2 Crônicas 6

Almeida Revista e Atualizada (ARA, 1993) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Então, disse Salomão: O Senhor declarou que habitaria em nuvem espessa!
1 Então Salomão orou assim: “Ó
2 Edifiquei uma casa para tua morada, lugar para a tua eterna habitação.
2 Mas agora eu construí para ti uma casa, um lugar onde viverás para sempre.”
3 Voltou, então, o rei o rosto, e abençoou a toda a congregação de Israel, enquanto ela se mantinha em pé,
3 Aí Salomão virou, olhou para o povo, que estava todo de pé, e pediu a bênção de Deus para todos.
4 e disse: Bendito seja o Senhor , o Deus de Israel, que falou pessoalmente a Davi, meu pai, e pelo seu poder o cumpriu, dizendo:
4 Depois disse: — Bendito seja o
5 Desde o dia em que eu tirei o meu povo da terra do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel, para edificar uma casa a fim de ali estabelecer o meu nome; nem escolhi homem algum para chefe do meu povo de Israel.
5 “Desde o dia em que tirei o meu povo do Egito, eu não escolhi nenhuma cidade de todas as tribos da terra de Israel para ali construir um templo a fim de ser adorado nele, nem escolhi nenhum homem para governar o meu povo de Israel.
6 Mas escolhi Jerusalém para que ali seja estabelecido o meu nome e escolhi a Davi para chefe do meu povo de Israel.
6 Mas agora escolhi Jerusalém como o lugar onde serei adorado e escolhi você, Davi, para governar o meu povo.”
7 Também Davi, meu pai, propusera em seu coração o edificar uma casa ao nome do Senhor , o Deus de Israel.
7 E Salomão continuou: — Davi, o meu pai, tinha planos de construir um templo para a adoração do
8 Porém o Senhor disse a Davi, meu pai: Já que desejaste edificar uma casa ao meu nome, bem fizeste em o resolver em teu coração.
8 mas o Senhor lhe disse: “Você fez bem quando planejou construir um templo para mim,
9 Todavia, tu não edificarás a casa; porém teu filho, que descenderá de ti, ele a edificará ao meu nome.
9 mas você não o construirá. Será o seu filho quem construirá o meu Templo.”
10 Assim, cumpriu o Senhor a sua palavra que tinha dito, pois me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei no trono de Israel, como prometera o Senhor ; e edifiquei a casa ao nome do Senhor , o Deus de Israel.
10 E agora o Senhor cumpriu a sua promessa. Eu fiquei no lugar do meu pai como rei de Israel e construí o Templo para a adoração do Senhor , o Deus de Israel.
11 Nela pus a arca em que estão as tábuas da aliança que o Senhor fez com os filhos de Israel.
11 Ali eu coloquei a arca da aliança , onde estão guardadas as placas de pedra da aliança que o Senhor Deus fez com o povo de Israel.
12 Pôs-se Salomão diante do altar do Senhor , na presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as mãos.
12 Então, na presença de todo o povo, Salomão foi, ficou em frente do altar e levantou as mãos.
13 Porque Salomão tinha feito uma tribuna de bronze, de cinco côvados de comprimento, cinco de largura e três de altura, e a pusera no meio do pátio; pôs-se em pé sobre ela, ajoelhou-se em presença de toda a congregação de Israel, estendeu as mãos para o céu
13 Ele havia mandado construir no pátio do Templo um estrado quadrado de bronze que media dois metros e vinte em cada lado e um metro e trinta de altura. Ele subiu no estrado e, na presença de todo o povo, se ajoelhou, levantou as mãos para o céu
14 e disse: Ó Senhor , Deus de Israel, não há Deus como tu, nos céus e na terra, como tu que guardas a aliança e a misericórdia a teus servos que de todo o coração andam diante de ti;
14 e orou assim: — Ó
15 que cumpriste para com teu servo Davi, meu pai, o que lhe prometeste; pessoalmente, o disseste e, pelo teu poder, o cumpriste, como hoje se vê.
15 Pelo teu poder cumpriste a promessa que fizeste a Davi, o meu pai; no dia de hoje, todas as palavras da tua promessa foram completamente cumpridas.
16 Agora, pois, ó Senhor , Deus de Israel, faze a teu servo Davi, meu pai, o que lhe declaraste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel, contanto que teus filhos guardem o seu caminho, para andarem na lei diante de mim, como tu andaste.
16 E agora, ó Senhor , Deus de Israel, eu te peço que cumpras a outra promessa que fizeste ao meu pai, quando lhe disseste que sempre haveria um descendente dele governando como rei de Israel, contanto que eles te obedecessem com o mesmo cuidado com que ele obedeceu.
17 Agora, também, ó Senhor , Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi.
17 Portanto, ó Deus de Israel, faze com que se cumpra aquilo que prometeste a teu servo Davi.
18 Mas, de fato, habitaria Deus com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei.
18 — Mas será que, de fato, ó Deus, tu podes morar no meio de nós, criaturas humanas, aqui na terra? Tu és tão grande, que não cabes nem mesmo no céu. Como poderia este Templo que eu construí ser bastante grande para isso?
19 Atenta, pois, para a oração de teu servo e para a sua súplica, ó Senhor , meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que faz o teu servo diante de ti.
19 Ó Senhor , meu Deus, eu sou teu servo. Escuta a minha oração e atende os pedidos que te faço.
20 Para que os teus olhos estejam abertos dia e noite sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste que o teu nome estaria ali; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar.
20 Olha de dia e de noite para este Templo, o lugar que escolheste para nele seres adorado. Ouve-me quando eu orar com o rosto virado para este lugar.
21 Ouve, pois, a súplica do teu servo e do teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar da tua habitação, dos céus; ouve e perdoa.
21 Escuta as minhas orações e as orações do teu povo quando eles orarem com o rosto virado para cá. Sim, da tua casa no céu, ouve-nos e perdoa-nos.
22 Quando alguém pecar contra o seu próximo, e lhe for exigido que jure, e ele vier a jurar diante do teu altar nesta casa,
22 — Quando alguém for acusado de prejudicar outra pessoa e for trazido até o teu altar neste Templo e jurar que é inocente,
23 ouve tu dos céus, age e julga a teus servos, dando a paga ao perverso, fazendo recair o seu proceder sobre a sua cabeça e justificando ao justo, para lhe retribuíres segundo a sua justiça.
23 ó Deus, ouve do céu e julga os teus servos. Castiga o culpado como ele merecer e declara que não tem culpa aquele que for inocente, recompensando-o como ele merecer.
24 Quando o teu povo de Israel, por ter pecado contra ti, for ferido diante do inimigo, e se converter, e confessar o teu nome, e orar, e suplicar diante de ti nesta casa,
24 — Quando, por ter pecado contra ti, o teu povo de Israel for derrotado pelos seus inimigos e quando ele se virar para ti e vier a este Templo para te louvar e pedir o teu perdão,
25 ouve tu dos céus, e perdoa o pecado do teu povo de Israel, e faze-o voltar à terra que lhe deste e a seus pais.
25 escuta-o do céu. Perdoa o pecado do teu povo e leva-o de volta para a terra que deste a eles e aos seus antepassados.
26 Quando os céus se cerrarem, e não houver chuva, por ter o povo pecado contra ti, e ele orar neste lugar, e confessar o teu nome, e se converter dos seus pecados, havendo-o tu afligido,
26 — Quando o céu se fechar e não chover porque o teu povo pecou contra ti, e então eles se arrependerem, e virarem o rosto na direção deste Templo, e orarem e te louvarem, depois que os tiveres castigado,
27 ouve tu nos céus, perdoa o pecado de teus servos e do teu povo de Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste em herança ao teu povo.
27 escuta-os do céu. Perdoa os pecados dos teus servos, o povo de Israel, e ensina-os a fazer o que é direito. Então, ó Deus, faze cair chuva sobre esta tua terra que deste ao teu povo para ser deles para sempre.
28 Quando houver fome na terra ou peste, quando houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas, quando o seu inimigo o cercar em qualquer das suas cidades ou houver alguma praga ou doença,
28 — Quando nesta terra houver falta de alimento ou houver pragas, ou as colheitas forem destruídas por ventos muito quentes ou por bandos de gafanhotos, ou quando o teu povo for atacado pelos seus inimigos, ou quando houver peste ou doença entre o povo,
29 toda oração e súplica, que qualquer homem ou todo o teu povo de Israel fizer, conhecendo cada um a sua própria chaga e a sua dor, e estendendo as mãos para o rumo desta casa,
29 escuta as suas orações. Se alguém do teu povo de Israel, sentindo o peso da sua desgraça e do seu sofrimento, estender as mãos na direção deste Templo e orar,
30 ouve tu dos céus, lugar da tua habitação, perdoa e dá a cada um segundo todos os seus caminhos, já que lhe conheces o coração, porque tu, só tu, és conhecedor do coração dos filhos dos homens;
30 escuta a sua oração. Ouve o teu povo do teu lar no céu e perdoa-o e ajuda-o. Só tu conheces os pensamentos secretos do coração humano. Trata cada pessoa como merecer,
31 para que te temam, para andarem nos teus caminhos, todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais.
31 para que o teu povo te tema e te obedeça todo o tempo em que eles viverem na terra que deste aos nossos antepassados.
32 Também ao estrangeiro que não for do teu povo de Israel, porém vier de terras remotas, por amor do teu grande nome e por causa da tua mão poderosa e do teu braço estendido, e orar, voltado para esta casa,
32 — Quando um estrangeiro que viver numa terra bem longe daqui ouvir falar da tua fama e das grandes coisas que tens feito e vier te adorar e orar com o rosto virado para este Templo,
33 ouve tu dos céus, do lugar da tua habitação, e faze tudo o que o estrangeiro te pedir, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo de Israel e para saberem que esta casa, que eu edifiquei, é chamada pelo teu nome.
33 ouve a sua oração. Lá do céu, onde vives, escuta-o e faze tudo o que ele te pedir, para que todos os povos da terra possam te conhecer e temer, como faz o teu povo de Israel. Então eles ficarão sabendo que este Templo que eu construí é o lugar onde deves ser adorado.
34 Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem a ti, voltados para esta cidade, que tu escolheste, e para a casa que edifiquei ao teu nome,
34 — Quando ordenares que o teu povo saia para a guerra contra os seus inimigos, e o teu povo orar a ti, virado para esta cidade que escolheste e para este Templo que construí em honra do teu nome,
35 ouve tu dos céus a sua oração e a sua súplica e faze-lhes justiça.
35 escuta do céu as suas orações e os seus pedidos. Ouve-os e dá-lhes a vitória.
36 Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles e os entregares às mãos do inimigo, a fim de que os leve cativos a uma terra, longe ou perto esteja;
36 — Quando o teu povo pecar contra ti — e não há ninguém que não peque —, e na tua ira deixares que os seus inimigos os derrotem e os levem como prisioneiros para alguma terra inimiga, longe ou perto daqui,
37 e na terra aonde forem levados caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniquidade; e se converterem a ti de todo o seu coração e de toda a sua alma,
37 escuta as orações do teu povo. Se ali, naquela terra, eles se arrependerem e orarem a ti, confessando que foram pecadores e maus, ouve as suas orações, ó Deus.
38 na terra do seu cativeiro, para onde foram levados cativos, e orarem, voltados para a sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que escolheste e para a casa que edifiquei ao teu nome,
38 Se naquela terra eles verdadeiramente e sinceramente se arrependerem e orarem a ti, virados na direção desta terra que deste aos nossos antepassados, desta cidade que escolheste e deste Templo que construí em honra do teu nome,
39 ouve tu dos céus, do lugar da tua habitação, a sua prece e a sua súplica e faze-lhes justiça; perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti.
39 escuta as orações deles. Do teu lar no céu, ouve-os e dá-lhes a vitória. Perdoa os pecados que o teu povo tem cometido contra ti.
40 Agora, pois, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração que se fizer deste lugar.
40 — Agora, ó meu Deus, olha para nós com simpatia e ouve as orações que forem feitas neste lugar.
41 Levanta-te, pois, Senhor Deus, e entra para o teu repouso, tu e a arca do teu poder; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, se revistam de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.
41 Levanta-te, ó Senhor Deus, e vem para o teu lugar de descanso, junto com a arca da aliança, que representa o teu poder. Que os teus sacerdotes façam sempre o que tu queres, e que todo o povo fique alegre por causa da tua bondade!
42 Ah! Senhor Deus, não repulses o teu ungido; lembra-te das misericórdias que usaste para com Davi, teu servo.
42 Ó Senhor Deus, não rejeites o rei que escolheste. Lembra do teu amor para com teu servo Davi.

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