim fizeram com todas as tábuas do tabernáculo.
22 com duas hastes na parte inferior de cada armação. Todas as armações eram idênticas.
23 No preparar as tábuas para o tabernáculo, fizeram vinte delas para o lado sul.
23 Construiu vinte armações para sustentar as cortinas do lado sul do tabernáculo.
24 Fizeram também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas: duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes.
24 Fez também quarenta bases de prata, duas para cada armação, de modo que as hastes se encaixavam firmemente nas bases.
25 Também fizeram vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte,
25 Para o lado norte do tabernáculo, construiu outras vinte armações,
26 com as suas quarenta bases de prata: duas bases debaixo de uma tábua e duas bases debaixo de outra tábua;
26 com quarenta bases de prata, duas bases para cada armação.
27 ao lado do tabernáculo para o ocidente, fizeram seis tábuas.
27 Fez seis armações para a parte de trás, o lado oeste do tabernáculo,
28 Fizeram também duas tábuas para os cantos do tabernáculo de ambos os lados,
28 junto com mais duas armações para reforçar os cantos das duas extremidades do tabernáculo.
29 as quais, por baixo, estavam separadas, mas, em cima, se ajustavam à primeira argola; assim se fez com as duas tábuas nos dois cantos.
29 As armações dos cantos foram emparelhadas na parte inferior e firmemente ligadas uma à outra na parte superior com uma argola, formando um só suporte de canto. Ambos os suportes de canto foram feitos dessa maneira.
30 Assim eram as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases: duas bases debaixo de uma tábua e duas debaixo de outra tábua.
30 Havia, portanto, oito armações na parte de trás do tabernáculo, encaixadas sobre dezesseis bases de prata, duas bases debaixo de cada armação.
31 Fizeram também travessas de madeira de acácia; cinco para as tábuas de um lado do tabernáculo,
31 Em seguida, fez travessões de madeira de acácia para ligar as armações, cinco travessões para o lado norte do tabernáculo
32 cinco para as tábuas do outro lado do tabernáculo e cinco para as tábuas do tabernáculo, ao lado posterior, que olha para o ocidente.
32 e cinco travessões para o lado sul. Fez também cinco travessões para a parte de trás do tabernáculo, que ficava virada para o oeste.
33 A travessa do meio passava ao meio das tábuas, de uma extremidade à outra.
33 Fez o travessão central ligado a meia altura às armações, estendendo-se de uma ponta à outra do tabernáculo.
34 Cobriram de ouro as tábuas e de ouro fizeram as suas argolas, pelas quais passavam as travessas; e cobriram também de ouro as travessas.
34 Revestiu as armações com ouro e fez argolas de ouro para sustentar os travessões. Depois, revestiu com ouro os travessões.
35 Fizeram também o véu de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido; com querubins o fizeram de obra de artista.
35 Para o interior do tabernáculo, Bezalel confeccionou uma cortina especial de linho fino, trançado com fios de tecido azul, roxo e vermelho e com querubins bordados com habilidade.
36 E fizeram-lhe quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro; os seus colchetes eram de ouro, sobre quatro bases de prata.
36 Fez para a cortina quatro colunas de madeira de acácia e quatro ganchos de ouro. Revestiu as colunas com ouro e apoiou-as sobre quatro bases de prata.
37 Fizeram também para a porta da tenda um reposteiro de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, obra de bordador,
37 Em seguida, fez outra cortina para a entrada da tenda. Confeccionou-a com linho finamente tecido e bordou-a artisticamente, usando fios de tecido azul, roxo e vermelho.
38 e as suas cinco colunas, e os seus colchetes; as suas cabeças e as suas molduras cobriram de ouro, mas as suas cinco bases eram de bronze.
38 Pendurou a cortina em ganchos de ouro presos a cinco colunas. Revestiu com ouro as colunas, seus capitéis e seus ganchos e mandou fundir para elas cinco bases de bronze.
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