Salmos 59
Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NVT
1 Livra-me, meu Deus, dos meus inimigos, defende-me daqueles que se levantam contra mim.
1 Livra-me de meus inimigos, ó Deus, protege-me dos que vieram me destruir.
2 Livra-me dos que praticam a iniqüidade, e salva-me dos homens sanguinários.
2 Livra-me dos criminosos, salva-me dos assassinos.
3 Pois eis que põem ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, não por transgressão minha ou por pecado meu, ó Senhor.
3 Armaram uma emboscada para mim; inimigos ferozes estão à minha espera, S embora eu não tenha pecado nem os tenha ofendido.
4 Eles correm, e se preparam, sem culpa minha; desperta para me ajudares, e olha.
4 Sou inocente, mas eles se apressam em me atacar. Desperta! Vê o que está acontecendo e ajuda-me!
5 Tu, pois, ó Senhor, Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta para visitares todos os gentios; não tenhas misericórdia de nenhum dos pérfidos que praticam a iniqüidade. (Selá.)
5 Ó S enhor , Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta e castiga as nações; não tenhas misericórdia dos traidores perversos. Interlúdio
6 Voltam à tarde; dão ganidos como cães, e rodeiam a cidade.
6 Eles saem à noite, rosnando como cães ferozes enquanto rondam a cidade.
7 Eis que eles dão gritos com as suas bocas; espadas estão nos seus lábios, porque, dizem eles: Quem ouve?
7 Ouve as coisas imundas que lhes saem da boca; suas palavras cortam como espadas. “Afinal, quem nos ouvirá?”, dizem com desprezo.
8 Mas tu, Senhor, te rirás deles; zombarás de todos os gentios;
8 Mas tu, S enhor , ris deles; zombas das nações.
9 Por causa da sua força eu te aguardarei; pois Deus é a minha alta defesa.
9 És minha força; em ti espero, pois tu, ó Deus, és minha fortaleza.
10 O Deus da minha misericórdia virá ao meu encontro; Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos.
10 Em seu amor, meu Deus estará comigo; permitirá que eu triunfe sobre meus inimigos.
11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; espalha-os pelo teu poder, e abate-os, ó Senhor, nosso escudo.
11 Não os mates, para que meu povo não se esqueça depressa; dispersa-os com teu poder e derruba-os, ó Senhor, nosso escudo.
12 Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios, fiquem presos na sua soberba, e pelas maldições e pelas mentiras que falam.
12 Pelas coisas pecaminosas que dizem, pelo mal que há em seus lábios, que sejam apanhados em seu orgulho, em suas maldições e mentiras.
13 Consome-os na tua indignação, consome-os, para que não existam, e para que saibam que Deus reina em Jacó até aos fins da terra. (Selá.)
13 Destrói-os em tua ira! Extermina-os por completo! Então o mundo todo saberá que Deus reina em Israel. Interlúdio
14 E tornem a vir à tarde, e dêem ganidos como cães, e cerquem a cidade.
14 Eles saem à noite, rosnando como cães ferozes enquanto rondam a cidade.
15 Vagueiem para cima e para baixo por mantimento, e passem a noite sem se saciarem.
15 Andam à procura de alimento, mas vão dormir insatisfeitos.
16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; porquanto tu foste o meu alto refúgio, e proteção no dia da minha angústia.
16 Eu, porém, cantarei sobre o teu poder; cada manhã, cantarei com alegria sobre o teu amor. Pois tu tens sido minha fortaleza, lugar seguro em minha aflição.
17 A ti, ó fortaleza minha, cantarei salmos; porque Deus é a minha defesa e o Deus da minha misericórdia.
17 Ó minha Força, a ti canto louvores, pois tu, ó Deus, és minha fortaleza, o Deus que mostra amor por mim.
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