Salmos 39
Albrecht Bibel 1926 (ALBRECHT1926) vs ARC
ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Dem Sangmeister, nämlich Jedutun.
1 Eu disse: Guardarei os meus caminhos para não delinquir com a minha língua; enfrearei a minha boca enquanto o ímpio estiver diante de mim.
2 Ich sprach: "Ich will meinen Wandel hüten, / Daß ich nicht sündige mit meiner Zunge. / Ich will meinem Mund einen Zaum anlegen, / Solange der Frevler vor mir ist."
2 Com o silêncio fiquei como mudo; calava-me mesmo acerca do bem; mas a minha dor se agravou.
3 Ich verstummte in stiller Ergebung; / Ich schwieg, obwohl alles Glückes bar. / Doch es wühlte mein Schmerz in mir.
3 Incendeu-se dentro de mim o meu coração; enquanto eu meditava se acendeu um fogo: então falei com a minha língua. Disse:
4 Es glühte mein Herz in meiner Brust, / Ein inneres Feuer verzehrte mich, / Da mußte ich reden mit meiner Zunge:
4 Faze-me conhecer, Senhor , o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.
5 "Tu mir, Jahwe, mein Ende
5 Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Selá)
6 Nur handbreit
6 Na verdade, todo homem anda como uma sombra; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas e não sabem quem as levará.
7 Als Schattenbild nur wandelt der Mensch. / Um ein Nichts erregt er sich wild: / Er sammelt
7 Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.
8 Nun, Herr, wes soll ich denn harren?
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio dos loucos.
9 Von meinen Sünden errette mich, / Zum Spott des Gottlosen mache mich nicht!
9 Emudeci; não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.
10 Ich schweige, tue den Mund nicht auf; / Denn du, du hast es getan.
10 Tira de sobre mim a tua praga; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
11 Nimm deine Plage weg von mir! / Deiner mächtigen Hand erliege ich.
11 Se com repreensões castigas alguém, por causa da iniquidade, logo destróis, como traça, a sua beleza; de sorte que todo homem é vaidade. (Selá)
12 Du züchtigst den Menschen, du strafst ihn ob seiner Schuld, / Daß seine Schönheit zergeht wie ein mottenfräßiges Kleid. Ein Hauch nur ist jeder Mensch! Sela.
12 Ouve, Senhor , a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, e peregrino como todos os meus pais.
13 Höre, o Jahwe, mein Gebet, vernimm mein Flehn! / Zu meinen Tränen schweige nicht! / Denn ein Gast
13 Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá e não seja mais.
14 Schau weg von mir
14 — ausente —
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